O sol entra no quarto. O menino Leo acorda. Leo tem um ano. Ele vê o tapete e há um bicho de pano sumido. "Cadê o urso?" diz Leo, com voz doce. A casa vira pista. A mãe sorri. "Vamos achar", diz ela.
Eles começam a procurar. Primeiro no berço. Nada. Depois na cama. Nada. No armário, só meia. No sapato, só um botão. Leo aponta e bate palmas. Ele gosta de pista.
A mãe pega uma lupa de brinquedo. "Olha, vamos mirar", diz ela. Leo ri e bate com a lupa. Eles seguem uma trilha de migalhas. Migalhas vão até a cozinha. Leo engatinha feliz. A trilha é clara. Tudo é calmo. O sol canta.
Na cozinha, encontram um rasto de banana. "Será que o urso gosta de banana?" diz a mãe. Eles olham a porta da varanda. A porta está aberta só um pouco. Uma brisa leve entra. O varal balança e faz som de risos. Leo toca o varal. Ele está curioso.
Eles seguem o som. No sofá, veem um pano com pelos. O pano tem um botão no olho. A mãe pega e mostra. "Olha, é o urso!" diz ela. Mas o urso está deitado com um sapato. Leo ri alto. O urso tem um bigode de fiapo. Nada de medo. Tudo é brincadeira.
A vizinha aparece na porta. "Encontrei o urso na varanda", diz ela. Ela explica que o vento levou o urso para lá. A mãe abraça Leo e o urso. Leo abraça também. O urso fica limpo. Todos riem.
Depois, colocam o urso no berço. Leo canta uma canção curta. O dia segue com bolo e chá. Leo tira uma soneca, seguro e feliz.
Moral: Quando algo some, olhar com calma, seguir pistas e pedir ajuda traz o que faltava.