Carregando...
História sobre a Páscoa 11 a 12 anos Leitura 17 min.

A caça ao ovo brilhante da Páscoa

Numa Páscoa diferente, Tomás e Matilde encontram um ovo brilhante que os leva a uma aventura mágica para reacender a alegria da festa, aprendendo a importância da cooperação.

Baixar esta história em PDF

Ideal para compartilhar ou imprimir esta história!

Baixar o e-book (.epub)

Leia esta história no seu leitor de e-books.

Tomás, menino de 12 anos, rosto sério e maravilhado, cabelo castanho curto, jaqueta azul clara, segura um ovo branco brilhante contra o peito com as mãos delicadas enquanto o ovo emite um brilho dourado suave; Matilde, menina de 10 anos, expressão travessa e alegre, cabelo loiro preso em rabo de cavalo com uma tiara de orelha de coelho rosa, está ao lado pronta para soprar uma fina poeira cintilante de um saquinho de papel; Gaspar, homem de cerca de 50 anos, rosto redondo com grande bigode grisalho, avental verde manchado de açúcar, está atrás de um carrinho antigo de algodão doce vermelho e branco, observando com sorriso cúmplice. Cena num parque primaveril durante o dia: relva verde, tulipas vermelhas e amarelas, bancos de madeira gastos, um coreto branco e azul ao centro, bandeirolas coloridas nas árvores e famílias desfocadas ao fundo. Situação: cena íntima e luminosa no coreto onde as crianças, reunidas, partilham uma ação mágica — chuva de pó dourado que ilumina rostos e flores e cria ambiente acolhedor e festivo; paleta saturada, contrastes suaves, traços arredondados e expressões exageradas ao estilo desenhos animados dos anos 90. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1 — Cheiro a chocolate no ar

Na manhã de sábado, a casa do Tomás parecia uma pastelaria em modo festa. Havia tiras de papel colorido na mesa, coelhinhos de cartão colados na janela e um prato de amêndoas a fazer “crac” sempre que alguém passava e roubava uma.

Tomás tinha 12 anos e um hábito que irritava a irmã: pensava antes de falar, como se as palavras fossem peças de LEGO que precisavam de encaixar direitinho.

— Tomás, anda! — chamou a Matilde, de 10, com uma orelha de coelho torta na cabeça. — Se não te apressas, os ovos desaparecem!

— Os ovos não têm pernas — respondeu ele, calmo, a apertar os atacadores. — Mas as pessoas têm.

A mãe apareceu com um cesto de vime.

— Missão de hoje: caça aos ovos no parque. E sem discussões… pelo menos até ao almoço.

O pai piscou o olho.

— Se encontrarem o ovo dourado, têm direito a escolher o filme da noite.

Tomás sorriu. Filme da noite era um assunto sério. E, lá no fundo, ele adorava aquela agitação de Páscoa: cores, risos, o brilho dos papéis prateados. Era como se o mundo tivesse decidido ficar mais leve.

Quando saíram, o sol fazia as poças brilharem como moedas novas. No caminho, Tomás reparou num detalhe: uma luz pequenina, quase como um vaga-lume, a saltitar no bolso do casaco do pai.

— Pai… tens alguma coisa a brilhar?

— Eu? Brilhar? Só quando a mãe me dá razão — respondeu ele, com ar inocente.

Tomás franziu a testa. Aquela luz não era piada. E, de repente, teve a sensação de que a Páscoa ia ser diferente este ano.

Capítulo 2 — O ovo que não queria ser normal

O parque estava cheio de famílias. Havia fitas penduradas nas árvores, música a sair de uma coluna e um coelho gigante — alguém dentro de uma fantasia — a distribuir mapas do “Percurso dos Ovos”.

— Isto parece um videojogo ao vivo! — disse Matilde, já a correr.

— Lê as instruções — pediu Tomás, apanhando o mapa. — Senão acabas a procurar ovos no lago.

— Se forem ovos de pato, serve! — gritou ela, sem abrandar.

Tomás seguiu atrás, observando tudo. Havia ovos de chocolate escondidos atrás de troncos, dentro de pneus velhos pintados e até num regador.

