Carregando...
História de Halloween 9 a 10 anos Leitura 18 min.

O mistério do morcego de papel sorridente

Quatro amigas em fantasias de Halloween seguem pistas pela rua das Laranjeiras para encontrar um morcego de papel desaparecido, enfrentando sustos leves, um gato travesso e mistérios na biblioteca e no jardim.

Baixar esta história em PDF

Ideal para compartilhar ou imprimir esta história!

Baixar o e-book (.epub)

Leia esta história no seu leitor de e-books.

Seis personagens: Lia, 9 anos, rabo de cavalo castanho, em pé num pequeno banco de madeira esticando o braço para apanhar um morseco de papel preto sorridente preso num ramo; Bia, 10 anos, cabelo encaracolado e chapéu pontudo inclinado, segura o banco à esquerda com um sorriso de apoio; Cacau, 9 anos, vestida com um lençol branco estilo fantasma, à direita do banco com uma mão na anca e outra com uma guloseima, expressão divertida e protetora; Joana, 10 anos, com roupa de detetive e lupa, observa ajoelhada junto ao tronco; Sombra, gato preto de pelo brilhante e olhos amarelos, empoleirado no muro atrás do banco, olhando o morseco como um guia brincalhão; Aurora, mulher de ~60 anos, cabelo grisalho apanhado, avental com confetes de papel, na pequena varanda à direita com a porta aberta e guirlandas luminosas, a observar com ternura. Local: pequeno jardim entre uma papelaria e uma casa, chão de pedras húmido, arbustos baixos e árvore com fitas laranja, guirlandas e lampiões de abóbora; vitrines da papelaria com silhuetas de papel. Situação: noite de Halloween suave e iluminada, Lia recupera delicadamente o morseco de papel preso num ramo enquanto as amigas estabilizam o banco, o gato observa vitorioso e Aurora sorri sob as luzes quentes que piscam suavemente. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1 — Fantasias, listas e um desejo esquisito

A tarde cheirava a castanhas assadas e a folhas secas. No quarto da Lia, quatro meninas quase com dez anos rodopiavam entre capas, chapéus e fitas brilhantes.

Lia era a mais minuciosa do grupo. Tinha uma prancheta de cartão (que ela chamava “painel de missões”) e uma lista com quadradinhos para assinalar.

— Fantasia? — perguntou ela, com o lápis apontado como se fosse um microfone.

— Bruxa elegante! — disse a Bia, ajeitando um chapéu que insistia em cair para um lado, como se tivesse sono.

— Fantasma desastrado! — anunciou a Cacau, enrolando-se num lençol com dois buracos tortos para os olhos. — Eu sou um fantasma moderno. Vejo o mundo… meio torto.

— Detetive do medo! — disse a Joana, com uma lupa e um casaco grande demais. — Vou investigar qualquer coisa que faça “buu”. E também qualquer coisa que faça “puf”, “plim” e “ai, pisei num lego”.

Lia sorriu. Ela própria ia de vampira, mas uma vampira organizada: capa preta passada a ferro, colar vermelho alinhado, e uns dentes falsos guardados numa caixinha.

— Tudo pronto — disse ela, a assinalar três quadradinhos. — Agora falta o meu desejo de Halloween.

As outras olharam, curiosas.

— Um doce gigante? Uma vassoura a jato? Um caldeirão de chocolate?

Lia respirou fundo, como se fosse revelar um segredo importantíssimo.

— Quero encontrar um morcego de papel.

Silêncio.

— Um morcego… de papel? — repetiu Bia, como quem tenta perceber se aquilo se come.

— Sim — confirmou Lia. — Vi um pendurado numa montra. Era preto, com asas dobradas, e parecia que sorria. Mas quando voltei com a minha mãe, já não estava. Então… esta noite eu quero achar um.

Cacau levantou o lençol um bocadinho e sussurrou:

— Talvez tenha voado. Digo… deslizado. Digo… escapado.

Joana aproximou a lupa do rosto de Lia.

— Um objeto desaparecido em noite de Halloween. Caso perfeito. Onde foi visto pela última vez?

Lia apontou para a janela.

— Na rua das Laranjeiras, perto da biblioteca. E eu tenho um plano.

Ela virou a prancheta: “Missão Morcego de Papel — sem gritos exagerados, com coragem, e com paragens para rebuçados”.

