Carregando...
História sobre a Páscoa 11 a 12 anos Leitura 18 min.

A caça aos ovos sem pressa no jardim da avó Amélia

Duas irmãs seguem um enigma de cores e pistas numa Páscoa que as leva pelo jardim, plantando sementes e descobrindo uma caixa com objetos misteriosos. Ao longo da caça aos ovos aprendem a observar a natureza com calma e a partilhar pequenas maravilhas.

Baixar esta história em PDF

Ideal para compartilhar ou imprimir esta história!

Baixar o e-book (.epub)

Leia esta história no seu leitor de e-books.

Três personagens: uma menina de ~9 anos, cabelo castanho preso em rabo de cavalo, vestindo vestido xadrez azul, sentada à esquerda numa pedra junto ao lago com uma cesta de vime cheia de ovos de chocolate que ela separa por cor; outra menina de ~8 anos, cabelos loiros em tranças, sweat verde claro, sentada à direita, segura um coelhinho de origami branco com um ponto dourado no olho e oferece um ovo de chocolate prateado; uma avó de ~70 anos, cabelos grisalhos em coque, avental florido, em pé atrás das meninas junto a um salgueiro, observando com um regador de metal. Cenário: margem de um pequeno lago calmo com pedras cinzentas, juncos e nenúfares, uma macieira antiga e um banco de madeira ao fundo, relva baixa e algumas flores; luz dourada de fim de tarde, sombras longas, atmosfera serena; detalhes visíveis: brilho do papel dos ovos, textura da madeira e gotas de água nas folhas. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1 — Cores na mesa da cozinha

Na manhã de sábado, a luz entrava pela janela como sumo de laranja: viva, quente e cheia de promessas. Na cozinha, a Beatriz alinhava pequenos chocolates sobre uma toalha aos quadradinhos. Tinha mãos cuidadosas, como quem arruma conchas na praia sem partir nenhuma.

A Inês chegou de meias diferentes (uma com coelhinhos, outra com cenouras) e ficou a olhar, com ar de quem acabou de descobrir um planeta.

— Estás a fazer… uma exposição? — perguntou, inclinando-se para ver melhor.

— Não. Estou a pôr ordem no caos — respondeu a Beatriz, séria, mas com um brilho divertido nos olhos. — É Páscoa. E a avó disse que este ano há um “jogo de pistas”.

Na mesa, havia ovos de chocolate embrulhados em papéis brilhantes: vermelhos, azuis, verdes, dourados, lilases. Beatriz separava-os por cores, formando montinhos perfeitos, como se cada cor tivesse a sua própria pequena família.

Inês apontou para o monte dourado.

— Esses são os mais importantes, aposto.

— São os mais suspeitos — corrigiu Beatriz. — Repara: são menos. E sempre que há menos, há segredo.

A avó Amélia entrou com uma cesta de vime e um avental com pintainhos bordados. Cheirava a pão doce e canela.

— Meninas, hoje o jardim vai virar mapa — anunciou. — Mas antes, uma regra: nada de pisar os canteiros. As flores não são degraus.

Inês fez continência.

— Respeito máximo pela natureza, comandante.

A avó riu.

— E outra coisa: encontrei isto na caixa das fitas. — Deu-lhes um papel dobrado com desenhos simples: círculos coloridos e números pequeninos ao lado.

Beatriz esticou o papel sobre a mesa. Havia uma sequência: vermelho-3, azul-1, verde-4, dourado-2. E, em baixo, uma frase: “Arruma para ler.”

“Arruma para ler”… — repetiu Inês. — Isso soa a ti, Bia. Tu arrumas até o ar.

— É um código — disse Beatriz, já a puxar os chocolates para mais perto. — Se cada cor tiver uma letra… ou uma palavra… vamos descobrir.

E, sem ninguém ter dito “começou a aventura”, já a aventura tinha começado.

Capítulo 2 — O código que cheira a chocolate

Beatriz pegou num caderno e fez quatro colunas com as cores do papel. Inês mastigava uma torrada, mas olhava como se estivesse a ver uma série cheia de suspense.

