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História divertida de fraternidade 7 a 8 anos Leitura 7 min.

a piscina proibida dos brinquedos

Tomás e sua irmã Leonor transformam a banheira em uma piscina secreta para seus brinquedos, mas acabam causando uma grande confusão que pode ser descoberta por sua mãe. Em meio a risadas e trapalhadas, os irmãos precisam agir rapidamente para salvar sua aventura.

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Um menino de 8 anos, Tomás, com cabelos castanhos bagunçados e um grande sorriso travesso, está agachado perto de uma banheira transbordando de água. Ele usa uma camiseta azul com estampas de dinossauros e um short vermelho, parecendo divertido e um pouco preocupado, com os olhos arregalados. Ao seu lado, sua irmã de 5 anos, Leonor, com cabelos loiros em tranças e olhos brilhantes de malícia, segura um dinossauro de plástico, pronta para mergulhá-lo na água. Ela veste um vestido rosa de bolinhas e está na ponta dos pés, rindo alto. A cena acontece em um banheiro iluminado, com paredes brancas e toalhas coloridas penduradas. A banheira está cheia de brinquedos flutuantes: patinhos de plástico, barquinhos coloridos e dinossauros. A água respinga por toda parte, e o chão está levemente molhado, criando uma atmosfera de brincadeira e caos alegre. A situação principal mostra Tomás e Leonor se divertindo ao criar uma piscina para seus brinquedos, mas a água transborda e ameaça transformar o banheiro em um verdadeiro oceano de risadas e surpresas. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1 – A Piscina Secreta

Tomás era o irmão mais velho e sentia-se um verdadeiro protetor da família. Tinha 7 anos e um cabelo tão despenteado que parecia uma vassoura. Ao seu lado, andava sempre a sua irmã Leonor, uma pequena traquina de 5 anos, com olhos brilhantes e ideias ainda mais brilhantes. Numa tarde chuvosa, quando o tédio começou a espreitar pela porta, Leonor apareceu com um sorriso de quem vai aprontar.

— Tomás, já imaginaste se a nossa banheira fosse uma piscina gigante para os brinquedos? — perguntou, pulando de entusiasmo.

Tomás olhou para ela, desconfiado, mas a ideia parecia tão divertida que não conseguiu resistir.

— E se fizermos uma piscina proibida para os adultos? Só os brinquedos podem entrar! — respondeu ele, já a pensar nos seus patinhos de borracha e barcos de plástico.

Os dois correram para a casa de banho, cada um levando um saco cheio de brinquedos. Em poucos minutos, a banheira estava cheia de água morna, patinhos a flutuar, barquinhos a navegar e bonecos a mergulhar. Leonor até trouxe o dinossauro de plástico, que rapidamente virou o salva-vidas oficial.

— Dinossauros também nadam? — perguntou Tomás.

— Este nada até de costas! — respondeu Leonor, atirando o dinossauro para a água.

A sala de banho tornou-se o oceano mais divertido do mundo, com risos, salpicos e até uma competição de saltos para o sapo de borracha.

Capítulo 2 – O Naufrágio dos Brinquedos

Tudo estava a correr lindamente até ao momento em que Leonor decidiu inventar uma onda gigante. Pegou num copo de plástico e começou a despejar água para fora da banheira, fingindo ser o mar revoltoso.

— Tsunami! — gritou ela, rindo-se tanto que quase caiu para dentro da banheira.

Tomás tentou travá-la, mas quando deu por isso, o chão já estava a ficar molhado. A cada onda, mais água saltava para fora. Os bonecos nadavam felizes, mas o tapete da casa de banho já parecia uma lagoa.

— Leonor, pára! Assim a mãe vai perceber! — sussurrou Tomás, tentando apanhar água com as mãos, como se fossem baldes invisíveis.

Mas era tarde demais. Um pato de borracha escorregou para o chão, seguido por um barco pirata. O tapete começou a flutuar, e a água já ameaçava sair porta fora.