Bia endireitou o chapéu, finalmente.

— Se é para procurar um morcego… vamos. Mas se ele for um morcego verdadeiro, eu aviso já: eu corro em ziguezague.

— Não vai ser verdadeiro — garantiu Lia, mas o coração dela fez um “tum” animado. Mistério era bom. Um bocadinho de arrepio também.

Capítulo 2 — A rua das Laranjeiras e o primeiro arrepio

A rua estava enfeitada com abóboras, teias de aranha de algodão e luzes alaranjadas. As meninas começaram o “doce ou travessura” com energia, e em cada porta alguém dizia: “Que fantasias tão assustadoras!” — mas com um sorriso.

Lia caminhava como se estivesse a medir o chão. A cada casa, conferia a lista: “1) Dizer obrigado. 2) Não comer todos os chocolates antes de chegar a casa. 3) Procurar sinais do morcego.”

Na biblioteca, as janelas estavam decoradas com silhuetas pretas: gatos, corvos… e nada de morcego.

— Talvez ele esteja lá dentro, a ler — brincou Cacau. — Um morcego intelectual.

Joana apontou a lupa para a porta. Havia um bilhete colado:

“NOITE DE HISTÓRIAS ASSUSTADORAS (MAS NÃO MUITO) — Entrada pela porta dos fundos.”

Bia engoliu em seco.

— Porta dos fundos… isso soa a filme.

— Filme infantil — corrigiu Lia, firme. — Com mantas e bolachas.

Deram a volta ao prédio. O corredor dos fundos era estreito e tinha um cheiro a papel velho e chuva. Uma lâmpada piscava devagar, como se estivesse a piscar o olho.

De repente, algo roçou no ombro de Lia.

Ela deu um salto tão pequeno que quase pareceu educado.

— O que foi isso?!

Uma folha seca caiu do cabelo dela e pousou no chão, fazendo “crac”.

Cacau riu-se por baixo do lençol.

— Ataque feroz… da Folha Assassina!

Lia respirou e soltou uma gargalhada curta, aliviada.

— Coragem, equipe — disse Joana, a endireitar o “casaco de detetive”. — Vamos investigar.

A porta dos fundos estava entreaberta. Lá dentro, ouvia-se um murmúrio de vozes e o virar de páginas, como asas suaves.

As quatro entraram, juntas, com passos cuidadosos.

No salão da biblioteca, havia almofadas no chão e uma senhora a contar uma história com uma lanterna a iluminar o rosto por baixo. Não era assustador demais — era do tipo “ui” e depois “ahah”.

Mas Lia estava concentrada noutra coisa: no canto, pendurado numa linha, havia um móbile de figuras de papel. Havia uma abóbora, uma estrela… e um morcego.

O coração dela saltou.

Só que, quando ela se aproximou, viu que aquele morcego tinha um rasgão numa asa, como se alguém o tivesse agarrado à pressa.

— Este não é o da montra — sussurrou Lia. — Mas é um sinal.

Joana pôs a lupa bem perto.

— Rasgo recente. Alguém mexeu.

Bia olhou à volta.

— E se o morcego de papel está a fugir de nós?

Cacau levantou os braços do lençol, dramática:

— Talvez ele escolha a sua dona pela coragem.

Lia engoliu. Coragem. Certo. Ela marcou mentalmente um quadradinho invisível: “Não desistir”.

Capítulo 3 — O sussurro no jardim e a pista pegajosa

Quando a sessão de histórias terminou, as meninas saíram com mais dois rebuçados cada uma (a biblioteca era o único lugar do mundo onde se ganhavam doces por ouvir com atenção). A noite estava mais escura, mas a rua brilhava com janelas iluminadas.

— Vamos à montra onde viste o morcego — decidiu Joana. — Voltar ao local do desaparecimento é regra número um dos detetives. Regra número dois é… não tropeçar.

Ela tropeçou numa raiz. Nada grave, mas foi tão certinho que todas riram.

A loja da montra era uma papelaria. As portas estavam fechadas, mas a montra ainda tinha recortes de Halloween. Havia aranhas simpáticas e esqueletos a dançar com gravatas.

Lia encostou o nariz ao vidro.

— Aqui — disse ela. — Era mesmo aqui que ele estava, pendurado numa estrela de papel.

