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História de super-heróis 3 a 4 anos Leitura 6 min.

O Capitão Cometa e as Bolhas Prateadas do Parque das Nuvens

Na Cidade-Luz, o herói Capitão Cometa e seu drone Zico enfrentam o problema de bolhas prateadas que fazem objetos flutuarem após uma invenção do atrapalhado Professor Bolhazul. Eles precisam agir com cuidado para proteger as pessoas e restaurar a ordem no parque.

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Um homem, Capitão Cometa, sorridente e tranquilizador, com capa azul-claro brilhante, capacete dourado com viseira e botas com pequenas asas, sopra suavemente "poeira de gravidade" cintilante de um frasco; o Professor Bolhazul, homem baixo de ~50 anos, atrapalhado mas gentil, veste jaleco branco manchado, óculos redondos grandes e segura um controlador enquanto flutua junto a uma grande bolha prateada; um menino de ~6 anos, surpreso e encantado, segura um sorvete de baunilha na casquinha e aponta para o céu; uma menina de ~5 anos ri e tenta pegar seu chapéu vermelho que flutua acima da cabeça, perto do Capitão; o drone-gato Zico, pequeno e redondo com olhos LED verdes, voa ao lado do Capitão carregando uma placa colorida "MODO SEGURO"; no Parque das Nuvens há caminhos pastel, bancos de madeira clara flutuando, árvores com folhas cor-de-rosa, uma fonte baixa e uma máquina prateada que sopra bolhas metálicas; bolhas prateadas e coloridas levantam objetos e chapéus, e o Capitão os faz descer com sua poeira brilhante, cena alegre, cores vivas, formas simples e contornos marcantes. reportar um problema com esta imagem

Na Cidade-Luz, os prédios brilhavam como caixas de estrelas. No céu, carros voadores faziam “vuuum” bem alto, e os semáforos piscavam com cores alegres. Era uma cidade do futuro, mas com cheiro de pão quentinho nas padarias e risadas na praça.

Lá em cima, no topo da Torre do Relógio Solar, estava o herói. Ele se chamava Capitão Cometa. Ele era um homem alto e forte, com uma capa azul que parecia um pedaço do céu. Seu capacete tinha uma viseira dourada, e no peito havia um símbolo: um cometa laranja, como um risco de luz. Nas botas, pequenas asas de energia faziam “fshhh” quando ele voava.

Ele segurava um aparelho redondo, como um biscoito brilhante. Era o Radar de Risos. Quando a cidade estava bem, o radar fazia “plim, plim”. Quando tinha problema, ele fazia “piiip”.

“Plim, plim… piiip!” fez o radar.

Capitão Cometa abriu um sorriso. “Ah, Cidade-Luz… você me chamou.”

Ele apertou um botão na luva. Um mini-robô apareceu, do tamanho de um gato, com olhos de led verde. Era o Zico, o Drone-Ziguezague.

“Capitão, eu trouxe uma piada!” disse Zico, pulando no ar. “Por que o foguete levou uma escova? Porque queria ficar com o cabelo… espacial!”

Capitão Cometa riu. “Boa, Zico. Agora, vamos trabalhar.”

No telão da torre, apareceu a imagem do Parque das Nuvens. Lá, uma máquina grande, com antenas e luzinhas, estava soltando bolhas prateadas. As bolhas grudavam nas coisas e faziam tudo flutuar bem devagar: bancos, sorvetes, e até chapéus.

As crianças não estavam com medo. Elas achavam engraçado. Mas a cidade precisava ficar segura. Um banco voando podia bater numa árvore. E um sorvete voando… bem, isso era uma tragédia pegajosa.

Capitão Cometa levantou a mão. “Hora de ação com cuidado!”

Ele voou. “Fshhh!” A capa fez “flap, flap” no vento, e ele pousou no parque com um “tuf” macio.

Uma menina apontou para o céu e riu. “Meu chapéu está fugindo!”