— Vermelho-3, azul-1, verde-4, dourado-2 — disse Beatriz. — Pode ser ordem de leitura.

— Ou ordem de… ataque — sugeriu Inês, dramática, segurando uma colher como espada.

— Ataque só às amêndoas, talvez — respondeu Beatriz. — Olha: se eu contar os chocolates de cada cor e escolher o número indicado…

Começou pelo vermelho. Contou: um, dois, três… e escolheu o terceiro ovo vermelho. Tinha um autocolante minúsculo, quase escondido no brilho do papel: a letra “C”.

— Ahá! — Beatriz sorriu, vitoriosa.

No azul, escolheu o primeiro ovo: letra “A”. No dourado, o segundo: letra “I”. No verde, o quarto: letra “X”.

Inês juntou as letras no ar, como se as apanhasse com os dedos.

— C… A… I… X… “CAIX” — leu, e depois abriu mais os olhos. — “CAIXA”! Falta o “A”!

Beatriz voltou ao monte vermelho, como quem volta ao início de um labirinto.

— Talvez haja mais uma cor. Lilás?

Pegou no papel outra vez e viu, no canto, um pontinho lilás com um número tão pequeno que parecia um mosquito: lilás-2.

— Olha! Estava a fazer-se de tímido.

O segundo ovo lilás tinha a letra “A”.

“CAIXA” — disse Inês, triunfante, e logo a seguir fez uma cara de dúvida. — Mas… que caixa?

A avó Amélia limpava as mãos ao avental, a ouvir tudo com um sorriso escondido.

— Há uma caixa na arrecadação — disse ela, sem revelar mais. — Mas a arrecadação tem as suas próprias regras.

— Tipo… “não mexer no aspirador”? — perguntou Inês.

— Tipo “não assustar as aranhas”. Elas trabalham aqui mais tempo do que nós — respondeu a avó, com toda a seriedade do mundo.

Beatriz assentiu, respeitosa.

— Então vamos com calma. Aranhas são parte da equipa.

As duas trocaram um olhar cúmplice. O código não era só uma brincadeira: era um convite. E a casa, de repente, parecia ter corredores mais longos, portas mais misteriosas e um cheiro a chocolate que dizia: “Segue-me.”

Capítulo 3 — A caixa e o coelho de papel

A arrecadação era fresca e cheirava a madeira e limões esquecidos. A luz entrava por uma janelinha alta, formando um retângulo no chão, como um palco pequeno.

Beatriz abriu a porta devagar.

— Olá, aranhas — sussurrou Inês. — Não vamos incomodar.

No fundo, em cima de uma prateleira, estava a tal caixa: de cartão grosso, com fita verde e desenhos de folhas. Não tinha pó, como se alguém a tivesse visitado há pouco.

Beatriz esticou-se na ponta dos pés e trouxe-a para baixo com cuidado, como se carregasse um segredo frágil. Na tampa, havia outra frase escrita à mão:

“Para encontrar, não é preciso correr. É preciso ver.”

— Isso é quase filosofia de Páscoa — comentou Inês. — Vou tatuar na testa. A minha mãe vai adorar.

Beatriz abriu a caixa. Lá dentro havia: um coelho de papel dobrado (origami), uma pequena lupa e um mapa desenhado do jardim com símbolos: uma árvore, um banco, a horta, o lago pequeno onde as rãs faziam concertos à noite. Ao lado do mapa, um saquinho com sementes e um bilhete:

“Planta antes de procurar o próximo passo.”

Inês franziu o nariz.

— Isto é… uma caça aos ovos ecológica.

— É melhor — disse Beatriz, encantada. — É uma caça aos ovos com respeito.

A avó apareceu à porta, como se fosse parte do cenário.

— A Páscoa também pode ser um agradecimento — disse ela. — À terra que dá, às abelhas que trabalham, à água que corre.

Beatriz pegou no saquinho de sementes.

— O que é que são?