Nesse momento, ouviram passos no corredor. Era o som temido: mamã vinha aí!

Capítulo 3 – Missão Resgate: Salvar a Piscina

Num instante, Tomás e Leonor entraram em modo pânico. Ele pegou rapidamente numa toalha e começou a secar o chão, enquanto Leonor tentava apanhar os brinquedos naufragados.

— Rápido, Leonor! Se a mãe apanhar o chão todo molhado, vamos ser proibidos de fazer piscinas para sempre! — disse Tomás, de olhos arregalados.

Leonor, com o cabelo todo espetado, parecia uma capitã do navio em apuros. Puxava o pato com uma mão e o dinossauro com a outra.

— Ajuda-me, Tomás! O dinossauro não quer sair!

Tomás largou a toalha, agarrou o dinossauro e puxou com força. Escorregou, quase caiu, mas conseguiu salvar o dinossauro e o orgulho de irmão mais velho.

Rapidamente, os dois começaram a torcer as toalhas, a secar o chão e a alinhar os brinquedos como se estivessem no exército. Cada um tinha uma missão: Tomás secava, Leonor organizava.

Quando finalmente terminaram, o chão ainda estava um bocadinho húmido, mas muito melhor do que antes. Os brinquedos estavam todos alinhados como se tivessem participado num desfile.

— Achas que a mãe vai notar? — perguntou Leonor, com cara de mistério.

— Se não pisares no molhado, talvez não! — respondeu Tomás, a sorrir.

Nesse momento, a mãe abriu a porta devagarinho. Olhou para o chão, olhou para as crianças e depois para os brinquedos em fila.

— O que andaram a fazer aqui? — perguntou, tentando não rir da cena.

Tomás decidiu usar o seu melhor sorriso.

— Só demos um banho aos brinquedos, mãe. Eles estavam com calor.

A mãe olhou para eles, abanou a cabeça e não conseguiu conter o riso.

— Da próxima vez, tentem não dar banho ao tapete também, combinado?

Os dois irmãos riram-se, aliviados. Afinal, a piscina proibida tinha-se tornado numa aventura inesquecível… e quase num lago no corredor!

Capítulo 4 – A Promessa dos Irmãos

Naquela noite, depois do jantar, Tomás e Leonor estavam no quarto a conversar. Leonor estava deitada na cama, com o dinossauro ao lado.

— Gostei da nossa piscina proibida — disse ela, sorrindo.

— Eu também, mas para a próxima precisamos de menos ondas gigantes — respondeu Tomás, fazendo cócegas na barriga dela.

Leonor riu tanto que quase caiu da cama. Tomás sentou-se ao lado dela e prometeu:

— Vamos continuar a inventar aventuras juntos, mas sempre a limpar tudo no fim! Assim, ninguém fica chateado.

Leonor estendeu o mindinho, e Tomás fez o mesmo. Selaram a promessa com o toque dos dedos e um sorriso cúmplice.

Nesse momento, olharam um para o outro e souberam que, mesmo entre risos, trapalhadas e pequenas broncas, seriam sempre a melhor equipa do mundo.

E assim, com o coração leve e muitos planos para novas travessuras, adormeceram, sonhando com as próximas aventuras… talvez uma pista de carros na cozinha ou um castelo de almofadas na sala. Afinal, para dois irmãos como eles, todos os dias podiam ser um mergulho na diversão!

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Traquina
Uma criança que gosta de fazer travessuras e bagunça.
Naufrágio
O que acontece quando um barco afunda ou se perde no mar.
Salvavidas
Um dispositivo ou objeto usado para ajudar pessoas a flutuar na água e não se afogar.
Tsunami
Uma onda gigante que pode acontecer no mar, geralmente causada por um terremoto.
Despejar
Colocar ou derramar uma quantidade de líquido em outro lugar.
Trapalhadas
Situações confusas e desastradas, geralmente causadas por erros ou brincadeiras.

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