Bia apontou para o chão, junto ao caixilho.

— Olhem! Uma coisinha preta.

Era um pedacinho de papel dobrado, em forma de triângulo. Lia pegou com todo o cuidado, como se fosse um tesouro.

— Parece… uma ponta de asa — murmurou ela.

Cacau aproximou-se.

— Ou um chapéu minúsculo para um rato.

Joana cheirou o pedacinho (com cara séria de cientista, apesar de não ser nada científico cheirar papel).

— Hm. Cheira a cola.

Lia sentiu os olhos brilharem.

— Cola! Isso quer dizer que alguém está a fazer morcegos de papel. Talvez… a dona da papelaria?

Nesse momento, um sussurro veio do lado de trás da loja, do pequeno jardim que ficava entre a papelaria e o prédio ao lado.

“Shhh… shhh… shhh…”

As quatro congelaram. Até o fantasma desastrado ficou quieto, o que era raro.

Bia apertou a manga da capa de Lia.

— O que é isso? Um… vassouro? Um… aspirador fantasma?

Joana levantou a lupa como se fosse um escudo.

— Mantenham a calma. Medo é só o cérebro a fazer barulho.

Lia engoliu em seco, mas deu um passo em frente.

— Vamos ver. Devagar.

Entraram no jardinzinho. Havia arbustos baixos, um banco molhado e uma árvore com fitas penduradas. O sussurro vinha de baixo do banco.

Cacau, com o lençol preso no joelho (como sempre), abaixou-se e levantou a ponta do tecido, corajosa à sua maneira.

— Olá? Se és um monstro, por favor… sê um monstro educado.

Debaixo do banco estava… um gato. Um gato preto com olhos enormes, a lamber uma pata. Ao lado, uma coisa brilhante e pegajosa: fita-cola.

O gato soltou um “miau” que parecia dizer: “Assustei-vos? Pois, eu sou muito bom nisso.”

Bia pôs a mão no peito.

— Era só um gato! Um gato de Halloween profissional!

Lia riu, sentindo a coragem a voltar como uma luz acesa.

— Olha a fita-cola — disse Joana. — E… isto.

Ela puxou com cuidado um fio fino preso na fita. No fim do fio, havia uma estrelinha de papel amassada.

— Alguém andou a pendurar enfeites aqui — concluiu Joana.

Lia olhou para a árvore com fitas.

— Talvez o morcego tenha ficado preso e… escapou.

O gato bocejou, como quem aprova a teoria.

Cacau apontou para o portãozinho do jardim, que dava para um corredor lateral.

— Se eu fosse um morcego de papel com espírito de aventura, eu iria por ali.

Lia endireitou a capa.

— Então vamos. Com calma. E com coragem.

Capítulo 4 — A casa das luzes baixas e o segredo da senhora Aurora

O corredor lateral levava a uma rua menor, mais silenciosa. As casas tinham lanternas em formato de abóbora e, num portão, um letreiro dizia: “Cuidado com o cão”. O cão, no entanto, era um chihuahua com um casaco de esqueleto e um latido que parecia um espirro.

— Atchim! — imitou Cacau, e o chihuahua abanou o rabo, ofendido e feliz ao mesmo tempo.

No fim da rua, havia uma casa com as luzes muito suaves. Na varanda, pendiam guirlandas apagadas, como se estivessem a descansar. E na porta, um enfeite enorme de papel: uma lua sorridente.

Lia sentiu um arrepio bom, daqueles de “estamos perto”.

Joana encontrou uma pista: no degrau, havia restos de recortes pretos, como confetes.

Bia sussurrou:

— Quem mora aqui faz artesanato.

Lia respirou fundo e bateu à porta, três toques certinhos, como na sua lista imaginária.

A porta abriu-se devagar. Apareceu uma senhora de cabelo prateado, com um avental cheio de pequenos pedaços de papel colados, como se tivesse abraçado uma tempestade de confetes.

— Boa noite, pequenas assombrações — disse ela, com voz macia. — Que lindas fantasias.

— Boa noite — disse Lia, educada. — Nós… estamos à procura de um morcego de papel.

A senhora piscou, surpresa.

— Ah. Então era isso.

Cacau inclinou-se para a frente.

— A senhora… conhece um morcego de papel aventureiro?

