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História de Aniversário 11 a 12 anos Leitura 20 min.

O caminho das lanternas verdes e a bússola da amizade

Urso Timo e os seus amigos seguem lanternas e um código secreto pela floresta, vivendo pequenas provas, risos e cumplicidade enquanto procuram uma surpresa de aniversário.

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Um grande urso castanho sentado ao centro de uma clareira circular, rosto suave e maravilhado, segurando uma bússola de madeira e com uma pequena pulseira dourada; à direita uma lontra brincalhona de pelagem brilhante, junto a uma folha usada como prato; à esquerda um esquilo ruivo vivo segurando um saco de amendoins em cima de uma pequena tocha; atrás da mesa de troncos um texugo sério com um caderno de folhas secas e um monte de presentes cobertos de musgo; na clareira relva achatada, guirlandas de pétalas e lanternas verdes nas árvores, um bolo redondo de mel e amora com doze velas de casca; atmosfera de fim de tarde, tons marrons, verdes e dourados, estilo sumi-e com toques de cor, foco no urso e na bússola, sensação de calor, surpresa e camaradagem. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1 — O dia que cheirava a bolo

Naquela manhã, a floresta parecia ter acordado mais cedo só para cantar parabéns. As folhas tremiam como bandeirolas, os regatos faziam “plim-plim” como sininhos, e até as nuvens, branquinhas e redondas, pareciam bolas de algodão para decorar o céu.

Urso Timo espreguiçou-se na toca com uma delicadeza que não combinava nada com o tamanho das suas patas. Ele era grande, sim, mas tinha um cuidado especial com tudo: com as formigas que passavam, com os raminhos que não queria partir, com as palavras que escolhia.

— Hoje eu faço… doze! — disse, em voz baixa, como se o número pudesse assustar alguém.

Doze era uma idade importante. Dava vontade de ser corajoso e responsável, mas também de rir alto e fazer coisas um bocadinho malucas.

Na entrada da toca, encontrou um embrulho amarrado com cipó. No topo, havia uma folha dobrada com uma mensagem escrita em pólen brilhante, como se as letras tivessem sido polvilhadas com sol:

“Aniversariante, segue o caminho das lanternas verdes. Trás a tua equipa. Assinado: Um Amigo Que Gosta de Surpresas.”

Timo piscou. Pólen brilhante? Aquele tipo de escrita só aparecia quando a floresta estava… especialmente animada. Ele sentiu um friozinho bom na barriga.

— Equipa… — repetiu. — Preciso da minha equipa.

E saiu a correr, mas com cuidado para não atropelar um caracol que atravessava o caminho com a calma de quem tem todo o tempo do mundo.

Capítulo 2 — A equipa e o código secreto

A primeira a aparecer foi Esquilo Lila, que saltou de um ramo para o outro como se o ar fosse uma escada.

— Timo! Cheira a festa! — disse ela, farejando com o nariz afiado. — E a amendoim. Isso é sempre suspeito.

Depois veio Texugo Brinco, com o seu jeito sério e as patas sempre ocupadas, como se estivesse a carregar problemas invisíveis.

— Vi telltales… sinais. Lanternas verdes. Isto parece um percurso. — Ele franziu o focinho. — Não gosto de percursos misteriosos sem mapa.

E, por último, apareceu Lontra Pipa, que vinha com a cauda molhada e um sorriso que parecia escorregar.

— Eu ouvi “surpresa” e “equipa” e já vim a patinar para aqui! — disse, abanando gotas por todo o lado.

Timo mostrou o bilhete. Os três encostaram as cabeças, formando um pequeno círculo de curiosidade.

— Então… é uma aventura de aniversário! — Lila declarou, como se tivesse acabado de descobrir o fogo.

Timo sentiu uma vontade enorme de tornar aquilo ainda mais especial. Algo só deles. Algo que os fizesse sentir uma equipa de verdade.

Ele apanhou um graveto e desenhou na terra quatro símbolos simples: uma pata, uma bolota, uma onda e uma risca.

