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História de viagem no tempo 11 a 12 anos Leitura 18 min.

O atelier do tempo e a regra de contar até três

Tomás, um menino curioso, cria uma máquina que o leva a um atelier de relojoaria quântica onde aprende a consertar um relógio fugitivo e a importância do método e da paciência ao lidar com o tempo.

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Um garoto de 12 anos, cabelo castanho claro e bagunçado, olhos verdes, segura com luvas um pequeno despertador de patas (Balanço-13), sorri e olha para ele como se o tivesse acabado de consertar; atrás de um balcão de madeira, Mestra Lídia, cerca de 60 anos, cabelo grisalho preso num coque desalinhado, óculos redondos e vestido com bolsos cheios de ferramentas, observa-o com orgulho e ternura; o gato tigrado Pingo está sobre uma pilha de cadernos, com uma pata sobre uma chave dourada; a oficina é uma sala acolhedora com paredes cheias de mostradores e engrenagens, prateleiras com frascos e relógios antigos e luz dourada entrando pela janela empoeirada; a cena principal mostra o encontro depois do conserto, o garoto oferecendo o relógio reparado à mulher, numa atmosfera calma, estudiosa e de mágica mecânica; estilo pintura acrílica, cores quentes e texturadas, pinceladas visíveis, ambiente aconchegante e ligeiramente fantástico. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1 — O Menino, o Caderno e a Ideia Impossível

Tomás tinha 11 anos e uma curiosidade que parecia ter rodinhas: nunca parava quieta. No seu quarto havia uma secretária cheia de parafusos, fios coloridos, ímanes e uma caixa de relógios velhos que ele salvava do caixote do lixo do senhor Artur, o vizinho relojoeiro.

Naquela tarde, Tomás abriu o seu caderno de bordo, um caderno de capa azul onde escrevia tudo como se fosse um explorador.

[Diário de bordo — Dia 14]

“Regra n.º 1: medir antes de cortar.

Regra n.º 2: testar em pequeno antes de testar em grande.

Regra n.º 3: se algo fizer ‘puf', recuar e respirar.”

Ele tinha uma ideia que fazia cócegas na cabeça: e se um relógio não servisse só para contar o tempo, mas para… dobrá-lo?

— Tomás! — chamou a mãe da cozinha. — O lanche está pronto!

— Já vou! Só falta apertar este parafuso… — respondeu ele, com a língua de fora, concentrado.

Na secretária, havia uma engenhoca do tamanho de uma lancheira: duas bobinas de cobre, um mostrador de relógio no meio, e uma alavanca feita com a pega de uma colher. Ao lado, um cronómetro e um papel com “CHECKLIST” escrito a marcador.

Ele leu em voz alta, como um piloto:

— Bateria: carregada. Cabos: isolados. Parafusos: apertados. Óculos: na cara. Coragem: mais ou menos.

O gato da família, o Pingo, saltou para a cama e olhou para a máquina como quem diz: “Isto vai dar asneira elegante.”

Tomás sorriu.

— Chamas-lhe asneira, eu chamo-lhe… Método.

Ele puxou a alavanca só um bocadinho. O mostrador no centro brilhou com uma luz dourada, e o ar cheirou a metal e a chuva.

E então, em vez de “puf”, houve um som fininho, como um relógio a rir: tic-tic-tic… tlim!

O chão pareceu afastar-se, como um tapete puxado com delicadeza. Tomás apertou o caderno contra o peito.

— Ok. Regra n.º 4: quando o impossível acontecer… manter a calma.

O quarto dissolveu-se num rodopio de ponteiros, engrenagens e números a flutuar. E Tomás, de olhos bem abertos, caiu… sem cair.

Capítulo 2 — A Porta para o Atelier que Não Devia Existir

Tomás pousou os pés num chão de madeira tão polida que refletia a luz como água. À sua volta, havia relógios por todo o lado: relógios de parede, de bolso, de pulso, relógios que pareciam conchas, relógios que pareciam estrelas.

