Carregando...
História sobre a Páscoa 11 a 12 anos Leitura 18 min.

O coelho invisível e o ovo grande da Páscoa

Numa caça aos ovos de Páscoa planeada por Tomás, pistas misteriosas e um coelho curioso transformam a busca numa aventura cheia de surpresas e lições sobre responsabilidade.

Baixar esta história em PDF

Ideal para compartilhar ou imprimir esta história!

Baixar o e-book (.epub)

Leia esta história no seu leitor de e-books.

Um menino de 12 anos, Tomás, rosto redondo, cabelo desgrenhado, expressão concentrada e maravilhada, ajoelhado diante de uma portinha escondida entre vasos, segurando delicadamente um grande ovo de Páscoa embrulhado. Uma menina de 7 anos, Matilde, olhos grandes e curiosos, tranças, em pé ao fundo junto a um vaso, boca aberta de admiração, mão na borda do vaso. Uma menina de ~11 anos, Inês, cabelo médio, sorriso cúmplice, agachada à esquerda de Tomás, apontando a portinha com excitação. Um menino de ~12 anos, Rafa, cabelo curto e travesso, de pé atrás de Tomás apoiado num vaso empilhado, olhar surpreso e braços cruzados. Um menino de ~12 anos, Gui, expressão tímida e alegre, sentado num murete próximo, segurando uma cenourinha simbólica, olhando para a porta. Um coelho antropomórfico pequeno, colete colorido com padrão, óculos redondos e relógio de bolso, saindo da portinha segurando o Ovo Grande, postura surpresa e envergonhada, pelo texturizado em traços finos. Local: jardim de bairro denso com vasos empilhados, ervas finas, folhas de limoeiro, portinha na base de um muro, terra e cascas de limão espalhadas. Situação: descoberta mágica e terna de um coelho que devolve um grande ovo de Páscoa; cena calorosa, tensão alegre, gestos de partilha e espanto coletivo; composição centrada na porta e no ovo, traços nítidos, contrastes suaves e detalhes lúdicos (prendedor de roupa como puxador, sininho). reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1 — O mapa com cheirinho a chocolate

No sábado de Páscoa, o Tomás acordou antes do despertador, o que era suspeito. O sol ainda bocejava por trás das cortinas, e já ele estava de pé, de cabelo em pé também, com um caderno quadriculado na mão.

Na mesa da cozinha, espalhou lápis de cor, uma régua e um saco de ovinhos de chocolate que ele jurava usar “só como material de referência”.

— Tomás, referência não se mastiga — avisou a mãe, servindo leite com café para os adultos e leite com uma nuvem de cacau para ele.

— Estou a testar a qualidade do… do mapa — respondeu ele, com a boca cheia e uma cara de cientista muito sério.

O plano era simples e importante: organizar a caça aos ovos para os amigos que iam chegar depois do almoço — a Inês, o Rafa, a Lila e o primo Gui. Tomás adorava estas coisas bem feitas. Não “mais ou menos”, não “à sorte”. Bem feitas.

Desenhou o jardim, o quintal e até a varanda da avó, com setas, números e legendas. Escreveu no topo: “Operação Coelho Invisível”.

— Por que invisível? — perguntou a irmã mais nova, a Matilde, espreitando por cima do ombro.

— Porque se o coelho fosse visível, toda a gente ia tentar fazer perguntas e ele ia fugir. Coelhos são tímidos e alérgicos a interrogatórios.

A Matilde riu-se e apontou para um canto do mapa.

— E isso é o quê?

— Um ponto estratégico. Aqui vai haver… suspense.

Ele deu uma palmadinha no caderno como quem sela um acordo secreto com o universo. Na varanda, o vento mexeu num sininho e fez “tlim”. Tomás olhou de lado.

Parecia que o dia estava a responder.

Capítulo 2 — O coelho que não assinou contrato

Depois do almoço, a casa ficou com aquele cheiro bom a pão de ló e canela, e o jardim parecia mais verde do que o normal, como se alguém tivesse passado um filtro de “primavera intensa”. Os amigos chegaram com energia suficiente para acender as luzes da rua.

— Onde é a caça? — perguntou o Rafa, já a correr antes de ouvir a resposta.

