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História de pequenos investigadores 11 a 12 anos Leitura 18 min.

O mistério do caderno vermelho na pista ciclável

Quando o caderno vermelho do Arquivista-Toupeira desaparece, o Raposo Rui e os amigos seguem pistas pela pista ciclável para descobrir o que aconteceu, enfrentando segredos, medo e a importância de pedir ajuda.

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Personagem principal: um raposo ruivo esguio e atento, bigodes finos, olhos amendoados brilhantes, veste um colete verde, agachado e segurando delicadamente um caderno vermelho gasto com marcas de dentes; personagem secundário importante: um coelhinho branco envergonhado e nervoso, orelhas baixas, assento quebrado com um curativo improvisado, sentado ao lado do raposo mostrando com o dedo uma peça perdida sobre uma folha; outro secundário: uma toupeira redonda e míope, de avental empoeirado, aliviada e trêmula, em pé atrás com uma pá curta observando o caderno reencontrado; ao fundo, uma lontra pintora com patas manchadas de azul ajeita bandeirolas verdes junto a um pequeno lago; cenário: uma ciclovia florestal com piso de pedras lisas, samambaias, uma ponte de madeira danificada, folhas secas cobrindo um buraco e bandeirolas ao vento ao pôr do sol; situação: momento calmo de revelação e ajuda mútua, cores quentes e textura aquarelada. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1 — O caderno desaparecido

O Raposo Rui tinha um caderno vermelho onde anotava tudo: mapas, horários, pequenos mistérios do bosque e até piadas para os dias de chuva. Naquela manhã, a Aldeia das Tocas acordou com um rumor inquieto: o caderno do Arquivista-Toupeira sumira.

O Arquivista-Toupeira guardava as memórias de todos: receitas, histórias antigas, regras do trilho e as autorizações para as corridas na pista ciclável. Sem o caderno, ninguém sabia qual seria o percurso da Corrida da Folha Dourada, marcada para o fim da tarde.

“Sem o meu caderno, é como ter uma biblioteca sem portas!” — lamentou a Toupeira, com a terra ainda no focinho.

Rui endireitou as orelhas. Adorava quando o quotidiano virava aventura.

“Vamos encontrar. Mas com método, — disse ele. — “Primeiro: onde foi visto pela última vez?”

A Coruja Berta, que tomava conta do relógio da praça, piscou devagar.

“Eu vi o Arquivista a sair do Salão das Raízes ao amanhecer. O caderno estava debaixo do braço. Ele foi em direção à pista ciclável, para medir as curvas.”

O Esquilo Pisco apareceu a dar saltinhos, ofegante.

“Eu vi uma coisa! Um brilho vermelho perto do banco do Miradouro. Parecia… um canto de capa!”

Rui não correu logo. Tirou do bolso uma bolota e desenhou no chão três círculos.

“Ponto A: Salão das Raízes. Ponto B: banco do Miradouro. Ponto C: entrada da pista. Vamos ligar os pontos e procurar sinais no caminho. Nada de adivinhar. Vamos observar.”

A Toupeira assentiu, esperançosa.

“E… sem culpar ninguém antes de saber,” — acrescentou Rui.

A frase ficou no ar como uma lanterna acesa.

Capítulo 2 — Pegadas na pista ciclável

A pista ciclável do bosque era uma fita de pedra lisa entre fetos e castanheiros. Tinha marcas pintadas: uma linha branca ao meio e setas amarelas nas curvas. Os animais iam de bicicleta de madeira, patinetes de pinho ou simplesmente de patins feitos com casca dura.

Rui, Pisco e Berta chegaram ao banco do Miradouro. O banco estava limpo, mas o chão tinha migalhas de casca de noz e uma pena cinzenta.

Pisco apontou logo:

“Foi o Texugo Tomás! Ele vive a comer nozes e tem pelo cinzento!”

Rui levantou uma pata.

“Calma. Migalhas não são prova. Podem ser de qualquer lanche.”