O ar fazia um som suave, como uma sala cheia de sussurros a dizer “agora… agora… agora…”.

Na parede, um letreiro em letras bonitas dizia:

ATELIER DE RELOJOARIA QUÂNTICA — ENTRADA APENAS COM PONTUALIDADE.

— Uau… — Tomás murmurou.

Uma senhora apareceu atrás de um balcão. Tinha óculos redondos, cabelo preso num coque despenteado e uma fita métrica ao pescoço. Sorria como quem já esperava aquela visita há muito.

— Finalmente — disse ela. — Estás atrasado por cinco minutos… e adiantado por cinquenta anos.

Tomás engoliu em seco.

— Eu… desculpe. Eu não sabia que…

— Ninguém sabe — interrompeu ela, sem ser maldosa. — Eu sou a Mestra Lídia. E tu és o Tomás, certo?

— Como é que sabe o meu nome?

A Mestra Lídia apontou para um relógio enorme no teto, com ponteiros transparentes.

— O Tempo conta-me coisas. Mas só quando eu o trato com respeito.

Ela veio até ele e observou a máquina improvisada que Tomás ainda segurava, a lancheira do impossível.

— Feita com uma colher?

Tomás corou.

— Era a única alavanca que tinha.

A Mestra Lídia soltou uma gargalhada.

— Genial e perigosíssimo. Adoro. Mas aqui temos regras.

Ela estalou os dedos e um pequeno relógio, do tamanho de uma bolacha, flutuou até ao pulso de Tomás e prendeu-se como uma pulseira.

— Isto é um Marcador de Época. Mostra onde estás no tempo e avisa se fizeres asneiras temporais.

— Ele apita?

— Claro. E não é um apito simpático.

Tomás olhou em redor. Em cima de uma bancada havia frascos com etiquetas: “Segundos Perdidos”, “Minutos Amassados”, “Horas com Nó”. Numa prateleira, um modelo do que parecia uma cidade em miniatura, com um céu de papel.

— Isto é… magia?

— Ciência com boa educação — corrigiu a Mestra Lídia. — Aqui consertamos relógios que medem mais do que horas. Alguns medem escolhas. Outros medem coragem.

Ela entregou-lhe uma chave pequena, com dentes de ouro.

— Preciso da tua ajuda. Um relógio escapou do seu lugar e está a criar pequenos paradoxos. Paradoxos são como piadas mal contadas: começam engraçados, mas acabam confusos.

Tomás apertou a chave.

— O que tenho de fazer?

— Método, Tomás. Primeiro, observar. Depois, prever. Só depois, agir.

O Marcador de Época no pulso dele piscou: “ATELIER — NÍVEL 0”. E, por baixo, uma frase: “NÃO TOCAR NO PASSADO SEM LUVAS”.

— Eu… não trouxe luvas — disse Tomás.

A Mestra Lídia abriu uma gaveta e tirou um par de luvas finas, brilhantes como pele de peixe.

— Toma. São luvas de delicadeza. Servem para mãos e para decisões.

Capítulo 3 — O Relógio Fugitivo e o Paradoxo da Sandes

A Mestra Lídia guiou Tomás por corredores cheios de portas com nomes estranhos: “Ontem”, “Daqui a bocado”, “Quase nunca”, “Talvez”. Ela parou diante de uma porta pequena, com uma fechadura que parecia um olho.

— O relógio fugitivo chama-se Balanço-13 — explicou. — Ele tem uma mania: tenta adiantar o resultado antes do processo. Como alguns alunos que querem a nota sem fazer o trabalho.

Tomás riu.

— Eu conheço alguns desses.

A porta abriu-se com um clique, e o corredor transformou-se numa rua de pedra, iluminada por candeeiros antigos. Cheirava a pão quente.

O Marcador de Época piscou: “ANO 1926 — 16:10”.

— 1926? — Tomás sussurrou. — Estou mesmo no passado?