— Pronto. Inventei um código secreto — anunciou, com os olhos a brilhar.

— Um código? — Texugo Brinco aproximou-se, desconfiado. — Para quê?

— Para a equipa! — Timo riu, e o riso dele era tão redondo que parecia uma almofada a saltar. — Quando eu desenhar uma pata, quer dizer “parar”. A bolota é “esconder”. A onda é “seguir pelo rio”. E a risca é… “risos obrigatórios”.

“Risos obrigatórios”? — Pipa repetiu, e já estava a rir antes de entender.

— Sim! — Timo fez o símbolo da risca com solenidade. — Porque aventura sem risos é só caminhada com sede.

Lila deu uma gargalhada tão rápida que quase caiu do ramo.

— Eu aceito o código! Mas só se a parte dos “risos obrigatórios” for usada muitas vezes.

Texugo Brinco tentou manter a seriedade… tentou mesmo. Mas quando Timo desenhou três riscas seguidas, como se estivesse a escrever uma mensagem urgentíssima, o texugo soltou um riso curto e traidor.

— Muito bem — resmungou ele. — Código aprovado. Mas eu continuo a querer um mapa.

— Nós fazemos o mapa com os olhos — disse Timo. — E com a equipa.

E assim, com o bilhete na pata e o código secreto no chão (como uma promessa), seguiram as primeiras lanternas verdes, penduradas em raminhos e a piscar como vaga-lumes educados.

Capítulo 3 — As lanternas que não deviam estar ali

As lanternas verdes levavam-nos por um trilho que nenhum deles usava no dia a dia. Havia uma clareira com pedras redondas, um cheiro a pinho fresco e, de vez em quando, um som estranho — “toc, toc” — como se alguém batesse numa porta invisível.

— Isso é… mágico? — sussurrou Pipa.

— É… subtil — respondeu Timo, com cuidado, como se a palavra “mágico” fosse um copo de mel que podia entornar.

Chegaram a uma árvore enorme, tão antiga que o tronco parecia ter rugas. Na casca, havia uma fenda em forma de sorriso.

Lila encostou a orelha.

— Eu juro que ouvi uma árvore a… rir.

Texugo Brinco aproximou-se e farejou.

— Cheira a canela.

Pipa apontou para o chão. Ali, desenhada com pólen brilhante, estava uma bolota igual à do código.

Timo sorriu.

— Bolota: esconder.

— Esconder onde? — Lila olhou para cima, para baixo, para os lados, e acabou por se esconder atrás de uma folha minúscula, só para provar um ponto. — Pronto. Invisível.

— Tu és uma folha com pernas — comentou Pipa.

Texugo Brinco examinou a base da árvore e encontrou um buraco. Dentro, havia uma caixinha de musgo com uma tampa de casca.

— Uma pista — disse ele, triunfante, como se tivesse encontrado uma lei da floresta.

Timo abriu a caixinha. Lá dentro, havia quatro fitas: uma azul, uma castanha, uma cinzenta e uma dourada. E uma nova mensagem, também em pólen:

“Cada um escolhe uma fita. Só com as quatro juntas a surpresa aparece.”

— Isto é mesmo coisa de aniversário — murmurou Timo, com um calor bom a subir-lhe ao peito.

Cada um pegou numa fita. A de Timo era dourada e tinha um brilho discreto, como se guardasse luz de fim de tarde.

— Agora o quê? — perguntou Pipa, rodopiando a fita como se fosse uma cobra simpática.

No chão, mais à frente, apareceu outro símbolo: uma onda.

Timo levantou a pata.

— Onda: seguir pelo rio.

— Finalmente uma instrução clara — disse Texugo Brinco. — O rio não mente.

— Às vezes mente com curvas — respondeu Lila. — Mas tudo bem, eu gosto de curvas.

E foram, com as fitas amarradas ao pulso, em direção ao som da água.