— Encontrei! — Matilde levantou um ovo embrulhado em azul. — É meu!

— Parabéns — disse Tomás, e não soou a inveja. Soou a “está bem, mas eu ainda não vi o melhor”.

Então aconteceu.

Perto de um canteiro de tulipas, Tomás viu algo no chão, meio coberto por folhas: um ovo. Não era de chocolate, pelo menos não parecia. Era liso, branco, com pequenos desenhos dourados como ramos fininhos. E… brilhava. Não como papel metálico. Brilhava por dentro, como se guardasse um pedacinho de manhã.

Tomás ajoelhou-se e tocou-lhe com cuidado.

O ovo ficou mais quente, e a luz aumentou um pouco, como se tivesse acordado.

— Matilde! — chamou ele, baixo, para não chamar a atenção. — Vem cá.

A irmã aproximou-se, com a boca ainda cheia.

— Uau. Isso é… proibido? — sussurrou ela, sempre pronta para acreditar em coisas misteriosas.

— Não sei. Mas não é do mapa.

O ovo deu um pequeno “tic”, como se tivesse batido com uma unha invisível por dentro.

— Ouviste? — Matilde arregalou os olhos.

Tomás engoliu em seco. Era um som muito real. E o brilho fazia as tulipas parecerem mais vermelhas, mais vivas.

— Vamos levar isto aos pais? — perguntou ela.

Tomás hesitou. O lado cuidadoso dele dizia “sim”. O lado curioso dizia “espera… só um bocadinho”.

— Vamos primeiro descobrir de onde veio — decidiu. — Mas juntos. Sem disparates.

— Eu? Disparates? Jamais! — disse Matilde, e logo a seguir tentou equilibrar o ovo na ponta do nariz. — Ops.

Tomás segurou-o a tempo.

— Juntos — repetiu ele, com um sorriso.

O ovo voltou a fazer “tic”. Desta vez, parecia impaciente.

Capítulo 3 — A pista escondida nas tulipas

Tomás e Matilde sentaram-se num banco, escondidos atrás de um arbusto alto. O ovo brilhante estava no colo do Tomás, como um segredo pesado e quente.

— Se isto abrir e sair um dragão, eu fico com a cauda — disse Matilde.

— Se sair um dragão, nós corremos — respondeu Tomás. — E depois conversamos sobre caudas.

Ele observou o ovo com atenção. Os desenhos dourados pareciam formar uma espécie de caminho. Quando virou o ovo devagar, notou um símbolo repetido: uma pequena cenoura com uma estrela.

— Olha — disse ele. — Isto é como… um mapa em miniatura.

Matilde aproximou o dedo, sem tocar.

— Uma cenoura com estrela. Isso é muito “coelho mágico”.

O ovo pulsou uma vez, e o brilho projectou-se no banco, desenhando uma setinha de luz que apontava para o outro lado do parque, em direção ao coreto.

— Viste isso?! — Matilde saltou. — Ele dá direções!

Tomás sentiu o coração bater mais rápido, mas tentou manter a cabeça fria.

— Ok. Não estamos a imaginar. Vamos seguir a seta. Mas com regras: nada de correr a gritar “ovo mágico”, e se o ovo ficar demasiado quente, paramos.

— Tu és o único rapaz que faz regras para a magia — resmungou Matilde. — Está bem. Aceito. Mas posso fazer uma cara misteriosa?

— Isso não é perigoso. Acho eu.

Foram andando, misturados na multidão. Tomás mantinha o ovo escondido dentro do casaco, mas o brilho teimava em espreitar, como uma lanterna tímida.

Ao chegarem perto do coreto, a seta de luz apareceu de novo, agora mais nítida, apontando para um carrinho de algodão-doce. O vendedor era um senhor de bigode enorme e avental verde.

— Isto vai dar em açúcar — murmurou Tomás.

Matilde já estava a ensaiar o pedido:

— Um de morango, por favor, e também… um segredo mágico, se tiver.

Tomás puxou-a para trás.