— Num recorte — disse a Mestra Lídia. — Um pedaço de tempo. Não é para mexer como se fosse plasticina.

Eles avançaram até uma mercearia. Na montra, havia sandes embrulhadas em papel pardo. Tomás sentiu o estômago a lembrar-se do lanche que nunca chegou a comer.

De repente, um relógio de bolso saltou de cima do balcão e correu pelo chão, como um caranguejo apressado. Tinha perninhas fininhas e uma corrente a bater “clinc clinc”.

— Balanço-13! — exclamou a Mestra Lídia.

O relógio passou por Tomás e… o tempo à volta pareceu engasgar. Uma senhora saiu da mercearia com uma sandes na mão. Ao mesmo tempo, a mesma senhora entrou na mercearia para comprar a sandes. Duas senhoras iguais, com duas sandes iguais, olharam uma para a outra.

— Oh! — disseram as duas, em uníssono.

Tomás arregalou os olhos.

— Isto é um… bug?

— É um paradoxo pequeno — disse a Mestra Lídia, calmíssima, como quem já viu torradas caírem ao contrário. — Se não resolvermos, cresce.

Balanço-13 parou e abriu o mostrador como se fosse uma boca.

— Quero que seja já! Já! Já! — parecia dizer, com um tic-tac impaciente.

Tomás puxou o caderno e escreveu rápido.

[Diário de bordo — Recorte 1926]

“Observação: relógio com pernas. Efeito: duplicação de eventos (sandessssss).

Hipótese: ele está a adiantar uma ação antes dela acontecer.”

— E agora? — perguntou Tomás.

— Agora, método — respondeu a Mestra Lídia. — Vamos fazer o tempo respirar.

Ela apontou para Tomás.

— Tu vais fazer uma coisa simples: devolver a sandes a uma das senhoras, mas sem criar confusão. Uma frase curta, um gesto educado, e saímos.

Tomás aproximou-se, com as luvas brilhantes. Falou baixinho:

— Desculpe… acho que deixou cair isto…?

Ele estendeu a sandes a uma das senhoras, que pareceu aceitar a realidade como quem aceita chuva: não adora, mas também não vai discutir com o céu.

— Obrigada, menino — disse ela.

A outra senhora, que ainda não tinha comprado a sandes, piscou os olhos, confusa, e decidiu comprar outra coisa: um pacote de biscoitos.

O Marcador de Época vibrou e mostrou: “PARADOXO REDUZIDO: 60%”.

— Boa — disse a Mestra Lídia. — Foste claro e não inventaste histórias. O tempo gosta de simplicidade.

Balanço-13 tentou fugir outra vez. Tomás correu atrás dele, com passos curtos para não escorregar na pedra.

— Apanha-o! — gritou a Mestra Lídia. — Mas sem o esmagar! Ele é sensível!

— Um relógio sensível… claro! — Tomás resmungou, a rir enquanto corria.

Ele atirou-se ao chão (com estilo de futebolista) e conseguiu prender a corrente do relógio com a chave dourada. Balanço-13 deu um “triiim!” ofendido.

— Desculpa! — disse Tomás. — Eu só… preciso de falar contigo.

O relógio parou de mexer, como se estivesse a ouvir.

Capítulo 4 — A Oficina Dentro do Segundo

De volta ao Atelier, a Mestra Lídia colocou Balanço-13 numa mesa redonda. A mesa tinha marcas de milhares de ferramentas: pequenas cicatrizes de trabalho bem feito.

— Agora, o conserto — anunciou ela. — E tu vais aprender uma coisa importante: viajar no tempo não é correr. É ajustar.

Ela abriu o relógio com cuidado. Lá dentro não havia só engrenagens. Havia um brilho, como poeira de estrelas, a girar devagar. Tomás prendeu a respiração.

— Isto… é o quê?

— É o “compasso” dele — explicou a Mestra Lídia. — É o que o faz querer saltar etapas. Ele acha que o fim é mais importante do que o meio.