Capítulo 4 — O rio que fazia cócegas

O rio estava mais brincalhão do que o costume. A água parecia fazer pequenas ondulações de propósito, só para molhar as patas de quem passava.

— Ai! — Pipa gritou quando uma onda saltou e lhe fez cócegas na barriga. — Este rio tem sentido de humor.

Timo pôs uma pata na água e sentiu um arrepio fresco.

— Acho que ele quer que a gente jogue junto.

Na margem havia pedras lisas, como degraus. Do outro lado, uma lanterna verde piscava, impaciente.

Texugo Brinco analisou o cenário como se fosse um desafio de engenharia.

— Se saltarmos pedra a pedra, dá. Mas temos de coordenar, senão alguém cai.

Lila já estava numa pedra, equilibrada numa pata só, a fazer pose.

— Eu coordeno! Eu sou excelente a coordenar coisas que se mexem.

Timo desenhou no ar uma pata.

— Parar. — Todos pararam, até Lila, que ficou congelada na pose mais dramática possível.

Ele desenhou uma risca.

— Riso obrigatório.

E os quatro riram, baixinho primeiro e depois alto, porque é impossível obedecer a um “riso obrigatório” de forma séria. O som espalhou-se pelo rio, e as ondulações pareceram acalmar, como se o próprio rio dissesse: “Está bem, está bem, eu também estou a rir.”

— Agora — disse Timo — vamos como equipa. Um de cada vez, mas sem pressa.

Texugo Brinco foi primeiro, firme. Pipa foi a seguir, com passos leves, como se dançasse. Lila atravessou de costas só para se gabar, mas no meio teve um pequeno escorregão.

— Pata! — Timo levantou a mão, e todos pararam.

Lila ficou com uma pata no ar e os olhos arregalados.

Timo esticou o braço, Pipa esticou o dela também, e Texugo Brinco apoiou-se para dar estabilidade. Foi uma pequena corrente de amizade: um segurava o outro, e o outro segurava mais um.

Lila aterrissou na pedra seguinte e suspirou.

— Ufa. Eu estava a treinar… equilíbrio dramático.

— Estava a treinar “quase cair” — corrigiu Texugo Brinco.

— Quase cair é a parte emocionante! — Pipa disse, sacudindo água da cauda.

Do outro lado, a lanterna verde parecia piscar com aprovação.

No chão, uma nova mensagem, em pólen, esperava:

“Sigam até à colina das amoras. Levem as fitas. E não esqueçam os risos.”

Timo desenhou duas riscas.

— Isso foi um lembrete oficial — disse ele.

— Eu aceito lembranças que mandam rir — respondeu Lila.

E seguiram.

Capítulo 5 — A colina das amoras e a porta que não era porta

A colina das amoras era um lugar que cheirava a verão, mesmo quando não era verão. Os arbustos estavam carregados de frutos escuros e brilhantes, e o ar tinha aquele perfume doce que dá vontade de fazer planos.

No topo, havia algo estranho: um arco feito de ramos entrelaçados, coberto de folhas, como uma porta… mas sem parede.

— Uma porta para o nada — comentou Texugo Brinco, apertando os olhos.

— Ou uma porta para o “alguma coisa” — corrigiu Pipa, com esperança.

No chão, bem no meio do arco, estava desenhado o símbolo de quatro fitas, cruzadas.

Timo olhou para as fitas nos pulsos. Todos olharam também.

“Só com as quatro juntas a surpresa aparece” — lembrou Timo.

Eles deram as patas no centro do arco, juntando as fitas como se estivessem a fazer um juramento secreto. As fitas tocaram-se e, por um instante, pareceram vibrar, como cordas de um instrumento muito fino.

O arco soltou um brilho suave, nada de explosões, nada de sustos — apenas um clarão confortável, como quando se abre uma janela e entra luz.

E então… o “nada” ficou ocupado.

Do outro lado do arco, apareceu um caminho que não estava ali antes: um corredor de relva achatada, como se a própria floresta tivesse passado um pente. Lanternas verdes alinharam-se ao longo do trajeto, e no ar começou a flutuar música, bem baixinha, feita de assobios de vento e batidas de pica-pau.

