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História de pequenos investigadores 11 a 12 anos Leitura 18 min.

O mistério da garrafa azul com o polvo pisca-pisca

Leonor investiga o desaparecimento da sua garrafa azul com um polvo, seguindo pistas pelo colégio e interrogando colegas. Com curiosidade e delicadeza, descobre rastos que a levam a desvendar o mistério.

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Uma menina de 12 anos (Leonor), aliviada e orgulhosa, cabelos castanhos em duas tranças, joelhos com manchas de tinta, segura uma garrafa de água azul deitada com um autocolante de polvo junto a um pequeno armário aberto; outra menina de 12 anos (Inês), sorrindo e aplaudindo suavemente, rabo de cavalo castanho-claro e roupa desportiva descontraída, está ao lado dela a olhar a garrafa; um rapaz de 12 anos (Tomás), com cabelo preto despenteado e mãos nos bolsos, parece confuso mas aliviado, sorrindo timidamente; a professora Sílvia, adulta, com avental manchado de tinta, cola um grande poster na parede perto de uma mesa com pincéis e potes; o atelier é luminoso com grandes mesas de madeira, rolos de papel, tintas coloridas e uma janela aberta com cortina a ondular; a garrafa virou deixando um rasto de gotas brilhantes no chão e as crianças estão reunidas em volta numa atmosfera de descoberta amigável. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1 — A gourde desaparecida

A Leonor tinha 11 anos, uma mochila sempre meio aberta e um caderno onde escrevia “casos” como se fosse uma detetive de cinema. Só que os casos dela eram do tamanho da escola: quem entornou sumo no tapete da biblioteca, quem trocou as etiquetas dos armários, quem escondia as canetas da professora de Matemática.

Nesse dia, o caso era pessoal.

A sua gourde — uma garrafa reutilizável azul, com um autocolante de um polvo a piscar um olho — tinha desaparecido.

Leonor lembrava-se de a ter enchido na fonte, antes do intervalo. Depois, teve Educação Física. Depois, correu para a aula de Ciências. E agora, no fim da manhã, a sede fazia-lhe cócegas na garganta como uma pena.

— Não acredito… — murmurou ela, revirando a mochila. Só saíam cadernos, uma banana amassada e um lápis com mordidelas.

A Inês, a melhor amiga, espreitou por cima do ombro.

— Talvez esteja no teu armário. Ou… — fez uma pausa dramática — …roubaram-te a gourde.

“Roubar” é uma palavra grande. Mas… sim. Pode ter sido tirada por engano. Ou escondida. — Leonor endireitou-se, olhos atentos. — Vamos pensar como detetives.

O toque tocou e as duas foram para a sala de reunião. Era uma divisão comprida, com uma mesa oval, cadeiras a ranger e um quadro branco cheio de avisos. Ali ia haver uma reunião rápida dos representantes de turma. Leonor era suplente, o que significava: podia entrar, mas ninguém reparava muito nela. Perfeito para observar.

À entrada, ela viu uma coisa estranha: uma poça pequenina de água junto à perna de uma cadeira. A água brilhava no chão, como se tivesse caído há pouco.

— Olha isso — sussurrou Leonor.

A Inês inclinou-se.

— Alguém deixou cair água. Ou… uma gourde com fuga?

Leonor sorriu. O caso tinha acabado de ganhar patas.

Capítulo 2 — A sala de reunião tem pistas

Enquanto os adultos falavam sobre “atividades do Dia da Escola” e “horários do pavilhão”, Leonor fez o que fazia melhor: olhar sem parecer que estava a olhar.

Sobre a mesa oval havia coisas de toda a gente: um estojo, folhas soltas, uma caixa de bolachas aberta (tentação perigosa), e… um mapa da escola com setas a marcador.

Leonor fixou-se nas cadeiras. Uma tinha um casaco amarelo pendurado. Outra tinha uma mochila com um porta-chaves de dinossauro. E, encostado ao quadro, um guarda-chuva fechado que parecia uma vara de pescar.

Ela apontou mentalmente:

1) Poça de água perto da cadeira do casaco amarelo.

2) Um cheiro suave a limão no ar, como detergente ou sabonete.

3) Um barulho muito discreto: ploc… ploc… como gotas a cair.

Leonor baixou-se um pouco, fingindo atar o ténis. Sob a mesa, viu uma linha fina de água a avançar devagar, como uma minhoca transparente.

“Alguém tem uma garrafa a pingar”, pensou.

Ela arriscou um sussurro para a Inês:

— Três suspeitos, pelo menos: quem está na cadeira do casaco amarelo, quem trouxe o guarda-chuva molhado, ou alguém com uma garrafa a pingar na mochila.

A Inês levantou as sobrancelhas.

— E qual é o motivo do crime, detetive?