Tomás olhou para as ferramentas: pinças finas, chaves minúsculas, uma lupa que parecia um olho de vidro.

A Mestra Lídia entregou-lhe uma ficha com passos numerados.

— Lê.

Tomás leu, com voz firme:

— Um: identificar a peça instável. Dois: travar o excesso de pressa. Três: calibrar com paciência. Quatro: testar em ambiente seguro.

Ela assentiu.

— E a regra principal: não corrigir o passado com impulso. Corrigir com método.

Tomás observou a peça instável: uma mola pequenina que tremia como um joelho nervoso.

— Parece que está… com medo? — disse ele.

— Ou com fome de resultado — respondeu a Mestra Lídia. — É parecido.

Com as luvas, Tomás segurou a mola com a pinça. A Mestra Lídia guiava:

— Devagar. Se apressas, ela escapa. Se forças, parte.

Tomás respirou fundo. Contou até três. Ajustou a mola um milímetro. Depois outro.

O Marcador de Época fez um som suave, quase satisfeito: “BEEP… ok”.

— Olha só — disse a Mestra Lídia. — O tempo gosta quando alguém conta até três.

Tomás riu.

— Eu também. Principalmente antes de saltar para a piscina.

Eles montaram tudo e fecharam o relógio. A Mestra Lídia deu corda. Balanço-13 fez tic-tac, agora com um ritmo mais redondo, como um coração calmo.

— Teste — disse ela. E abriu uma gaveta.

Dentro da gaveta havia… um segundo. Parecia impossível, mas era como uma bolha transparente com luz lá dentro.

— Bem-vindo à Oficina Dentro do Segundo — disse a Mestra Lídia. — Um lugar para testar sem estragar.

Tomás enfiou a mão (com luva) na bolha. Sentiu frio e calor ao mesmo tempo. Como beber limonada ao sol.

De repente, uma pena caiu no ar e ficou suspensa. Uma gota de tinta desceu tão devagar que parecia pensar.

Tomás pousou Balanço-13 no chão desse segundo. O relógio deu dois passos e parou. Não tentou correr.

— Funciona! — Tomás disse.

— Claro. Porque tu seguiste passos — respondeu a Mestra Lídia. — É assim que se faz o impossível sem o partir.

[Diário de bordo — Oficina Dentro do Segundo]

“Aprendi: pressa é um tipo de barulho. Método é um tipo de música.”

Capítulo 5 — Um Salto Curto e uma Tentação Grande

Quando saíram da Oficina Dentro do Segundo, o Atelier parecia ainda mais brilhante. Como se os relógios estivessem a respirar aliviados.

A Mestra Lídia entregou Balanço-13 a uma prateleira alta, onde ele se aninhou entre dois relógios mais velhos, envergonhado.

— Trabalho feito — disse ela. — Agora falta uma coisa: devolver-te ao teu tempo.

Tomás olhou para a sua máquina-lancheira. A colher-alavanca ainda estava lá, toda orgulhosa de si.

— Posso… só espreitar uma coisa? — perguntou Tomás, hesitante. — Tipo… ver como eu vou ser quando tiver 20?

O Marcador de Época vibrou forte e mostrou: “TENTAÇÃO DETETADA”.

A Mestra Lídia levantou uma sobrancelha.

— E depois? Queres também espreitar as respostas do próximo teste de matemática?

Tomás fez uma careta.

— Ok, isso seria… batota.

— O futuro também — disse ela. — A tua vida não é um livro com a última página já sublinhada. É um relógio que tu constróis a andar.

Tomás chutou o ar, sem tocar em nada.

— Mas eu sou curioso…

— Ser curioso é ótimo. Ser precipitado é só cansativo — disse a Mestra Lídia, com um sorriso. — Aqui vai uma alternativa: leva uma pergunta para casa, não uma certeza.

Ela deu-lhe uma pequena peça de metal, em forma de estrela, com um número gravado: 3.