Lila arregalou os olhos.

— Eu sabia! Porta de “alguma coisa”!

Texugo Brinco pigarreou, tentando não parecer impressionado.

— Isto… é… um fenómeno. Muito interessante.

Pipa bateu palmas com as patas molhadas, fazendo “ploc-ploc”.

— Fenómeno ou não, eu quero atravessar!

Timo respirou fundo. Sentia-se feliz, mas também responsável. Era o aniversário dele, sim, mas a aventura era de todos.

Ele desenhou no ar uma pata.

— Parar. Equipa reunida. — Olhou para os três. — Vamos juntos, sempre. Se alguém ficar para trás, o caminho não vale a pena.

Os outros assentiram. Até Lila, que normalmente assentia com a cabeça e com a cauda e com os pés, tudo ao mesmo tempo.

E atravessaram o arco.

Capítulo 6 — A festa escondida e o presente que não cabia nas patas

O caminho levou-os a uma clareira secreta, redonda como um prato. No centro havia uma mesa feita de troncos baixos, coberta com folhas largas como toalha. Em cima, um bolo enorme de mel e amora, com doze pequenas velas feitas de casca perfumada.

À volta, pendiam enfeites de pétalas, e havia presentes embrulhados em musgo, alinhados com cuidado. Tudo parecia preparado por uma floresta inteira a trabalhar em silêncio.

— Uau… — Pipa sussurrou, e até a palavra saiu devagar.

— Isto é uma operação muito bem organizada — disse Texugo Brinco, emocionado apesar de tentar não mostrar. — Quem fez isto pensou em tudo.

Lila aproximou-se do bolo e cheirou.

— Eu estou a salivar com educação — anunciou. — Estou a ser uma senhora.

Timo ficou parado um momento, com o coração a bater forte. Não havia humanos ali. Não havia ninguém visível. E, no entanto, sentia-se acompanhado, como se cada árvore estivesse a segurar um balão invisível.

No topo do bolo havia mais uma mensagem em pólen brilhante:

“Feliz aniversário, Timo. Esta festa é tua… mas o melhor presente é a tua equipa.”

Timo engoliu em seco. Era um urso grande, mas naquele instante sentiu-se pequeno no melhor sentido: pequeno como alguém que cabe no abraço do mundo.

— Eu… eu não sei o que dizer — confessou ele.

— Diz “bolo” — sugeriu Lila, prática.

— Diz “obrigado” — aconselhou Texugo Brinco, sério.

— Diz “vamos cantar” — pediu Pipa, já a afinar a garganta.

Timo riu.

— Eu digo tudo isso. Bolo, obrigado e vamos cantar.

Cantaram parabéns com vozes diferentes: Lila fazia os agudos, Pipa inventava floreios, Texugo Brinco mantinha o ritmo como um tambor discreto, e Timo cantava com um tom que parecia abraçar as palavras.

Quando chegou a hora de apagar as velas, Timo fechou os olhos e fez um pedido.

Não pediu coisas gigantes. Pediu que a equipa continuasse equipa, mesmo quando as aventuras fossem difíceis, mesmo quando alguém ficasse rabugento, mesmo quando chovesse no dia errado.

Soprou. As velas apagaram-se de uma vez, como se obedecessem.

E então aconteceu uma última magia: do meio da mesa, ergueu-se um objeto que não estava ali antes — uma bússola de madeira, com a agulha feita de espinho de pinheiro e o vidro substituído por uma gota de resina transparente.

Na bússola, em vez de Norte e Sul, lia-se:

“JUNTOS” e “SEMPRE”.

Texugo Brinco ficou sem palavras por três segundos inteiros, o que era um recorde.

— Isto… isto é um mapa sem mapa — ele murmurou, tocando na bússola com respeito.

— É um mapa de equipa — disse Timo. — Para lembrarmos que a direção é… nós.