“Não se preocupe,” disse Capitão Cometa, com voz calma. “Aqui ninguém perde chapéu em missão.”

Zico deu uma volta. “Capitão, a máquina é do Professor Bolhazul!”

Atrás de um arbusto, apareceu um homem baixinho com óculos enormes e um jaleco cheio de manchas brilhantes. Ele segurava um controle e tremia um pouco, mas não parecia mau. Só parecia atrapalhado.

“Eu só queria fazer um show de bolhas para a cidade!” disse ele. “Mas… as bolhas ficaram animadas demais.”

Uma bolha prateada colou no próprio jaleco dele, e o jaleco começou a levantar. “Opa!” disse o professor, subindo devagar como um balão.

Capitão Cometa deu uma risadinha. “Professor, o senhor está virando decoração aérea.”

“Eu não queria!” disse o Professor Bolhazul. “Socorro!”

“Calma. Eu tenho um plano com brilho e responsabilidade, disse o Capitão.

Ele tirou do cinto um pequeno frasco com pó de luz: Poeira de Gravidade, usada pelos guardas espaciais para pousos suaves. Ele soprou bem de leve, como quem sopra uma vela de aniversário.

“Fuuu…”

As bolhas prateadas começaram a ficar mais pesadinhas, bem devagar, como folhas caindo. Bancos desceram com cuidado. Chapéus voltaram para as cabeças. O sorvete desceu… e caiu direitinho na casquinha de um menino.

“Uau!” disse o menino. “Herói do sorvete!”

Capitão Cometa piscou. “Missão saborosa.”

Zico foi até a máquina e mostrou um fio solto. “Capitão, olha! O cabo está fazendo cócegas na antena.

Capitão Cometa pegou o fio com cuidado, encaixou e apertou. A máquina fez “bip-bip” e mudou de cor, ficando verde. As bolhas agora saíam pequenas, coloridas e bem comportadas. Elas subiam e estouravam com “pop!” e cheirinho de morango.

O Professor Bolhazul desceu ao chão com um “pof” suave. Ele ajeitou os óculos. “Eu… eu devia ter testado primeiro.”

“Todos erram,” disse Capitão Cometa. “O importante é consertar e cuidar.”

O professor sorriu. “Posso fazer bolhas só para brincar, sem levantar nada?”

“Pode,” disse o Capitão. “Mas com um botão de ‘modo seguro'.”

Zico levantou uma plaquinha que ele mesmo imprimiu: MODO SEGURO. Ele disse: “E com uma piada por hora!”

As crianças bateram palmas. As bolhas dançaram no ar, e o parque virou uma festa calma.

Quando o sol baixou, Capitão Cometa voltou a voar pela Cidade-Luz. O Radar de Risos fez “plim, plim” de novo.

Zico bocejou. “Capitão… hoje ninguém perdeu chapéu.”

“E a cidade ficou leve só do jeito certo,” disse Capitão Cometa, olhando as luzes brilhantes lá embaixo. “Leve de alegria.”

Ele deu uma última volta no céu, como um cometa amigo, e sussurrou: “Boa noite, Cidade-Luz. Amanhã eu volto, sempre com coragem… e com humor.”

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Prédios
Casas muito altas onde muitas pessoas moram ou trabalham.
Viseira
Parte da frente do capacete que protege os olhos.
Radar de Risos
Aparelho que avisa quando a cidade precisa de ajuda ou alegria.
Mini-robô
Um robô pequeno, do tamanho de um gato, que ajuda o herói.
Antenas
Peças finas que ficam nas máquinas para captar sinais.
Antena
Peça fina numa máquina que recebe sinais do ar.
Poeira de Gravidade
Pó mágico que faz as coisas ficarem mais pesadas e descerem.
Jaleco
Casaco que pessoas que trabalham com ciência ou remédios usam.
Responsabilidade
Cuidar bem das coisas e das pessoas, com atenção e cuidado.

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