Ele aproximou o focinho do chão. Havia marcas finas, como duas linhas paralelas, indo e voltando.

“Vês isto?” — Rui falou baixo. — “Marcas de rodinhas pequenas. Patins ou um carrinho leve.”

Berta inclinou a cabeça.

“O Arquivista usa bicicleta grande. Estas marcas não são dele.”

Rui reparou também em algo preso numa fenda da pedra: um fio verde, brilhante, de fita.

“Uma fita… como as usadas nas bandeirolas da corrida,” — murmurou.

Do outro lado, junto ao arbusto de amoras, havia uma poça rasa com pegadas: uma pata larga, com quatro dedos bem marcados, e ao lado… marcas de cauda arrastada.

Pisco engoliu em seco.

“Cauda arrastada… isso é… cobra?”

Rui sorriu, mas sem gozar.

“Pode ser. Ou pode ser alguém a arrastar um ramo. Vamos evitar filmes de terror. O importante é: alguém passou aqui com pressa, perto de água, e deixou sinal.”

Berta abriu as asas, apontando mais à frente.

“Olhem. Um pedacinho vermelho preso naquele espinho.”

Num espinho, a um palmo do chão, havia um fragmento de capa de caderno. Vermelho, com um risco dourado.

Pisco quase deu um salto mortal.

“É dele!”

Rui guardou o fragmento numa folha dobrada, como se fosse uma evidência preciosa.

“Sim. E agora vem a pergunta que resolve metade do caso: caiu aqui… ou foi rasgado aqui?”

Ele observou o espinho. A fibra estava puxada para fora, como tecido preso ao passar.

“Parece que alguém passou correndo com o caderno e ele agarrou no espinho.”

Berta bateu as asas uma vez.

“Para onde foi?”

Rui seguiu as marcas de rodinhas até uma curva onde a pista ciclável se dividia: um caminho para o Lago das Libélulas e outro para a Colina do Sinos.

No poste de madeira havia duas setas. E por baixo delas, uma gota seca de tinta azul.

“Tinta?” — Pisco esfregou os olhos. — “Quem anda a pingar tinta pela pista?”

Rui não respondeu logo. Olhou para ti.

“Se fosses o ladrão, escolhias o caminho do lago, onde há mais lama para apagar pegadas… ou a colina, onde o vento leva tudo? Pensa.”

E então, Rui apontou para o chão: a tinta azul estava do lado da seta do lago. E as marcas de rodinhas também curvavam nessa direção.

“Vamos ao Lago das Libélulas.”

Capítulo 3 — Suspeitos e perguntas certas

O Lago das Libélulas brilhava como um espelho com sardas de sol. Havia uma pequena oficina de pintura ali perto, onde a Lontra Lila pintava placas para a pista ciclável: “Devagar”, “Curva perigosa”, “Sorrir faz bem”.

Lila estava com as patas azuis até aos cotovelos.

“Olá, investigadores,” — disse ela, divertida. — “Vieram comprar uma placa a dizer ‘Proibido desaparecer cadernos'?”

Pisco corou. Berta pigarreou.

Rui foi direto, mas educado:

“Lila, viste o Arquivista-Toupeira passar hoje de manhã?”

“Vi sim,” — respondeu a lontra. — “Ele parou para medir a ponte. Disse que precisava das bandeirolas verdes. Eu ofereci fita, mas ele já tinha.”

Rui mostrou o fio verde encontrado.

“Parecido com isto?”

Lila estreitou os olhos.

“Exatamente. É fita de bandeirola. Eu cortei um rolo ontem e dei alguns pedaços ao Arquivista.”

Pisco sussurrou:

“Então ele esteve aqui. E a tinta azul no poste… é tua!”

Lila levantou as patas, pingando.

“Culpada de ser desarrumada, sim. Mas não sou ladra. Hoje cedo, tropecei e derramei tinta ao lado do poste da bifurcação. Até limpei com folhas, mas ficou mancha.”