— Sede. Ou distração. — Leonor reprimiu uma risada. — Às vezes o mistério é só… pessoas a serem pessoas.

A reunião terminou. Cadeiras arrastaram-se. A caixa de bolachas fechou-se com um estalo.

Leonor levantou-se depressa e aproximou-se da poça. Viu marcas de solas: duas pegadas pequenas, com padrão de estrelas, e outras maiores, com riscas.

“Pegadas são como assinaturas”, lembrava-se de ter lido num livro.

Ela olhou em volta. Quem ali usava ténis com estrelas?

O Tiago do 6.º B tinha uns. Mas… o Tiago nem estava na reunião.

A Leonor respirou fundo. Não era hora de adivinhar. Era hora de perguntar.

— Com licença — disse ela, com voz calma e educada, como se tivesse 30 anos e uma prancheta. — Alguém viu uma gourde azul com um polvo?

Uma rapariga do 7.º ano, a Marta, franziu a testa.

— Gourde? Ah… garrafa. Não vi.

Um rapaz alto, o André, encolheu os ombros.

— Eu trouxe uma… mas é preta.

A Leonor percebeu que tinha de afinar o método.

Em vez de “alguém viu?”, precisava de “onde estiveste?” e “o que mudou?”.

E, acima de tudo: precisava de coragem para não ter vergonha de investigar.

Capítulo 3 — As perguntas certas

Leonor e Inês foram para o corredor, junto aos cacifos. O barulho do recreio vinha em ondas: risos, uma bola a bater na parede, alguém a gritar “passe!”.

— Então, Sherlock de tranças — provocou a Inês, a sorrir —, qual é o plano?

Leonor endireitou as tranças, ofendida de brincadeira.

— Primeiro: linha do tempo. Eu tive a gourde antes do intervalo. Depois, Educação Física no pavilhão. Depois, Ciências na sala 2.3. Depois, reunião. Algures aí… puff.

— Podes ter deixado no pavilhão.

— Talvez. Mas a poça na sala de reunião… e o ploc-ploc… dizem que uma garrafa andou por ali.

A Leonor tirou o caderno do “Clube dos Casos” e escreveu três perguntas:

1) Quem esteve no pavilhão na mesma hora?

2) Quem passou pela sala 2.3?

3) Quem entrou na sala de reunião com mochila pesada?

Começaram pelo pavilhão. O professor de Educação Física, o senhor Duarte, estava a arrumar cones.

— Senhor professor, viu uma garrafa azul com um polvo?

Ele coçou o queixo.

— Vi muitas garrafas, Leonor. Pareciam uma família inteira. Mas azul com polvo… espera… vi uma garrafa azul perto do banco. Pensei que era do Gonçalo e pus na caixa dos achados.

O coração da Leonor deu um salto.

— Na caixa dos achados? Onde fica?

— No gabinete ao lado. Mas hoje de manhã a auxiliar, a dona Célia, levou a caixa para… hum… a sala de reunião, acho eu. Estavam a organizar coisas para o Dia da Escola.

Leonor olhou para a Inês. As peças mexeram-se na cabeça dela como ímanes a procurar o lugar certo.

— A minha garrafa pode ter ido para a sala de reunião… e depois alguém pegou nela por engano — concluiu Leonor.

— Ou por sede criminosa — acrescentou a Inês, com voz de vilã de novela.

Voltaram a correr para a sala de reunião. A porta estava aberta. Lá dentro, a dona Célia limpava a mesa com um pano.

— Dona Célia — disse Leonor, com a educação que ela reservava para pessoas que tinham chaves —, trouxe uma caixa dos achados para aqui?

— Trouxe, sim. Estava cheia de coisas: luvas, um cachecol, duas bolas que parecem ter vida própria… e garrafas. — Ela apontou para um canto, onde havia uma caixa de plástico.

Leonor aproximou-se. Dentro da caixa, havia três garrafas: uma verde, uma transparente e uma vermelha. Mas nenhuma azul com polvo.

— Falta uma — murmurou Leonor, mais para si do que para as outras.

A dona Célia limpou as mãos ao avental.

— Olha que engraçado… eu tinha visto uma azul. Tinha um boneco, não era? — Ela inclinou a cabeça. — Talvez alguém a tenha levado para não ficar aqui.

A Inês cruzou os braços.

— Alguém bem-intencionado… ou alguém muito distraído.

Leonor sentiu um friozinho de nervos. Investigar significava apontar possibilidades. E isso podia chatear pessoas. Era aqui que a coragem entrava: não a coragem de lutar, mas a de perguntar com respeito.

— Dona Célia, lembra-se de quem esteve aqui depois de si?

A auxiliar pensou.

— A professora Rita passou para buscar marcadores. E o diretor entrou dois minutos. E… o Tomás, do 6.º C, veio buscar uma extensão para o projetor.