Girassóis. E algumas flores que gostam de borboletas — explicou a avó. — Se as plantarem hoje, daqui a uns tempos vão ver o resultado.

Inês apertou o coelho de origami e, de repente, jurou ter sentido uma espécie de tremor, como se o papel respirasse.

— Bia… — murmurou. — O coelho piscou?

— Não piscou. É papel — disse Beatriz, mas disse baixo, como se não quisesse estragar a possibilidade.

O coelho de papel tinha um pontinho dourado no olho, que brilhava quando a luz batia. E, por um segundo, parecia mesmo um olhar.

— Vamos plantar — decidiu Beatriz. — Depois seguimos o mapa.

Inês sorriu, com aquele entusiasmo que dá vontade de correr, mas lembrou-se da frase: não é preciso correr. É preciso ver.

— Está bem. Vou ver muito bem.

E saíram para o jardim como quem entra num livro ilustrado, onde as páginas cheiram a relva.

Capítulo 4 — Sementes, terra e pistas escondidas

O jardim da avó era um lugar que parecia sempre acordado. Havia flores a esticar-se ao sol, folhas a mexerem-se com o vento e um som de pássaros como risos pequeninos.

Perto da horta, havia um cantinho de terra já soltinha, pronta para receber novas vidas. A avó deu-lhes uma pazinha e um regador.

— Só o suficiente — avisou. — A terra gosta de carinho, não de afogamentos.

Inês abriu um buraco e fez cara séria.

— Estou a construir um apartamento para girassóis.

Beatriz riu e começou a colocar as sementes com cuidado, uma a uma, como se fossem pequenas promessas.

— Pronto — disse ela. — Agora cobre.

Inês cobriu e deu duas palmadinhas leves na terra.

— Boa sorte, bebés plantas.

Quando regaram, a água entrou na terra com um som suave, como uma conversa secreta. E então aconteceu uma coisa estranha, mas tão discreta que podia passar por imaginação: a luz que refletia na água pareceu desenhar, por um instante, uma seta no chão.

Beatriz inclinou-se.

— Viste?

— Vi… acho eu — respondeu Inês, a meio caminho entre “que fixe” e “será?”. — Para ali?

A seta apontava para a velha macieira. No mapa, a árvore tinha um símbolo de estrela.

As duas foram devagar, desviando-se dos canteiros, respeitando as plantinhas como se cada folha fosse um “por favor”. Junto à macieira, havia ovos escondidos: um atrás de um vaso, outro num buraco do tronco, outro mesmo pendurado num ramo baixo, como se fosse um fruto de chocolate.

— Uau — disse Inês. — Quem faz isto tem tempo e imaginação.

Beatriz apanhou um ovo verde e, ao virar, viu uma letra escrita num autocolante: “S”.

Inês apanhou um azul: “O”.

Beatriz pegou num dourado: “L”.

“SOL” — juntou Beatriz. — Isso é uma pista ou um elogio ao tempo?

Inês levantou a cara para o céu.

— Pode ser os dois. Mas no mapa… onde é que há sol?

Beatriz abriu o mapa e procurou. Havia um desenho do banco do jardim com um círculo à volta.

— O banco apanha sol o dia todo — disse ela. — Vamos.

No caminho, passaram por um caracol que atravessava a pedra lentamente, como quem não está com pressa nenhuma.

Inês ia dar um passo maior, mas travou.

— Senhor Caracol, com licença — disse, e contornou-o como se fosse um rei.

Beatriz sorriu.

— A avó ia ficar orgulhosa.

— Eu também — respondeu Inês. — Respeito máximo pelos trabalhadores lentos.

Chegaram ao banco. A madeira estava morna e cheirava a verão a caminho. Beatriz passou a mão por baixo e encontrou fita adesiva colada.

— Há outra coisa aqui.

Era um envelope pequeno com mais uma sequência de cores e números. Inês aproximou a cara.

— Isto está a ficar sério.

Beatriz abriu o envelope e leu em voz alta:

“Azul-2, Verde-1, Dourado-3. Depois, olha com a lupa.”