Pipa inclinou a cabeça.

— Então se eu quiser ir para o lado do bolo, a bússola aponta para “juntos”?

— Aponta — respondeu Lila. — Porque ninguém come bolo sozinho nesta floresta.

Riram. Comeram. Contaram histórias. Abriram presentes: uma coleção de pedras lisas para Pipa patinar, um saco de amendoins para Lila (com um cadeado minúsculo “anti-auto-roubo”), e para Texugo Brinco um caderno de folhas secas para fazer listas — ele quase chorou, mas disfarçou com uma tosse.

Para Timo, além da bússola, havia uma fita extra, prateada, com o símbolo da risca bordado.

— Isto é para ti, capitão dos risos — disse Pipa.

Timo colocou a fita no pulso e, com o graveto, desenhou três riscas no ar.

— Ordem do capitão: riso imediato!

E obedeceram, claro.

Quando o céu começou a escurecer e as lanternas verdes ficaram mais brilhantes, a clareira pareceu sussurrar: “Hora de voltar.”

Capítulo 7 — O regresso e a mensagem “bem rentrés”

O caminho de volta não tinha o arco visível, mas a bússola de Timo apontava firme para “JUNTOS”, como se dissesse: “Não se preocupem. Eu conheço o cheiro do lar.”

Desceram a colina, atravessaram o rio com mais cuidado e menos pose (Lila tentou uma pose na última pedra, mas Texugo Brinco olhou para ela com um olhar que dizia “nem penses”). O rio, agora, parecia mais calmo, como um amigo que já fez a brincadeira do dia.

No trilho, as lanternas verdes apagavam-se uma a uma atrás deles, não como quem termina, mas como quem arruma a festa com carinho.

— Eu gostei do teu código — disse Texugo Brinco, depois de um tempo. — Especialmente da parte… da risca.

— Eu sabia! — Lila exclamou. — Ele é um texugo por fora, mas por dentro é um riso com patas!

— Isso é… uma imagem estranha — resmungou o texugo, mas não discutiu.

Pipa saltitou.

— Próxima vez, o código pode ter um símbolo para “lanche extra”.

Timo pensou um pouco.

— Pode ser uma amora. Mas só se for usada com responsabilidade.

— Eu sou a definição de responsabilidade — garantiu Pipa, e ao dizer isso escorregou numa folha e quase caiu. — Viste? Responsabilidade… escorregadia.

Chegaram à toca de Timo quando o céu estava num azul profundo, com estrelas a parecerem migalhas de luz. A entrada estava arrumada, quentinha, e cheirava a madeira e a segurança.

Timo virou-se para a equipa.

— Obrigado por terem vindo comigo. — Ele falou devagar, escolhendo bem as palavras, como sempre. — Hoje foi… maior do que eu.

Lila bocejou, já com sono feliz.

— Foi do tamanho do bolo.

— Foi do tamanho da cooperação — corrigiu Texugo Brinco, com seriedade.

— Foi do tamanho do “ploc-ploc” da alegria — acrescentou Pipa.

Timo riu e desenhou uma última risca no ar, só para fechar o dia como se fecha um livro.

Quando os amigos se despediram e cada um seguiu para a sua casa na floresta, Timo entrou na toca. Lá dentro, em cima de uma pedra lisa, havia mais um bilhete de pólen brilhante, como se tivesse sido deixado mesmo agora:

“bem rentrés”

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Cipó
Tipo de planta comprida e fina, como uma corda feita de plantas.
Pólen brilhante
Pó fino das flores que brilha aqui na história como se fosse luz.
Lanternas verdes
Pequenas luzes verdes usadas para guiar um caminho na floresta.
Fenda
Abertura estreita numa árvore ou rocha, como uma racha.
Caixinha de musgo
Pequena caixa coberta por musgo, planta macia e esponjosa.
Ondulações
Pequenas ondas ou movimentos curvos na água.
Trilho
Caminho estreito usado por animais ou pessoas na floresta.

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