— Primeiro observamos.

O vendedor colocou um cone de algodão-doce na mão de uma criança e, quando se virou, Matilde viu algo brilhante preso ao avental: uma pequena medalha com a mesma cenoura estrelada.

— Tomás! — ela sussurrou, vitoriosa. — Ele tem o símbolo!

Tomás respirou fundo. Cooperar era isto: juntar o que um via ao que o outro percebia. Sem Matilde, ele teria passado ao lado.

— Vamos falar com ele — decidiu. — Mas com calma.

Aproximaram-se.

— Bom dia — disse Tomás. — Desculpe… essa medalha é… de alguma coisa especial?

O vendedor olhou para eles, depois para o ovo que, teimoso, brilhava através do casaco. O bigode mexeu-se num sorriso.

— Ah. Então encontraram-no — disse ele, como quem diz “lá está a chuva”. — Venham comigo. Antes que ele decida chocar no meio da fila.

Capítulo 4 — O carrinho que era uma porta

O senhor do algodão-doce guiou-os para trás do carrinho, onde ninguém prestava atenção. Ali havia uma caixa de madeira com uma fechadura em forma de cenoura.

— O meu nome é Gaspar — disse ele, baixinho. — Sou Guardador das Tradições Doces. Não conto isto a toda a gente. Só a quem encontra ovos que brilham.

Matilde soltou um “eu sabia!” silencioso.

Tomás tirou o ovo do casaco. A luz fez o interior da caixa cintilar.

— O que é isto? — perguntou Tomás, direto.

Gaspar pousou a mão sobre a fechadura.

— Este ovo não é para comer. É para lembrar. Ele guarda uma pequena faísca de alegria da Páscoa. Quando a faísca se perde, a festa fica… sem graça. Os chocolates sabem a “meh”. As cores ficam meio cansadas.

“Meh” é uma palavra muito triste — comentou Matilde, ofendida.

— Concordo — disse Gaspar. — Por isso precisamos da faísca.

O ovo deu um “tic-tic-tic”, apressado.

— E como ajudamos? — perguntou Tomás.

Gaspar apontou para a caixa.

— O ovo abre a porta. Mas só se for em equipa. Um sozinho não chega.

— Isso é conveniente — disse Matilde. — E justo.

Tomás colocou o ovo na fechadura. A luz espalhou-se e a madeira pareceu amolecer, como se fosse feita de mel.

— Agora, juntos — disse Gaspar. — Uma mão de cada, a rodar ao mesmo tempo.

Tomás e Matilde colocaram as mãos. O ovo estava quente, mas não queimava. Ao rodarem, sentiram um “clac” suave, como a tampa de uma lata que finalmente cede.

A caixa abriu-se… e dentro não havia chocolates. Havia um vento pequenino, perfumado a baunilha e primavera, e um punhado de pó brilhante que subiu no ar como pólen.

Tomás piscou os olhos. O mundo pareceu ficar mais nítido, como se alguém tivesse aumentado a saturação das cores.

— Uau — disse Matilde. — O parque está mais… parque.

Gaspar riu.

— A faísca acordou. Mas ainda falta espalhá-la. Senão ela volta a adormecer.

— Espalhar como? — perguntou Tomás, já a pensar em problemas e soluções.

Gaspar tirou do bolso dois saquinhos de papel com o símbolo da cenoura estrelada.

— Com isto. Uma pitada em cada lugar onde haja partilha: um banco, uma mesa de piquenique, a fonte, o coreto… Mas não vale fazer sozinho. A faísca só pega quando há cooperação.

Matilde agarrou um saquinho.

— Isto é tipo tempero de alegria.

— Exatamente — disse Gaspar. — E cuidado: se puserem demais, dá vontade de cantar em público. Funciona, mas pode ser embaraçoso.

Tomás imaginou o pai a cantar no coreto e decidiu ser prudente.

— Vamos fazer — disse ele. — Juntos.

Capítulo 5 — A corrida das pitadas brilhantes

Começaram pelo banco onde um avô tentava ensinar o neto a atar os atacadores. Matilde ia despejar um monte, mas Tomás segurou-lhe o pulso.