— Primeiro, regras! — disse Tomás, levantando o dedo como um professor simpático. — Nada de empurrões, nada de arrancar flores, e cada pista é para ser lida em voz alta. Responsabilidade, pessoal.

“Responsabilidade”… — repetiu o Gui, com um tom dramático. — Isso soa a trabalho.

— Soa a vitória — corrigiu Tomás. — Vamos lá.

Ele entregou a primeira pista, dobrada como um tesouro. A Inês leu:

“Procura onde o sol aquece as costas do gato, mas o gato não paga renda.”

— A janela da sala! — gritou a Lila.

Correram, tropeçaram em risos e encontraram o primeiro ovo dentro de uma meia velha do pai (limpa, segundo a mãe, que fez questão de avisar de longe). Tudo corria como um relógio… até que o segundo bilhete desapareceu.

Tomás tinha certeza absoluta de que o tinha colocado debaixo do vaso das margaridas. Agora, debaixo do vaso, só havia… terra e uma minhoca ofendida.

— Estranho — murmurou ele, com a testa enrugada. — Eu sou meticuloso. Eu não falho.

— Talvez a minhoca tenha roubado — sugeriu a Matilde, que estava ali, oficialmente “só a ver”, mas com olhos de radar.

— Minhocas não leem — disse Tomás. — Acho eu.

Foi então que, do nada, uma cenoura apareceu espetada na terra, bem no centro do canteiro. E, presa à cenoura, havia uma fitinha azul com um bilhete.

O Tomás ficou parado. Os outros também.

— Isso… não estava aí há dois segundos — sussurrou a Inês, como se o jardim pudesse ouvir.

O bilhete dizia, numa letra caprichada: “Desculpem o empréstimo. O vento levou-me a pista. Ass: C.”

— C de… Cenoura? — perguntou o Rafa, confuso e feliz ao mesmo tempo.

— C de Coelho — disse Tomás, num fio de voz, a sentir o mundo ficar um bocadinho mais… brilhante.

Capítulo 3 — Pistas que piscam o olho

Tomás respirou fundo. A parte racional dele queria dizer “isto é impossível”. Mas a parte que gostava de histórias e de chocolate disse: “Ok, então vamos.”

— Pessoal — anunciou ele — temos um… colaborador surpresa.

— Um coelho? — perguntou o Gui. — Mas do tipo fofinho ou do tipo que exige imposto?

— Do tipo que deixa cenouras como assinatura — respondeu Tomás. — Sigam a pista.

A nova pista levava-os ao quintal, perto do estendal. A Inês leu em voz alta:

“O que seca ao sol e dança com o vento guarda um segredo no bolso.”

— O bolso de quê? — perguntou a Lila, já a espreitar as molas.

Tomás apontou para uma camisa do pai pendurada. No bolso, encontraram um ovo embrulhado em papel brilhante… e um mini recado: “Não mexam no estendal sem pedir. A mãe manda em mim também.”

— O coelho conhece a tua mãe — comentou o Rafa, com respeito.

— Toda a gente conhece a minha mãe — disse Tomás. — Até as nuvens, se elas tentarem chover no dia errado.

A caça continuou, e as pistas começaram a ter pequenas… manhas. Uma apontava para o “lugar onde as bicicletas sonham em ser motas” (a garagem). Outra dizia “onde a avó guarda bolachas para emergências” (um armário que, sim, existia).

E a cada pista, havia um detalhe impossível: um reflexo dourado que passava rápido, como um raio de sol com pressa; uma pegada minúscula no pó; um “tlim” de sininho mesmo quando não havia vento.

Tomás ia anotando mentalmente: manter o grupo unido, evitar acidentes, garantir que todos tinham ovos de forma justa. Meticuloso como era, fez uma pausa no meio do jardim.

— Contagem! — disse ele. — Cada um diz quantos ovos tem.

— Três! — disse a Lila.

— Quatro! — disse o Rafa, com a cara de quem tinha descoberto um planeta.

— Três — disse a Inês.

— Dois — disse o Gui, meio abatido.

Tomás franziu a testa. A justiça era parte do plano.

— Ok. Ajuste estratégico. O próximo ovo vai ser para o Gui, entendido?

— Eu ouvi isso — disse uma voz fina.

Todos olharam à volta. Não havia ninguém. Só o arbusto de alecrim… que parecia tremelicar de riso.