— Voltamos à mesa? — perguntou Inês.

— Ou fazemos isto aqui com os ovos que já temos — respondeu Beatriz, e começou a separar os chocolates por cores dentro da cesta.

Inês ajudou, orgulhosa de ter uma missão tão importante como “organizar chocolate”.

— Nunca pensei dizer isto na vida — comentou — mas… adoro arrumar.

Capítulo 5 — A lupa e a mensagem no brilho

Sentaram-se no banco ao sol, com a cesta entre elas. Beatriz contou os ovos azuis que tinham apanhado: escolheu o segundo. Tinha um risquinho quase invisível: uma letra “P”.

No verde, escolheu o primeiro: “A”. No dourado, o terceiro: “Z”.

“PAZ” — leu Inês, baixinho, como se fosse uma palavra que merece cuidado.

Beatriz pegou na lupa da caixa e observou o ovo dourado. No brilho do papel, havia linhas finíssimas, como se alguém tivesse desenhado um caminho de formiga. Com a lupa, as linhas viraram letras.

Beatriz foi lendo devagar.

“A paz mora onde…” — parou, porque o resto estava noutro lugar.

Inês pegou noutro ovo e, sem pedir, já estava a investigar como uma detetive.

— Aqui também tem linhas!

As duas passaram ovos de mão em mão, aproximando a lupa, mudando o ângulo para o sol bater de lado. Era quase como conversar com a luz.

No ovo azul, apareceu: “…onde se escuta…”

No verde: “…o jardim…”

No vermelho: “…sem pressa.”

No fim, juntaram tudo, e a frase ficou completa:

“A paz mora onde se escuta o jardim sem pressa.”

Inês encostou-se ao banco.

— Isto é bonito. E um bocado… mágico.

Beatriz olhou para a horta, para as sementes recém-plantadas, para as folhas a dançar.

— Talvez a magia seja isso: reparar.

Nesse momento, o coelho de origami, que Inês trazia no bolso do casaco, escorregou e caiu no colo. O papel abriu um bocadinho, como se espreguiçasse. Dentro, escondida na dobra, havia uma última letra, minúscula: “N”.

“N”? — Inês franziu a testa. — Isso não encaixa na frase.

Beatriz pegou no mapa. Havia um símbolo que parecia um “N” ao lado do desenho do lago das rãs.

— Lago! — disse ela. — O “N” é para… norte? Ou para… “ninho”? Mas no mapa está junto ao lago.

Inês levantou-se num salto.

— Vamos ao lago! Se houver ovos perto das rãs, eu vou negociar com elas.

— Negociar?

— Sim. Eu digo: “senhoras rãs, por favor não saltem para cima de mim” e elas dizem “coax” — explicou, com muita lógica.

Beatriz riu e arrumou os chocolates por cores outra vez, automaticamente, como se isso desse coragem. Depois, guardou a lupa e o mapa.

— Vamos, então. Sem pressa — lembrou.

— Sem pressa — repetiu Inês, e tentou andar devagar… durante três segundos.

Capítulo 6 — O lago, o último ovo e o silêncio contente

O lago era pequeno, redondo, com pedras à volta e juncos que pareciam pincéis verdes. A água refletia o céu e, de vez em quando, fazia “ploc” quando uma rã decidia participar no mundo.

As duas aproximaram-se com cuidado, pisando só as pedras grandes, sem esmagar musgos nem plantinhas.

— Senhoras rãs — sussurrou Inês. — Somos visitantes pacíficas.

Uma rã gorda apareceu na borda, imóvel, como uma estátua com olhos.

Beatriz olhou para o mapa. Havia uma marca em forma de meia-lua junto a uma pedra específica.

— Ali — apontou.

A pedra tinha uma fenda. Beatriz enfiou a mão, devagar, e sentiu algo frio e liso: um ovo de chocolate embrulhado em prata, diferente de todos os outros. Ao puxá-lo, a luz fez o papel brilhar como água.

Inês segurou a respiração, como se o momento fosse um segredo.