Rui assentiu. Isso explicava a tinta sem acusar ninguém.

“Mais uma coisa: viste alguém com pressa? Alguém com rodinhas pequenas?”

Lila apontou com o queixo para a margem.

“Vi o Coelho Nuno a treinar com patins novos. Fazem ‘zzzip' como mosquitos. E vi também… o Texugo Tomás a carregar um saco de nozes enorme. Resmungava sobre ‘esconder o lanche antes que alguém peça'.”

Pisco arregalou os olhos.

“Texugo! Eu disse!”

Rui não deixou a empolgação virar julgamento.

“Pode ser. Mas vamos fazer o que um bom detetive faz: procurar contradições e confirmar horários.”

Berta, do alto de uma rocha, observou a ponte. Havia marcas de bicicleta grande na terra, e ao lado… marcas de patins pequenos, cruzando e voltando.

“O Arquivista passou. E alguém passou logo depois,” — disse ela. — “Mas… por que o Arquivista teria deixado o caderno cair?”

Rui aproximou-se do corrimão da ponte. Havia uma lasca de madeira recente e uma linha fina no chão, como se algo pesado tivesse sido arrastado.

“Talvez não tenha caído,” — disse Rui. — “Talvez tenha sido puxado.”

Pisco engoliu.

“Puxado por quem?”

Rui olhou para ti outra vez, como quem partilha uma charada.

“Repara nas pistas: fita verde, marcas de patins, lasca na ponte e um fragmento vermelho preso num espinho. O que isso sugere? Alguém tentou pegar no caderno enquanto ele passava… e fugiu.”

Berta fez um “hmm” comprido.

“E para onde fugiria com um caderno vermelho, sem querer ser visto?”

Rui cheirou o ar. Havia um odor doce e oleoso: manteiga de noz.

“Rasto de lanche,” — disse ele. — “Vamos seguir.”

Capítulo 4 — O esconderijo do lanche

O cheiro levou-os para fora da pista, por um atalho estreito entre urtigas (Rui foi à frente, afastando-as com um ramo). Chegaram a um monte de folhas secas, cuidadosamente empilhadas, como uma cama camuflada.

Pisco sussurrou:

“Isto é um esconderijo!”

Berta pousou sem ruído.

Rui não mexeu logo. Primeiro, observou: ao lado do monte havia cascas de noz, sim, e também… uma pequena roda de patim, solta, com barro.

“Interessante,” — murmurou Rui. — “Aqui há nozes e patins. Duas pistas juntas. Ou alguém quis confundir.”

Ele levantou uma folha do monte com cuidado. Lá dentro, havia… um saco de nozes. E, embaixo, um caderno vermelho.

Pisco abriu um sorriso enorme.

“Encontrámos!”

Mas Rui franziu o focinho. O caderno estava ali, porém a capa tinha marcas de mordidinhas pequenas nos cantos. E um fio de fita verde amarrado, como se alguém tivesse tentado fechar à pressa.

“Não parece roubo por maldade,” — disse Rui. — “Parece… trapalhada.

Nesse instante, um som “zzzip—ai!” veio do arbusto. Um coelho apareceu, com um patim num pé e o outro pé nu, saltando de dor.

Era o Coelho Nuno. As orelhas tremiam como bandeiras ao vento.

“Não mexam!” — gritou ele. — “Quer dizer… já mexeram… Ai… Eu só queria… Ai!”

Pisco cruzou os braços.

“Então foste tu! Ladrão de cadernos!”

Nuno ficou quase do tamanho de uma avelã.

“Eu não sou ladrão! Eu sou… péssimo a pedir ajuda.”

Rui falou com calma, como quem abre uma porta sem ranger:

“Conta tudo do início. Sem cortes. E devagar.”

Nuno sentou-se numa pedra, massageando o tornozelo.