— Quem…? — começou a Matilde, com os olhos enormes.

Do alecrim saiu uma cenoura pequenina a rolar, como se tivesse sido empurrada por uma mão invisível, e parou aos pés do Gui. Preso nela, um bilhete: “Combinado. Eu também gosto de justiça. Ass: C.”

O Gui pegou na cenoura como se fosse um troféu.

— Eu adoro este coelho — declarou.

Tomás engoliu em seco. O dia estava a fugir do mapa. Mas, ao mesmo tempo, o mapa parecia aprender a dançar.

Capítulo 4 — A crise do ovo desaparecido

Quando chegaram à parte “estratégica” do mapa — o tal ponto de suspense — Tomás sentiu um orgulho discreto. Ali, perto do limoeiro, ele tinha escondido o Ovo Grande: um ovo de chocolate maior, embrulhado com fita dourada. Era para partilharem no fim, como um ritual de equipa.

— Chegou a hora do grande final — anunciou, teatral. — Sigam-me.

Correram até ao limoeiro. Tomás ajoelhou-se, afastou umas folhas secas e… nada.

O buraco estava vazio.

O silêncio caiu como uma manta pesada. Até os passarinhos pareceram fazer pausa.

— Tomás… — disse a Inês, devagar. — Tinhas mesmo posto aqui?

— Eu… sim. Eu pus. Eu lembro-me da fita. Dourada. Duplo nó. Eu fiz um duplo nó!

O Rafa olhou para o limoeiro como se o limoeiro pudesse confessar.

— Talvez alguém tenha comido?

A Matilde fez uma cara inocente tão exagerada que parecia uma máscara de teatro.

— Eu não fui — disse ela, rápido demais.

Tomás levantou-se, com o coração a bater como uma bola a quicar. Ele não queria que a caça acabasse em frustração. E, acima de tudo, não queria culpar ninguém sem ter certeza. Responsabilidade também era isso: respirar antes de acusar.

— Ok — disse ele, com voz firme. — Vamos resolver como detetives. Sem drama. Só pistas.

— Mas eu gosto de drama — resmungou o Gui.

— Hoje não — respondeu Tomás. — Hoje é Páscoa.

Ele observou o chão. Havia marcas no pó: não sapatos humanos, mas riscos finos, como se algo tivesse arrastado uma coisa redonda.

— Olhem — disse ele, apontando. — Foi para ali.

As marcas seguiam até ao muro baixo que separava o quintal do jardim da dona Alzira, a vizinha das plantas gigantes e das histórias ainda maiores.

— O ovo foi sequestrado? — perguntou a Lila, já entusiasmada.

— Ou foi resgatado — murmurou Tomás, lembrando-se do “Ass: C.”

No topo do muro, pendurada numa folha de hera, havia uma fitinha dourada… a fita do duplo nó. E um bilhete minúsculo: “Desculpem. Emergência de Páscoa. Sigam o cheiro a limão.”

Tomás fechou os olhos por um segundo. Cheiro a limão… claro. O limoeiro estava ali por uma razão.

— Vamos — disse ele. — E com cuidado. Nada de saltar muros como cabritos. Responsabilidade, lembram-se?

— Lá vem o Tomás com a palavra mágica — brincou o Rafa.

— Palavra ótima — corrigiu Tomás, mas sorriu. — Andem.

Capítulo 5 — A toca impossível e o acordo de responsabilidade

Eles contornaram pelo portão lateral, com autorização oficial da mãe do Tomás, que apareceu com um pano na mão e olhar de “sei de tudo”.

— Se forem à dona Alzira, digam bom dia e não pisem as tulipas — avisou ela.

— Sim, senhora! — responderam todos, em coro, como um grupo de escuteiros assustados.

No jardim da dona Alzira, as plantas eram tão altas que parecia que tinham feito musculação. Entre as folhas, havia um rasto de cascas de limão… muito fininhas, como se alguém as tivesse descascado com uma unha minúscula.

O rasto levava a um monte de vasos empilhados. Tomás ajoelhou-se e viu uma coisa que não fazia sentido: uma portinha do tamanho de um livro, escondida atrás de um vaso, com um puxador feito de… mola de roupa.

— Isto é real? — sussurrou a Inês.

