Manhã na praia
O menino acorda cedo. O sol entra pela janela. Ele tem quatro anos. Chama-se Leo. Leo veste o chapéu amarelo. A areia espera. O mar chama baixinho.
No caminho, Leo segura a mão de mãe. O vento cheira a sal. Pássaros voam. Tudo é quente e doce. Na praia, o chão está macio. Leo sente a areia nos dedos. Ele ri. A água toca os pés. "Está quentinha", diz.
Há amigos. Sofia traz um balde azul. Tom traz uma pá vermelha. Leo olha para todos. Ele quer brincar. Mas o balde está pequeno. Ele pensa um pouco. Tem uma ideia.
"Vamos fazer um castelo grande", diz Leo. "Todos juntos." Os amigos olham. Eles gostam da ideia. Mãe sorri. "Boa ideia", fala ela. "Podemos ajudar."
Eles juntam as coisas. Um coloca água no balde. Outra enche com areia molhada. Leo mostra como apertar. "Pressiona assim", diz ele. Repetem. Pressiona. Molha. A terra fica firme. O castelo cresce. Uma torre. Outra torre. Pirâmides pequenas. Todos riem.
Um caranguejo passa. Eles observam. O caranguejo anda devagar. Leo mostra para os amigos. "Olhem, olha só." Todos ficam curiosos. Ninguém assusta o caranguejo. Eles deixam o bichinho seguir.
Tarde com sorvete e sombra
O sol fica mais alto. O calor aumenta. Mãe chama para água. Eles bebem. Sorvete aparece. Morango, baunilha, chocolate. Leo escolhe morango. O sorvete derrete um pouco. Ele lambe devagar. "Que bom", diz.
Na sombra de um guarda-sol, a turma descansa. Alguns leem um livrinho de imagens. Outros conversam baixo. Leo sente sono. Ele deita na toalha. Fecha os olhos. Escuta as ondas. Escuta risadinhas. Ele pensa no castelo. Está feliz.
Mais tarde, uma menina pequena chega. Ela parece triste. Chora baixinho. Perdeu o balde. Leo olha. Ele lembra do seu próprio medo quando perdeu um brinquedo uma vez. Ele quer ajudar. Levanta devagar.
"Posso ajudar?", pergunta Leo. A menina assente. Ele chama os amigos. "Vamos procurar o balde", diz ele. Todos se levantam. Procuram entre as toalhas. Procuram perto das pedras. Procuram perto do mar. O cachorro de um senhor encontra o balde primeiro. O cachorro abana o rabo. Entrega o balde com a boca. A menina sorri. "Obrigada", fala ela. Todos batem palmas.
Eles decidem brincar juntos. O castelo ganha um novo muro. A menina coloca uma bandeira. O grupo mostra cuidado. Eles se ajudam. Eles sorriem. O dia passa calmo. O sol começa a descer.
No caminho de volta, Leo segura a mão de mãe. Está cansado, mas contente. A pele cheira a sol e sal. Ele pensa nas torres do castelo. Ele pensa em como ajudaram a amiga. "Foi divertido", diz. Mãe beija a sua testa.
Em casa, Leo conta a história. Dorme com um sorriso. Sonha com a próxima manhã de verão. Amanhã será outro dia de brincar. Amanhã terão novas ideias. Amanhã todos vão se ajudar de novo.