“Eu estava a treinar na pista. Vi o Arquivista com o caderno debaixo do braço. E… eu queria muito participar na corrida, mas tenho vergonha. Sou rápido, mas caio. Então pensei: se eu soubesse o percurso antes, treinava as curvas escondido.”

Berta levantou uma sobrancelha.

“E decidiste… puxar o caderno?”

Nuno baixou as orelhas.

“Eu cheguei perto na ponte. O meu patim prendeu numa lasca. Eu escorreguei e… a minha pata agarrou no caderno. Não era para roubar, era para… olhar só um bocadinho. Mas o caderno veio todo. O Arquivista quase caiu! Eu entrei em pânico. Fugi.”

Pisco abriu a boca, pronto para ralhar. Rui ergueu a cauda, pedindo silêncio.

Nuno continuou, a voz a falhar:

“Depois… ouvi passos pesados. Era o Texugo Tomás. Eu pensei que ele me ia apanhar. Escondi o caderno aqui, debaixo das nozes, porque… ninguém mexe nas nozes do Tomás. Pelo menos eu achava.”

“E as mordidas na capa?” — perguntou Rui.

Nuno apontou para o próprio estômago, envergonhado.

“Eu estava nervoso. Eu… roí um canto. Sim. Eu sei. Péssima ideia.”

Berta suspirou.

“O mistério está quase resolvido, mas ainda falta uma coisa: por que o caderno estava perto das nozes do Tomás? Ele sabe disto?”

Nuno abanou a cabeça.

“Não! Eu só copiei o lugar. Já tinha visto o Tomás esconder lanche aqui.”

Rui apanhou a roda solta do patim.

“E perdeste isto ao fugir. Isso confirma a tua história.”

Pisco olhou para o caderno e depois para Nuno.

“Ok… não és um vilão. És só… um coelho com ideias tortas.”

“Obrigado?” — Nuno tentou sorrir.

Rui fechou o caderno com cuidado.

“Agora vamos fazer a parte mais importante: reparar o erro. E com honestidade.”

Capítulo 5 — A verdade, sem gritos

Voltaram pela pista ciclável, com o lago a brilhar ao lado e as setas amarelas a piscarem nas curvas. Rui carregava o caderno como se fosse frágil. Nuno ia ao lado, mancando, e Pisco empurrava-o quando a subida apertava, resmungando:

“Isto é o que dá espiar planos alheios. Da próxima vez, pede.”

“Eu vou pedir,” — prometeu Nuno. — “Mesmo que a minha voz saia fininha.”

No Salão das Raízes, o Arquivista-Toupeira andava em círculos, tão aflito que parecia desenhar um labirinto com as patas.

“O meu caderno… o meu caderno…” — repetia ele.

Quando viu Rui, parou como se alguém tivesse carregado num botão.

Rui entregou o caderno.

“Está aqui. E trazemos a explicação.”

Nuno deu um passo à frente. Engoliu em seco.

“Fui eu. Não quis estragar nada. Quis treinar em segredo. Fiz uma estupidez. Puxei o caderno, fugi, escondi. Desculpa.”

Silêncio. Pisco quase não respirava. Berta observava, séria.

O Arquivista segurou o caderno, abriu e fechou, como quem confirma que algo é real.

“Eu podia ter caído da ponte,” — disse ele, com voz firme.

Nuno baixou a cabeça.

“Eu sei.”

Rui interveio, sem proteger demais, mas sem esmagar:

“Ele está a assumir. E está pronto para reparar. O que é que precisa para se sentir seguro de novo?”

O Arquivista pensou. Depois, falou mais calmo:

“Preciso que a pista esteja segura. E preciso que a corrida seja justa. E… preciso de ajuda para prender as bandeirolas, porque com este susto, as minhas patas tremem.”

Berta abriu as asas.

“Nós ajudamos.”

Pisco deu um estalo com a língua.

“E o Nuno vai ajudar também. Sem segredos.”

Nuno acenou rápido.

“Eu ajudo. E posso… posso treinar com alguém, em vez de me esconder?”

