Uma manhã cheia de risos
O céu estava branquinho, cheio de nuvens fofas. Era quase Natal. Na casa da vovó, três meninas pequenas brincavam juntas. Maria, Sofia e Clara adoravam brincar perto da lareira, onde cheirava a bolacha e chocolate quente. Os risos delas enchiam a sala.
Um lutin farceur, bem pequenino e muito esperto, espreitava debaixo da cadeira. Ele tinha um chapéu vermelho e olhos que brilhavam de alegria. O lutin adorava Natal, mas amava ainda mais fazer pequenas travessuras. Mas as suas travessuras nunca faziam mal. Só faziam rir.
Maria pegou seu casaco azul. Tinha frio lá fora! Ela colocou a mão na manga e sentiu algo macio. “O que é isto?” perguntou Maria, rindo. Sofia e Clara olharam curiosas. Maria puxou… era um laço vermelho, comprido, enrolado dentro da manga!
O lutin farceur escondeu-se rápido atrás da cortina, tentando não rir alto.
O laço misterioso
Sofia tocou no laço. “É bonito!”, disse ela. Clara sorriu e quis experimentar também. As três meninas começaram a enrolar o laço uma na outra, dando voltas e mais voltas. O laço fazia cócegas e todas riram alto.
De repente, escutaram um barulhinho engraçado perto do tapete. “Quem está aí?” perguntou Clara, com uma voz de curiosidade. O lutin farceur deu um pulinho e deixou cair uma pequena pena dourada.
Maria, Sofia e Clara olharam para a pena e depois para o laço. Elas não ficaram assustadas. Só mais curiosas! Maria sorriu e disse: “Acho que temos um amigo mágico aqui!” Sofia concordou: “Sim, um amigo de Natal!”
O lutin ficou feliz. Ele gostava quando as crianças riam e eram gentis.
Juntas é mais divertido
As meninas decidiram que o laço era mágico. Com ele, davam voltas pela sala, fingindo ser trenós, renas ou bailarinas. Cada uma ajudava a outra a não tropeçar. “Devagar, Clara!” dizia Sofia, rindo. “Vamos juntos!” respondia Maria. O lutin assistia, contente, vendo como elas brincavam de mãos dadas, sempre ajudando e esperando umas pelas outras.
Quando a vovó chegou com bolachas fresquinhas, encontrou as três meninas abraçadas pelo laço, cheias de alegria. “Que festa bonita!” disse a vovó. As meninas chamaram: “Vovó, venha brincar também!” E vovó entrou na dança, rindo com elas.
O lutin farceur piscou um olho, satisfeito. Sua travessura trouxe risos e união. Ele sabia: quando todos ajudam uns aos outros, a magia do Natal fica ainda mais forte e bonita.
No fim do dia, as meninas se despediram do lutin farceur. “Até amanhã, amiguinho travesso!” disseram elas. O lutin acenou e sumiu, deixando o laço vermelho como presente de amizade.
Na casa da vovó, tudo ficou quentinho e feliz, com cheirinho de Natal e risadas suaves no ar.