Tomás. Leonor conhecia-o: era simpático, mas vivia numa nuvem. Uma vez entregou um trabalho de História com o nome “Leonor” porque pegou na folha errada.

— Vamos falar com ele — decidiu Leonor.

Capítulo 4 — O suspeito distraído

Encontraram o Tomás no pátio, a tentar equilibrar uma moeda em pé em cima de um banco, como se fosse ciência avançada.

— Tomás! — chamou Leonor.

Ele virou-se, a moeda caiu e ele suspirou como se tivesse perdido um campeonato mundial.

— Oh. Olá.

Leonor respirou fundo e foi direta, sem ser agressiva.

— Estiveste na sala de reunião hoje de manhã?

Tomás coçou a nuca.

— Estive, sim. Fui buscar a extensão. O projetor estava a fazer birra. Como eu quando me mandam comer brócolos.

A Inês riu-se.

— Clássico.

Leonor continuou:

— Viste uma garrafa azul com um polvo?

Tomás abriu muito os olhos.

— Um polvo? Não. Eu… eu vi uma garrafa azul, acho. Peguei numa para beber porque a minha ficou no cacifo. Depois pensei: “isto deve ser dos achados, vou levar para pôr na caixa outra vez”… e… — ele fez uma careta — …posso ter posto no sítio errado.

Leonor sentiu um misto de alívio e frustração. Se foi acidente, não havia “vilão”. Mas o mistério continuava.

— Onde a pus? — perguntou ela, tentando manter a voz tranquila.

Tomás apontou para o corredor.

— Eu ia para a biblioteca entregar um livro e deixei a garrafa… hum… numa sala. Numa sala com mesas grandes. E um quadro. E… cheirava a limão.

Leonor e Inês trocaram um olhar rápido. “Mesas grandes e quadro” descrevia metade da escola. Mas “cheiro a limão”… isso lembrava a sala de reunião, onde a dona Célia limpava com detergente.

— Tomás, tens a certeza que não foi na sala de reunião outra vez? — perguntou a Inês.

Ele abanou a cabeça com convicção duvidosa.

— Acho que não. Lembro-me de uma janela aberta e de cortinas a mexer. E alguém estava a colar cartazes.

Leonor estalou os dedos.

— A sala de artes! Tem cortinas leves e estão sempre a colar cartazes lá.

— Mas… a sala de artes fica perto da biblioteca — acrescentou a Inês, encaixando a peça.

Leonor sentiu o coração a bater mais depressa. Não era só pela sede. Era pelo prazer de ver a história fazer sentido.

— Tomás, obrigado por seres honesto — disse Leonor. — Não estás em sarilhos. Só precisamos de encontrar a garrafa antes que o polvo morra de sede.

Tomás sorriu, aliviado.

— Se o polvo morrer, posso desenhar um novo.

— Não, obrigada — disse a Inês. — Este polvo já tem personalidade.

Foram a correr para a zona da biblioteca e da sala de artes. No corredor, Leonor reparou numa coisa: pequenas gotas no chão, espaçadas, como um caminho.

— Inês… olha.

A Inês baixou-se.

— Ploc… ploc… O tal barulho.

Leonor seguiu as gotas como se seguisse migalhas. O rasto virava à esquerda, mesmo para a sala de artes.

A porta estava entreaberta.

Capítulo 5 — O rasto de água e o armário dos cartazes

A sala de artes cheirava a tinta seca e papel. Havia pincéis em copos, cartolinas encostadas à parede e uma janela aberta que deixava entrar uma luz viva. As cortinas mexiam-se como fantasmas simpáticos.

No fundo, a professora Sílvia estava a colar um cartaz enorme: “FEIRA SOLIDÁRIA — TRAGAM LIVROS E BRINQUEDOS”.

— Professora, desculpe — disse Leonor, parando à porta para não parecer uma invasora. — Podemos entrar um segundo?

A professora virou-se, com cola nos dedos e um sorriso cansado.

— Claro. O que se passa?

Leonor mostrou o caderno, como se isso lhe desse autorização oficial.

— Estou à procura da minha gourde. Azul. Com um polvo.

A Inês completou:

— E há um rasto de gotas que vem até aqui.

A professora levantou as sobrancelhas.

— Um rasto de gotas? Isso parece filme.

— É mais… escola molhada — corrigiu Leonor.

A professora riu-se e apontou para um canto.

— Se é por água, talvez seja aquilo.

Havia um armário baixo, com a porta um pouco aberta. Do lado de fora, uma pequena poça brilhava.

Leonor aproximou-se com cuidado, como se o armário pudesse morder. Abriu a porta devagar.

Lá dentro, entre rolos de papel e cartazes, estava uma garrafa azul de lado. O autocolante do polvo olhava para cima, como se dissesse: “Finalmente.”

— A minha! — Leonor pegou nela como se fosse um tesouro.