— Uma pitada, Matilde. Lembra-te do coreto cantado.

Ela revirou os olhos e lançou um grãozinho de brilho para o ar. Tomás fez o mesmo. O pó caiu e, por um instante, o laço do sapato pareceu formar-se sozinho, como se as mãos ficassem mais confiantes.

— Consegui! — gritou o neto. O avô riu, com um alívio enorme.

— Funciona! — sussurrou Matilde, com um orgulho que quase brilhava mais do que o pó.

Foram à mesa de piquenique onde duas meninas discutiam sobre quem ficava com o último ovo de chocolate.

— Eu vi primeiro!

— Eu toquei primeiro!

Tomás e Matilde trocaram um olhar. Ao mesmo tempo, sopram uma pitada sobre a mesa. O brilho espalhou-se como açúcar fino.

As meninas pararam, olharam para o ovo e, como se uma ideia simples tivesse aterrado ali, partiram-no ao meio.

— Metade-metade? — disse uma.

— Metade-metade — confirmou a outra.

Tomás sentiu um calor bom no peito. Não era só magia. Era um empurrãozinho para o que as pessoas já sabiam fazer.

Na fonte, um rapaz tentava apanhar uma moeda caída na água. Matilde quis logo arregaçar as mangas, mas Tomás segurou-a.

— Sem mergulhos hoje. A mãe mata-nos.

— Eu sei. Eu sei. Sou só… corajosa.

Juntos, lançaram a pitada. O rapaz viu uma folha a flutuar, usou-a como “barquinho”, empurrou a moeda até à borda e apanhou-a.

— Obrigado! — disse ele, sem saber porquê, mas com um sorriso que parecia ter sido polido.

De pitada em pitada, o parque ficava mais luminoso. As pessoas riam com mais facilidade. Um cão que antes rosnava a um skate começou a abanar a cauda, como se finalmente tivesse entendido o conceito de rodas.

Gaspar observava de longe, fingindo vender algodão-doce, mas o bigode dele denunciava o contentamento.

Quando chegaram ao coreto, a música mudou para uma melodia alegre. O ovo no bolso do Tomás brilhou com força, quase a atravessar o tecido.

— Acho que ele quer dizer “último sítio” — disse Tomás.

Matilde olhou para o palco.

— Ali toda a gente vê. Estás pronto para ser… discretamente mágico?

— A magia discreta é a minha especialidade — respondeu Tomás, tentando parecer confiante.

Subiram os degraus do coreto. Tomás tirou uma pitada e Matilde outra. Esperaram pelo momento em que a música fez uma pausa, como um suspiro.

E sopram.

O brilho espalhou-se pelo ar acima das cabeças. Por um segundo, parecia neve dourada. As crianças apontaram, encantadas. Os adultos levantaram os telemóveis, mas nenhum ecrã conseguiu captar exatamente o que era: um sentimento de Páscoa a encher o peito, como se o mundo dissesse “hoje dá para recomeçar”.

— Não está a dar vontade de cantar, pois não? — sussurrou Tomás.

Matilde ouviu o pai lá em baixo a assobiar a melodia e fez uma careta.

— Ainda não. Mas ele está perto.

O ovo fez um “tic” satisfeito e o brilho diminuiu, como se tivesse cumprido a tarefa.

Capítulo 6 — O abraço que fecha a festa

No caminho de volta, encontraram Gaspar junto ao carrinho. Ele olhou para o ovo, agora apenas morno, com uma luz suave, como um candeeiro de presença.

— Conseguiram — disse ele. — A faísca ficou espalhada. A Páscoa vai saber a Páscoa.

Tomás respirou fundo, finalmente relaxado.

— E o ovo? O que fazemos com ele?

Gaspar abriu a mão, como quem recebe algo precioso sem pressa.

— Ele volta para onde pertence. Mas antes… — olhou para os dois — …há uma coisa importante.

Matilde inclinou a cabeça.

— Mais uma missão?