A senhora riu-se baixinho.

— Chamo-me Aurora. E sim, eu conheço. Porque eu faço morcegos de papel para enfeitar a rua. Este ano quis fazer um especial, com asas dobráveis. Mas… o meu gato, o Sombra, decidiu que era um brinquedo.

— O gato do jardim! — disse Bia. — Ele tem cara de quem rouba com estilo.

Aurora assentiu.

— O Sombra levou o morcego para todo o lado. Eu tentei apanhá-lo, mas ele é rápido e… muito convencido. Hoje de manhã, o morcego desapareceu. E eu fiquei triste, porque era para a festa de logo à noite.

Lia sentiu uma pontada no peito. Ela queria muito o morcego… mas não queria que alguém ficasse triste.

Joana pousou a lupa.

— Talvez possamos ajudar a encontrar. E devolvemos à senhora Aurora. Certo?

Lia hesitou só um segundo. Depois, endireitou os ombros.

— Certo. Nós ajudamos.

Aurora abriu mais a porta, revelando a sala: havia tesouras sem ponta, papel colorido, e uma caixa com guirlandas de luzes.

— Se o encontrarem — disse ela —, a festa vai ficar completa. E eu prometo uma coisa: guirlandas a piscar em modo suave, como vaga-lumes a bocejar.

Cacau suspirou.

— Isso é a coisa mais confortável que já ouvi.

Aurora entregou-lhes uma pequena lanterna e um recorte de morcego, para reconhecerem o modelo.

— Procurem por este sorriso — explicou ela. — Eu juro que fiz o morcego a sorrir.

Bia arregalou os olhos.

— Um morcego sorridente. Isso é muito suspeito.

— Suspeito e fofo — corrigiu Lia, a sentir-se mais corajosa. — Vamos encontrá-lo.

Capítulo 5 — O morcego sorridente e as guirlandas que piscam baixinho

As meninas voltaram ao jardinzinho e chamaram pelo gato.

— Sombraaa! — chamou Cacau, com voz de quem chama um rei preguiçoso.

O gato apareceu em cima do muro, como se tivesse estado ali o tempo todo a assistir. Os olhos brilhavam, e ele parecia divertir-se.

Joana tirou do bolso um rebuçado embrulhado e abanou-o.

— Negociação — disse ela. — Um rebuçado em troca de… informação.

O gato inclinou a cabeça, avaliando. Depois saltou para o chão e caminhou devagar, com a cauda no ar, como um guia turístico muito importante.

Ele levou-as até à árvore das fitas. Parou, olhou para cima e soltou um “miau” que parecia uma ordem: “Olhem. E admirem.”

Lá em cima, preso entre dois ramos, estava o morcego de papel. Um pouco amarrotado, mas inteiro. As asas dobráveis estavam abertas, e o sorriso… era real. Um sorriso pequeno, como se o morcego estivesse a achar tudo aquilo uma grande piada.

Lia aproximou-se da árvore. O ramo era alto demais.

Bia pôs as mãos na cintura.

— Eu subo?

Cacau abanou a cabeça, o lençol a esvoaçar.

— Se tu sobes, eu faço som de ambulância de fantasma.

Joana observou o tronco.

— Melhor fazermos isto com segurança. Lia, tu és minuciosa. Tens algum plano?

Lia pensou rápido. Viu o banco, viu a lanterna, viu as fitas.

— Plano: o banco aqui. Eu subo com cuidado. Vocês seguram o banco. E ninguém faz “buu” do nada.

— Prometido — disse Cacau, levantando a mão. — Só faço “buu” com aviso prévio e formulário assinado.

Com as amigas a segurarem o banco, Lia subiu. O coração batia, mas ela respirou fundo, como a senhora Aurora falava nas histórias: “inspira coragem, expira medo”.

Ela esticou o braço. O papel farfalhou. Por um segundo, o morcego pareceu querer escapar outra vez, como se estivesse a brincar às escondidas. Lia pegou nele com delicadeza e soltou um suspiro feliz.

— Encontrei!

Bia aplaudiu baixinho.

— O morcego está… a rir-se de nós.

— Eu também — confessou Lia, descendo. — Mas é um riso bom.

Foram a correr (sem correr demais, para não cair) até à casa da Aurora. Bateram à porta, e a senhora abriu com um sorriso ansioso.