— É um lembrete. Quando estiveres com pressa, conta até três e volta ao plano.

Tomás guardou a estrela no bolso.

— Obrigado. Eu… acho que precisava ouvir isso.

O Marcador de Época agora mostrava: “REGRESSO AUTORIZADO”.

A Mestra Lídia apontou para uma porta com a palavra “Agora”.

— Ao entrares, pensa no teu quarto e no teu cheiro de casa. O tempo precisa de um endereço.

Tomás respirou fundo.

— Adeus, Mestra Lídia.

— Até nunca — corrigiu ela, divertida. — O tempo é educado, mas não é um elevador. Não abuses.

Tomás sorriu.

— Prometo. Método, primeiro.

Ele deu um passo e o mundo virou ponteiro outra vez: tics, tacs, brilhos e o som de um relógio a rir baixinho.

Capítulo 6 — De Volta ao Presente, com o Tempo no Bolso

Tomás abriu os olhos e estava no seu quarto. A luz da tarde entrava pela janela no mesmo ângulo. O Pingo bocejou na cama como se tudo aquilo fosse normal, como se gatos tivessem sempre visitas a ateliers impossíveis.

Da cozinha, veio a voz da mãe:

— Tomás? O lanche vai arrefecer!

Tomás olhou para a secretária. A máquina estava lá, quieta, como uma lancheira inocente. O cronómetro mostrava… três segundos passados.

— Três segundos? — murmurou ele. — Eu estive… séculos?

Ele tocou no bolso e sentiu a estrela de metal com o número 3. Era real. Fria. Pesada o suficiente para não ser sonho.

Tomás abriu o caderno e escreveu, com letras cuidadosas.

[Diário de bordo — Presente]

“Regra n.º 5: não querer o fim antes do meio.

Regra n.º 6: contar até três salva mundos pequenos.

Conclusão: o tempo não é um atalho. É um caminho.”

Ele foi até à cozinha. A mãe colocou um prato à sua frente: uma sandes. Tomás olhou para ela e soltou uma gargalhada.

— O que foi? — perguntou a mãe, intrigada.

Tomás abanou a cabeça, ainda a rir.

— Nada… só… uma piada do tempo.

Ele deu uma dentada e saboreou devagar, como se aquele momento fosse um relógio precioso.

Depois voltou ao quarto, arrumou as ferramentas por tamanho (como a Mestra Lídia teria gostado) e colou uma folha na parede:

CHECKLIST ANTES DE INVENTAR COISAS:

1) Observar.

2) Planear.

3) Testar em pequeno.

4) Contar até 3.

O Pingo saltou para a secretária e empurrou a colher-alavanca com a pata. Tomás tirou-a com cuidado.

— Não, senhor. Nada de viagens hoje — disse ele. — Hoje, só consertos normais.

E, enquanto o sol ia descendo, Tomás sentiu uma calma boa: a calma de quem trouxe do impossível uma coisa simples para usar no dia seguinte.

Lá fora, um relógio distante tocou as horas. Tomás ouviu e sorriu, como quem entende uma língua secreta.

Tic-tac. Agora. Tic-tac. Aqui. Tic-tac. Em paz.

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Secretária
Uma mesa com gavetas onde se guarda ou se trabalha.
Parafusos
Pequenas peças de metal que prendem partes, com rosca para apertar.
Engrenagens
Rodas com dentes que se encaixam para mover máquinas.
Cronómetro
Relógio especial que mede o tempo com muita precisão.
ATELIER
Oficina onde se consertam ou se fazem objetos, como relógios.
RELOJOARIA
Oficina ou loja onde se fabricam e consertam relógios.
QUÂNTICA
Palavra que refere algo ligado a física muito pequena e estranha.
Marcador de Época
Dispositivo que mostra onde e quando alguém está no tempo.
Paradoxo
Situação confusa onde duas coisas verdadeiras se contradizem.
Luvas de delicadeza
Luvas especiais para manusear coisas frágeis ou importantes.
Calibrar
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