Hoje, a pequena Sofia acordou cheia de alegria. Era dia de Halloween! Sofia tinha um vestido de abóbora e um chapéu engraçado que balançava quando ela andava. Ela sorriu para o espelho e disse: “Hoje vou procurar uma morceguinha de papel!”
Na sala, a mamã preparava bolachas em forma de fantasminha. “Mamã, viste a minha morceguinha de papel?” perguntou Sofia. A mamã sorriu e abanou a cabeça. “Ainda não, querida. Mas talvez ela esteja a brincar pela casa!”
Sofia começou a procurar. Olhou debaixo do sofá. Só encontrou uma meia. Espreitou atrás da cortina. Só viu o seu ursinho. Ouviu um barulhinho vindo do quarto. “Morceguinha, és tu?” perguntou Sofia, baixinho.
O irmão Tomás apareceu, vestido de pirata. “Queres ajuda, Sofia?” perguntou ele. Sofia acenou com a cabeça, contente. Os dois procuraram juntos. Abriram gavetas, levantaram almofadas, olharam por todo o lado. Cada vez que não encontravam, riam-se. “A morceguinha é muito brincalhona!” dizia Tomás.
No corredor, ouviram um “plim-plim!” Era a avó, com um chapéu de bruxa e um sorriso doce. “Procuram algo misterioso?” perguntou ela. Sofia saltou e disse: “Sim, a minha morceguinha de papel desapareceu!”
A avó piscou o olho e apontou para a janela. Pendurada num fio, balançava uma pequena morceguinha preta, feita de papel brilhante. “Olha, Tomás! Olha, avó! Ali está!” gritou Sofia, feliz.
Todos foram até à janela. Sofia pegou na morceguinha com muito cuidado. “Obrigada por me ajudarem,” disse ela, abraçando Tomás e dando um beijinho à avó.
Depois, sentaram-se juntos no tapete. Partilharam bolachas de fantasminha e riram-se das suas fantasias. A casa ficou cheia de alegria, risos e abraços apertados. E Sofia guardou a sua morceguinha de papel, prometendo nunca a perder de vista.
O Halloween terminou com todos juntos, quentinhos e felizes, prontos para sonhar com novas aventuras mágicas.