— Se não for, estamos todos a imaginar a mesma mola — disse o Rafa, fascinado.

Tomás bateu à portinha, porque era educado e porque, se havia uma coisa que a mãe dele tinha ensinado, era: “Até para entrar num mistério, pede-se licença.”

Três batidinhas.

“Tlim.”

A portinha abriu-se sozinha. De dentro veio um cheiro a chocolate e a erva molhada. E uma voz fina, meio ofegante:

— Entrem só um bocadinho. Tenho pressa e… patas curtas.

Eles olharam uns para os outros. O Gui fez que sim com a cabeça como se estivesse num filme. A Matilde já estava a tentar espreitar por cima do vaso, como se a curiosidade fosse uma superpotência.

Tomás respirou fundo e falou para a escuridão:

— Nós só queremos o Ovo Grande. Era para partilhar. E… ninguém vai fazer mal a ninguém.

— Excelente — disse a voz. — Gosto de gente que fala como gente.

Uma sombra saltitou e, por um instante, todos viram: não um coelho comum. Era um coelho com um colete de tecido colorido, um relógio pequenino no pulso e óculos redondos que brilhavam como duas gotas de mel.

Ele segurava o Ovo Grande com as duas patas, quase a cambalear.

— Desculpem — disse o coelho, tentando manter a dignidade apesar do peso. — Houve um problema logístico. Uma família de pintainhos perdeu as tintas para pintar os ovos e entrou em pânico. Eu… peguei emprestado o vosso ovo para lhes levantar o ânimo. Chocolate é terapia.

— Tu roubaste o nosso final — disse o Rafa, mas sem raiva, mais impressionado.

— Empréstimo urgente! — corrigiu o coelho. — Com intenção de devolver, fita dourada incluída.

Tomás deu um passo à frente.

— Eu entendo ajudar… mas tinhas de pedir. Eu organizei isto com cuidado. Se as coisas desaparecem, as pessoas ficam tristes. E eu sou responsável por eles.

O coelho ajustou os óculos.

— Tens razão. Eu devia ter avisado melhor. Eu fico muito acelerado na Páscoa. É como… mil alarmes ao mesmo tempo.

— Então fazemos um acordo — disse Tomás. — Da próxima vez, deixas uma pista clara. E agora, para compensar, ajudas-nos a terminar a caça de um jeito justo.

O coelho piscou um olho.

— Negociador. Gosto. Está bem. Mas também têm de prometer uma coisa.

— O quê? — perguntou a Lila.

— Que vão partilhar o Ovo Grande. Nada de “eu mereço mais porque corri mais”. A Páscoa não é corrida de cem metros. É… corrida de cem risos.

O Gui levantou a mão, como se estivesse na escola.

— Eu prometo. Mas posso lamber a fita dourada?

— Não — disse Tomás e o coelho ao mesmo tempo.

O coelho colocou o Ovo Grande nas mãos do Tomás com cuidado, como se entregasse um planeta.

— Pronto. Agora, saída rápida. A dona Alzira não pode ver a portinha. Ela acha que é um armário de vassouras e eu prefiro manter esse mito.

— E os pintainhos? — perguntou a Matilde.

— Estão bem. Pintaram ovos com sumo de beterraba e pólen. Ficaram… artísticos. — O coelho suspirou. — Agora vão. E lembrem-se: responsabilidade dá menos dor de cabeça do que segredos.

Tomás assentiu. Por um segundo, sentiu que tinha crescido um centímetro por dentro.

Capítulo 6 — O final dourado e o adeus aos vizinhos

Voltaram ao jardim do Tomás como quem traz um tesouro e uma história que ninguém ia acreditar na escola. Sentaram-se à sombra do limoeiro. Tomás colocou o Ovo Grande no centro, como um rei de chocolate.

— Cerimónia de partilha — anunciou. — Cada um pega num pedaço. Sem guerras. Sem “só mais um”.

— E sem lamber fitas — acrescentou a Inês, olhando para o Gui.

O Gui fez cara de anjo arrependido, o que, nele, durou exatamente dois segundos.

Tomás partiu o ovo com cuidado. Fez um “crac” perfeito, aquele som que parece fogo de artifício pequenino. O chocolate tinha um brilho quente, como se guardasse sol lá dentro.

— Isto é o melhor final — disse a Lila, com a boca cheia e os olhos sorridentes.