A tampa estava mal enroscada. Por isso pingava.

A Inês bateu palmas baixinho.

— Caso resolvido! Detetive Leonor contra a tampa rebelde.

Leonor apertou a tampa e respirou, aliviada. Depois, a mente dela, que nunca desligava, fez a pergunta seguinte:

— Mas… por que razão estava aqui no armário?

A professora Sílvia limpou as mãos num papel.

— Ah, isso eu sei. O Tomás entrou aqui de manhã a dizer: “Encontrei uma garrafa perdida, vou pôr num sítio seguro.” Eu estava a colar cartazes e disse: “Põe ali no armário para não cair.” E pronto.

Tomás não tinha roubado nada. Tinha tentado ajudar. Só que a garrafa tinha uma tampa preguiçosa e decidiu fazer um rasto de drama.

Leonor sentiu uma pontinha de vergonha por ter imaginado um “ladrão”. Mas também sentiu orgulho por ter investigado sem acusar ninguém.

— Professora, obrigada — disse ela.

— De nada. E, Leonor… gostei da tua maneira de perguntar. Educada e clara. Isso também é arte.

Leonor sorriu, mas ainda faltava uma coisa. Um mistério pequeno dentro do mistério:

O que fazer agora com o que aprendeu?

Capítulo 6 — A intenção compreendida

No recreio, Leonor bebeu um gole de água. O polvo parecia mais feliz. A Inês sentou-se ao lado dela no banco.

— Então — disse a Inês —, o grande criminoso era… uma tampa mal fechada.

— E a pressa — acrescentou Leonor. — E a boa intenção do Tomás.

Como se fosse chamado pelo nome, o Tomás apareceu, a correr meio desajeitado, com as mãos nos bolsos.

— Leonor! Encontraste?

Leonor levantou a gourde.

— Encontrei. Estava no armário da sala de artes.

O Tomás ficou vermelho.

— Ai… fui eu. Desculpa. Eu só queria que não se perdesse. E eu bebi um gole… porque achei que ia desmaiar de sede. Mas depois senti-me culpado e tentei “arrumar” e… pronto. Transformei uma garrafa numa aventura.

Leonor olhou para ele. Podia ralhar. Podia fazer cara de polícia. Mas lembrou-se de todas as vezes em que ela própria se enganou — e como odiava ser julgada.

Ela falou com firmeza, mas sem dureza:

— Obrigada por tentares ajudar. A sério. Só… da próxima vez, pergunta. E fecha bem a tampa. O chão não precisa de beber água.

A Inês assentiu com solenidade exagerada.

— O chão já bebeu o suficiente hoje.

Tomás soltou o ar, aliviado.

— Combinado. E… posso fazer uma coisa para compensar? Posso trazer amanhã fita adesiva transparente para colares melhor o autocolante do polvo. Está a descolar num canto.

Leonor olhou para o autocolante e reparou mesmo numa pontinha levantada. Sorriu.

— Podes. E eu posso ajudar-te a lembrar de coisas. Tipo: “não deixar garrafas em armários secretos”.

— Fechado — disse Tomás.

Leonor levantou a gourde como se fosse um brinde.

— Então o caso termina assim: ninguém era vilão. Havia uma intenção boa… só que mal executada.

Ela sentiu uma coragem quieta dentro do peito. Coragem de perguntar. Coragem de admitir que nem sempre se acerta à primeira. Coragem de resolver problemas com calma.

A Inês empurrou o ombro da Leonor, de leve.

— Detetive, qual é o próximo caso?

Leonor enroscou a tampa com cuidado, duas vezes, como quem fecha um cofre.

— Primeiro, vou viver uma vida emocionante: vou beber água sem drama. Depois… logo se vê. Na escola, os mistérios nunca acabam. Mas agora eu sei uma coisa: a melhor pista, quase sempre, é falar com as pessoas. E acreditar que a maioria está a tentar fazer o bem.

E o polvo, no autocolante, parecia piscar o olho outra vez. Como se aprovasse.

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Gourde
Uma garrafa para levar água, reutilizável e portátil.
Autocolante
Um desenho com cola atrás que se cola em objetos.
Poça
Um pequeno lago de água no chão, depois de cair líquido.
Suplente
Pessoa que ocupa um lugar temporariamente, quando o titular falta.
Pavilhão
Grande espaço da escola para desporto ou atividades colectivas.
Achados
Objetos perdidos que foram guardados para o dono recuperar.
Convicção
Certeza forte sobre algo; acreditar com firmeza.
Frustração
Sentimento quando algo não corre como queríamos.
Auxiliar
Pessoa que ajuda em tarefas da escola, como a limpeza.
Projetor
Aparelho que mostra imagens ou vídeos numa parede ou tela.
Armário
Móvel com portas para guardar objetos e material.
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