— Conseguiram?

Lia estendeu o morcego de papel, como se oferecesse um troféu.

— Ele estava na árvore. E o Sombra foi o nosso guia.

O gato, que as tinha seguido, sentou-se à porta com ar inocente, como quem diz: “Eu? Eu só passeio.”

Aurora pegou no morcego e alisou-lhe as asas com carinho.

— Perfeito. Vocês foram corajosas e gentis. Obrigada.

Ela pendurou o morcego na varanda, bem ao centro, onde podia ser visto por toda a rua. Depois, abriu a caixa de guirlandas e ligou-as.

As luzes começaram a piscar em modo suave: um brilho manso, cadenciado, como se a casa estivesse a respirar luz. A varanda ficou dourada e acolhedora, e o morcego de papel, sorridente, parecia dançar devagar.

— Uau — murmurou Bia. — Dá vontade de beber chocolate quente só de olhar.

Cacau ajeitou o lençol.

— Eu, como fantasma, declaro esta varanda oficialmente… confortável.

Joana fechou a lupa e sorriu.

— Caso resolvido. Mistério doce. Nenhum susto exagerado.

Lia olhou para o morcego de papel. Ela ainda o desejava para si, mas sentiu uma alegria diferente, maior: a de ter ido até ao fim, mesmo com arrepios, e de ter feito a coisa certa.

Aurora aproximou-se e colocou na mão de Lia um pequeno recorte de papel, dobrado com cuidado.

— Para ti — disse ela. — Um mini-morcego. Para guardares no teu quarto. Este não foge. Acho eu.

Lia abriu o recorte: era um morceguinho sorridente, do tamanho da palma da mão.

— Obrigada — disse ela, com os olhos a brilhar.

As quatro despediram-se e caminharam pela rua iluminada. As guirlandas da varanda da Aurora piscavam ao longe, sempre em modo suave, como vaga-lumes a contar uma história de boa-noite.

E, naquela noite de Halloween, Lia aprendeu que coragem não é não ter medo. Coragem é dar um passo mesmo com o coração a fazer “tum”, especialmente quando se tem amigas por perto… e um gato convencido a apontar o caminho.

Sem publicidade 3 € por mês

Deseja uma leitura sem interrupções? Apoie Oh My Tales, remova todos os anúncios e aproveite outras vantagens incluídas a partir de 3€ por mês.

Veja os planos e tarifas
Compartilhar

reportar um problema com esta história

O que você achou desta história?

Dê sua opinião atribuindo uma nota a esta história com base no que você e/ou seu filho acharam. Obrigado antecipadamente!

Obrigado! Sua nota foi levada em conta!

O quiz: você entendeu bem a história?

Prancheta
Uma tábua leve para prender papéis e escrever listas ou desenhos.
Quadradinhos
Pequenos quadrados desenhados numa lista para marcar tarefas feitas.
Montra
A vitrine de uma loja onde se mostram objetos para quem passa ver.
Rasgão
Um corte grande e irregular num papel, tecido ou outro material.
Móbile
Objeto pendurado com figuras de papel que se mexem com o vento.
Murmúrio
Som baixo e suave de vozes, quase como um sussurro distante.
Sussurro
Fala muito baixa, quase sem som, usada para não acordar ou assustar.
Almofadas
Travesseiros macios usados para sentar ou apoiar nas leituras no chão.
Lanterna
Pequena luz portátil que serve para iluminar à noite ou em histórias.
Confetes
Pequenos pedaços de papel colorido usados em festas e decorações.

Crie uma história mágica e única para o seu filho!

Crie em poucos minutos uma aventura personalizada onde seu filho se torna o herói. Com nossa ferramenta exclusiva, é fácil, gratuito e divertido!

Criar uma história

Baixe esta história:

Baixar esta história em PDF Baixar o e-book (.epub)

A ler em seguida em Histórias de Halloween para 9 a 10 anos

Receba novas histórias todos os domingos à noite!

Receba 7 histórias emocionantes e cativantes, adaptadas à idade e aos gostos do seu filho, todo domingo às 17h*. É grátis e garantido sem spam!
*E-mail enviado às 16h00, hora de Lisboa.
Nós também não gostamos de spam. Assim, nós só lhe enviaremos histórias. Você poderá se descadastrar quando desejar.