— Não foi o final que eu planeei — admitiu Tomás. — Mas foi… ainda melhor. Porque tivemos de resolver. E ninguém ficou para trás.

A Matilde, que tinha recebido um pedacinho pequeno por ser “assistente oficial”, encostou-se ao irmão.

— Tu és mesmo chato com as regras — disse ela, num sussurro carinhoso. — Mas hoje foi fixe.

Tomás riu-se.

— Regras boas são tipo trilhos. Para ninguém cair no mato.

Quando o sol começou a baixar, eles juntaram os papéis das pistas, guardaram o mapa e recolheram as embalagens. Tomás fez questão de deixar o jardim como encontrou, talvez até melhor: alinhou os vasos, endireitou uma placa torta e devolveu ao pai a meia que tinha virado “cofre”.

Ao portão, a dona Alzira apareceu do lado dela, com um avental florido.

— Ouvi muita correria e gargalhada — disse ela. — Foi Páscoa bem celebrada?

Tomás engoliu um sorriso, lembrando-se da portinha.

— Foi sim, dona Alzira. Com… aventuras.

A mãe do Tomás acenou também, do degrau de casa, e o pai apareceu com um prato de amêndoas como quem oferece paz mundial.

Tomás olhou para os amigos, depois para a irmã, e finalmente para os vizinhos. Sentiu o peito cheio, como um ovo prestes a abrir.

— Feliz Páscoa! — disse ele, alto.

— Feliz Páscoa! — responderam todos.

E, por um instante, pareceu que o sininho da varanda fez “tlim” outra vez, como se alguém — talvez um coelho apressado — também estivesse a dizer adeus.

Sem publicidade 3 € por mês

Deseja uma leitura sem interrupções? Apoie Oh My Tales, remova todos os anúncios e aproveite outras vantagens incluídas a partir de 3€ por mês.

Veja os planos e tarifas
Compartilhar

reportar um problema com esta história

O que você achou desta história?

Dê sua opinião atribuindo uma nota a esta história com base no que você e/ou seu filho acharam. Obrigado antecipadamente!

Obrigado! Sua nota foi levada em conta!

O quiz: você entendeu bem a história?

Páscoa
Festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus, com ovos e tradições familiares.
Despertador
Relógio que faz barulho para acordar alguém numa hora combinada.
Quadriculado
Papel com linhas formando quadrados, usado para desenhar ou fazer contas.
Referência
Algo usado como exemplo ou guia para explicar ou comparar outra coisa.
Meticuloso
Pessoa que faz tarefas com muito cuidado e atenção aos pormenores.
Suspense
Sentimento de espera e curiosidade sobre o que vai acontecer a seguir.
Estratégico
Que faz parte de um plano pensado para alcançar um objetivo importante.
Minhoca
Pequeno animal que vive no solo e ajuda a tornar a terra fértil.
Alecrim
Planta aromática usada na cozinha, com cheiro forte e folhas finas.
Pegada
Marca deixada no chão por algo que passou, como um passo ou roda.
Resgatado
Salvo ou retirado de uma situação perigosa por alguém.
Portinha
Porta pequena, do tamanho de um livro ou de brinquedo.
Puxador
Peça que se segura para abrir uma porta, caixote ou gaveta.
Mola de roupa
Pequeno objecto que segura roupa no estendal, feito de madeira ou plástico.
Duplo nó
Dois nós feitos seguidos para fixar bem algo, como uma fita ou corda.
Responsabilidade
Dever de cuidar das coisas e das pessoas de forma correta e segura.

Crie uma história mágica e única para o seu filho!

Crie em poucos minutos uma aventura personalizada onde seu filho se torna o herói. Com nossa ferramenta exclusiva, é fácil, gratuito e divertido!

Criar uma história

Baixe esta história:

Baixar esta história em PDF Baixar o e-book (.epub)

Receba novas histórias todos os domingos à noite!

Receba 7 histórias emocionantes e cativantes, adaptadas à idade e aos gostos do seu filho, todo domingo às 17h*. É grátis e garantido sem spam!
*E-mail enviado às 16h00, hora de Lisboa.
Nós também não gostamos de spam. Assim, nós só lhe enviaremos histórias. Você poderá se descadastrar quando desejar.