Beatriz virou o ovo. Não tinha letra. Tinha um pequeno desenho de folha e, por baixo, uma frase curta:

“Partilha.”

— Isso eu consigo — disse Inês, imediatamente. — Mas partilhar o quê? O ovo?

Beatriz olhou para o jardim, para a avó lá ao longe a pendurar fitas coloridas num ramo, para a terra recém-regada.

— Partilhar o dia — disse ela. — A caça, o riso… e também cuidar.

Inês fez um ar pensativo e, depois, tirou do bolso o coelho de origami.

— Então partilho isto contigo. — Estendeu-o à Beatriz. — Metade da magia para ti.

Beatriz aceitou e, com cuidado, endireitou as orelhas do coelho.

— E eu partilho a minha coisa preferida — disse Beatriz, e empurrou a cesta para o meio. — Organizar. Tu escolhes primeiro, por cores.

Inês arregalou os olhos.

— Uau. Isso é amizade nível avançado.

Sentaram-se numa pedra ao sol e começaram a dividir os chocolates: vermelhos para um lado, azuis para outro, dourados no meio “porque são suspeitos”, verdes “porque lembram o jardim”, lilases “porque sim”. Beatriz gostava de ver as cores em ordem; Inês gostava de inventar histórias para cada monte.

— Estes azuis são ovos de céu — dizia Inês. — Se comeres, ficas a assobiar como pássaro.

— E estes verdes são ovos de relva — respondeu Beatriz. — Se comeres, começas a notar caracóis a três metros de distância.

A avó aproximou-se e sentou-se com elas por um momento, sem pressa, olhando o lago.

— Plantaram bem — disse, baixinho.

Beatriz sentiu uma alegria tranquila, como um cobertor leve. O vento passou, mexeu nas folhas, e o jardim pareceu responder com um suspiro.

Elas comeram um pedaço de chocolate cada uma, devagar, deixando derreter um pouco, como se o tempo também fosse doce. Depois ficaram a olhar a água, as rãs, as sombras das nuvens a passar.

E, pouco a pouco, sem necessidade de mais palavras, a tarde fechou-se num silêncio contente.

Sem publicidade 3 € por mês

Deseja uma leitura sem interrupções? Apoie Oh My Tales, remova todos os anúncios e aproveite outras vantagens incluídas a partir de 3€ por mês.

Veja os planos e tarifas
Compartilhar

reportar um problema com esta história

O que você achou desta história?

Dê sua opinião atribuindo uma nota a esta história com base no que você e/ou seu filho acharam. Obrigado antecipadamente!

Obrigado! Sua nota foi levada em conta!

O quiz: você entendeu bem a história?

Arrecadação
Divisão da casa onde se guardam objetos, caixas e ferramentas.
Origami
Arte de dobrar papel para criar figuras, sem cortar ou colar.
Avental
Peça de tecido usada para proteger a roupa durante a cozinha.
Saquinho
Pequeno saco de papel ou pano para guardar coisas leves, como sementes.
Canteiros
Pequenos espaços de terra onde se plantam flores ou legumes.
Sementes
Partes das plantas que se põem na terra para crescer novas plantas.
Girassóis
Plantas altas com flores grandes que seguem a direção do sol.
Cúmplice
Pessoa que participa de algo em segredo ou em conjunto com outra.

Crie uma história mágica e única para o seu filho!

Crie em poucos minutos uma aventura personalizada onde seu filho se torna o herói. Com nossa ferramenta exclusiva, é fácil, gratuito e divertido!

Criar uma história

Baixe esta história:

Baixar esta história em PDF Baixar o e-book (.epub)

Receba novas histórias todos os domingos à noite!

Receba 7 histórias emocionantes e cativantes, adaptadas à idade e aos gostos do seu filho, todo domingo às 17h*. É grátis e garantido sem spam!
*E-mail enviado às 16h00, hora de Lisboa.
Nós também não gostamos de spam. Assim, nós só lhe enviaremos histórias. Você poderá se descadastrar quando desejar.