— Um agradecimento — disse Gaspar. — A cooperação não é só trabalhar juntos. É reconhecer que o outro fez diferença.

Tomás olhou para Matilde. Ela estava com o algodão-doce meio derretido nos dedos e a orelha de coelho mais torta do que antes, mas tinha sido ela a ver a medalha, a apanhar pistas, a manter a aventura divertida.

— Obrigado — disse Tomás, sincero. — Sem ti eu teria… pensado tanto que o ovo teria chocado sozinho.

Matilde sorriu, com aquele ar de quem finge que não liga.

— E sem ti eu teria despejado o pó todo e o parque estaria a cantar ópera.

Tomás riu. Depois, sem fazer um discurso, abriu os braços.

Matilde entrou no abraço como se já estivesse à espera. Foi apertado e quente, com cheiro a chocolate e vento de primavera.

— Obrigado — repetiu Tomás, e desta vez foi maior do que as palavras.

Gaspar pigarreou, emocionado de propósito só um bocadinho.

— Muito bem. Agora, podem ir. E não se esqueçam do filme da noite. Escolham em equipa.

Tomás entregou o ovo a Gaspar. Antes de desaparecer na caixa, ele brilhou uma última vez, como uma piscadela.

Quando encontraram os pais, o parque parecia mesmo mais colorido. A mãe olhou para eles, desconfiada.

— Então? Muitos ovos?

Matilde mostrou o cesto, cheio.

— Muitos. E… foi uma manhã com cooperação.

O pai levantou uma sobrancelha.

— Isso soa a milagre.

Tomás deu de ombros, com um sorriso tranquilo.

— Talvez a Páscoa tenha dessas coisas.

E, enquanto caminhavam para casa, o sol parecia acompanhar o passo, como se também tivesse participado na caça aos ovos.

Sem publicidade 3 € por mês

Deseja uma leitura sem interrupções? Apoie Oh My Tales, remova todos os anúncios e aproveite outras vantagens incluídas a partir de 3€ por mês.

Veja os planos e tarifas
Compartilhar

reportar um problema com esta história

O que você achou desta história?

Dê sua opinião atribuindo uma nota a esta história com base no que você e/ou seu filho acharam. Obrigado antecipadamente!

Obrigado! Sua nota foi levada em conta!

O quiz: você entendeu bem a história?

Pastelaria
Loja onde se vendem bolos, doces e produtos de padaria.
Atacadores
Cordões que servem para apertar e prender os sapatos.
Vime
Material flexível, feito de ramos, usado para tecer cestos e móveis.
Regador
Recipiente com bico usado para verter água nas plantas.
Coreto
Pequena construção circular no parque onde se fazem músicas ou reuniões.
Avental
Peça de roupa usada por cima, para proteger a roupa ao cozinhar ou trabalhar.
Guardador
Pessoa que cuida ou protege algo importante ou tradicional.
Tradições
Costumes ou festas antigas que as pessoas mantêm ao longo do tempo.
Faísca
Pequena centelha de luz ou energia que pode iniciar algo maior.
Pitada
Quantidade pequena de algo, normalmente tempero ou pó, despejada com cuidado.
Pólen
Pó fino das flores que ajuda na reprodução das plantas.
Cintilar
Brilhar com reflexos rápidos e pequenos, como um brilho pequeno e vivo.
Embaraçoso
Situação que causa vergonha ou desconforto por ser fora do comum.

Crie uma história mágica e única para o seu filho!

Crie em poucos minutos uma aventura personalizada onde seu filho se torna o herói. Com nossa ferramenta exclusiva, é fácil, gratuito e divertido!

Criar uma história

Baixe esta história:

Baixar esta história em PDF Baixar o e-book (.epub)

Receba novas histórias todos os domingos à noite!

Receba 7 histórias emocionantes e cativantes, adaptadas à idade e aos gostos do seu filho, todo domingo às 17h*. É grátis e garantido sem spam!
*E-mail enviado às 16h00, hora de Lisboa.
Nós também não gostamos de spam. Assim, nós só lhe enviaremos histórias. Você poderá se descadastrar quando desejar.