Rui sorriu.

“Isso chama-se pedir. Boa evolução.”

Capítulo 6 — Equipa na curva final

A tarde desceu dourada. A pista ciclável transformou-se num corredor festivo: bandeirolas verdes, placas novas da Lontra Lila e pequenos montes de folhas afastados para não escorregar. Berta vigiava do alto, anunciando:

“Curva limpa! Ponte segura!”

Pisco corria de um lado para o outro, atando nós como se as patas fossem tesouras.

“Se eu amarrar isto mais uma vez, vou começar a sonhar com laços,” — resmungou, rindo.

Rui trabalhou com o Arquivista-Toupeira, verificando o percurso.

“Aqui, uma seta extra,” — sugeriu Rui. — “E aqui, um aviso: ‘Treine com um amigo'. Pode evitar… cadernos voadores.”

O Arquivista soltou uma risada curta.

“Boa ideia, Raposo. Muito boa.”

Nuno, com o tornozelo enfaixado com folhas macias, ajudava a colocar cones de pinha nas curvas perigosas. De vez em quando, parava, olhava para a pista e respirava fundo, como se estivesse a aprender a não fugir.

Quando tudo ficou pronto, o Arquivista reuniu o grupo.

“Hoje, aprendi duas coisas,” — disse ele. — “Primeiro: um mistério resolve-se com olhos abertos, não com acusações. Segundo: pedir ajuda é mais rápido do que qualquer patim.”

Pisco levantou uma pata.

“E terceiro: nunca escondam nada debaixo das nozes do Tomás. Ele fareja segredos como se fossem manteiga.”

Como se fosse chamado pelo nome, o Texugo Tomás apareceu, com o saco de nozes ao ombro.

“Alguém falou em nozes?” — rosnou ele… e depois viu as bandeirolas. — “Ah. Festa. Eu trouxe lanche. Mas aviso: quem pegar sem pedir leva uma palestra.”

Nuno levantou a pata, tímido.

“Tomás… desculpa por usar o teu esconderijo. Eu… eu posso ajudar a organizar o lanche, se quiseres.”

Tomás olhou para ele, desconfiado, e depois para Rui.

Rui disse apenas:

“Ele está a tentar fazer melhor.”

O texugo soltou um “hm” e, por fim, um sorriso torto.

“Organizar lanche é coisa séria. Aceito. Mas sem roer cadernos.”

Pisco riu alto.

A corrida não era o mais importante naquele dia, mas aconteceu mesmo assim. E, desta vez, Nuno treinou na pista com Rui ao lado, Berta a orientar do alto e Pisco a marcar o ritmo com piadas. Na ponte, Nuno abrandou, respirou e passou com cuidado.

No final, não importou quem chegou primeiro. Importou que chegaram juntos, em fila, como uma equipa.

Rui olhou para a pista, agora calma, e pensou que o bosque tinha muitos segredos… mas também tinha algo melhor: amigos que sabem fazer perguntas certas, ouvir respostas difíceis e transformar um erro numa lição.

E, quando o sol se despediu entre as árvores, as bandeirolas verdes continuaram a dançar, como se a própria pista ciclável estivesse a aplaudir.

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Quotidiano
O dia a dia, as coisas que acontecem sempre na rotina.
Método
Uma maneira organizada de fazer algo, passo a passo.
Pista ciclável
Um caminho feito para bicicletas e veículos leves andarem.
Bandeirolas
Pequenas bandeiras usadas para decorar ou marcar lugares.
Fragmento
Um pedaço pequeno de algo maior que foi partido.
Lasca
Um pedaço arrancado de madeira, pedra ou outro material.
Camuflada
Algo escondido usando folhas, cores ou coberturas para não aparecer.
Trapalhada
Uma ação feita com confusão, erro ou sem planeamento.
Bifurcação
O lugar onde um caminho se divide em dois caminhos.
Oficina
Um lugar onde se faz ou conserta coisas, como pintar placas.
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