Carregando...
História de viagem no tempo 9 a 10 anos Leitura 7 min.

A incrível viagem na máquina do tempo da garagem

Quatro amigos constroem uma máquina do tempo e viajam para um passado onde enfrentam aventuras que os ensinam sobre amizade, responsabilidade e o cuidado em não alterar a história.

Baixar esta história em PDF

Ideal para compartilhar ou imprimir esta história!

Baixar o e-book (.epub)

Leia esta história no seu leitor de e-books.

Quatro crianças: menino de 9 anos com cabelo castanho despenteado, camiseta azul às riscas e joelhos ralados, puxa a grande alavanca dourada da máquina, ligeiramente à esquerda; menina de 9 anos com cabelos compridos trançados e vestido amarelo às bolinhas brancas, segura um caderno e lápis, à direita da máquina, maravilhada; menino de 10 anos com cabelo loiro curto e boné vermelho ao contrário, agacha-se com uma caixa de ferramentas vermelha e sorri, em frente à base metálica; menina de 9 anos com cabelo preto curto e óculos redondos manipula fios coloridos e uma pequena lâmpada atrás da máquina, inclinada para o aparelho. Local: garagem ensolarada com paredes de madeira clara, prateleiras cheias de caixas e brinquedos, janela quadrada com raio de luz quente, chão de cimento com manchas de tinta, planta em vaso e um velho relógio despertador e rádio antigos ao lado da máquina. Situação: máquina do tempo em caixa metálica brilhante com botões coloridos, grande mostrador de relógio antigo e uma alavanca dourada cintilante; crianças trabalham em equipa, rostos radiantes de excitação, faíscas de luz suave nos botões, atmosfera de aventura e curiosidade. Estilo chibi kawaii: proporções fofas, cores pastel vivas, contornos nítidos e expressões exageradas e alegres. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1 – O Projeto Secreto na Garagem

Num dia de verão, quando o céu parecia pintado a pinceladas largas, quatro amigos reuniram-se na garagem de Tomás. Eram ele, Rita, Lucas e Sofia, todos com nove anos, menos Lucas, que fazia dez no mês seguinte. A garagem cheirava a madeira, cola e aventuras por inventar.

"Prontos para a experiência do século?" perguntou Tomás, com os olhos a brilhar. Do lado dele, Rita mexia nos fios coloridos de um estranho aparelho.

"Se isto funcionar, vai ser mais fixe do que qualquer videojogo," disse Lucas, entusiasmado.

Sofia tirou do bolso um caderno onde escrevia tudo o que achava importante. "Hoje é o dia: vamos tentar ligar a máquina do tempo!"

No centro do espaço, uma caixa de metal brilhava à luz do sol. Tinha botões de todas as cores, um relógio antigo colado ao topo e uma alavanca dourada. Os amigos tinham passado semanas a colecionar peças: um rádio velho do avô de Rita, o despertador de Tomás e até uma lanterna partida de Lucas.

"Prontos para viajar?" perguntou Tomás, com um sorriso travesso.

"Para onde vamos?" quis saber Sofia, já com o caderno aberto.

"Que tal o passado? Talvez... a época dos nossos avós!" sugeriu Rita.

Lucas bateu palmas. "Imaginem conhecer a minha avó quando era criança!"

Todos riram, mas o nervosismo borbulhava no peito de cada um. Com um aceno de cabeça, Tomás puxou a alavanca. Um zumbido encheu a garagem. As paredes pareceram dissolver-se e, num piscar de olhos, o grupo desapareceu da garagem e surgiu noutro lugar.

Capítulo 2 – Uma Rua Diferente

O ar era fresco e havia o cheiro a pão acabado de sair do forno. Olharam em volta: estavam numa rua de calçada, com casas baixas e jardins cheios de flores. Não havia sinais de carros modernos, nem telemóveis nas mãos das pessoas.

"Uau, isto é mesmo o passado!" exclamou Lucas, maravilhado.

"Olhem, aquela senhora está a varrer a rua com uma vassoura de palha," observou Rita, apontando discreta.

Sofia rabiscava furiosamente: "No passado, as pessoas varrem a rua, usam roupas diferentes e... esperem, onde está a nossa máquina?"

De repente, todos se voltaram: a máquina do tempo estava ali, mas parecia um velho carrinho de mão, disfarçado entre as flores.

"Boa camuflagem," comentou Tomás, rindo-se baixinho.

O grupo começou a explorar. Viram crianças a saltar à corda e ouviram um rádio tocar música antiga. Aproximaram-se de uma banca de fruta.

"Bom dia," cumprimentou a vendedora. "Querem maçãs?"

Lucas sorriu. "Não, obrigada. Só estamos a passear."

Sofia anotava: "As pessoas do passado são simpáticas e sorriem muito."

Rita aproximou-se de uma fonte. "Vamos tentar não alterar nada. Não podemos contar de onde viemos, certo?"

"Regra número um das viagens no tempo," disse Tomás. "Não mexer no que não entendemos."

Capítulo 3 – O Mistério do Relógio

Enquanto exploravam, ouviram uma discussão animada. Um grupo de crianças rodeava um relógio de sol partido.

"O meu avô vai ficar tão triste," lamentava um menino. "Este relógio é do tempo do bisavô dele."

Rita aproximou-se, curiosa. "O que aconteceu?"

"Alguém bateu na base e partiu," explicou a menina de tranças. "Agora ninguém sabe as horas certas."

Sofia olhou para os amigos. "Se ajudarmos, não estaremos a mudar demais?"

Tomás pensou um pouco. "Ajudar a consertar não deve ter mal. É só reparar o que já existia."

Lucas ajoelhou-se, analisando as peças. "Acho que conseguimos. Temos as ferramentas da máquina!"

Durante minutos, trabalharam juntos, usando fita e parafusos do aparelho de Tomás. Ajustaram as peças, enquanto Sofia desenhava um esquema do relógio.

"Pronto!" anunciou Lucas, limpando as mãos às calças.

O grupo de crianças aplaudiu. "Obrigada! Agora já sabemos quando é hora do lanche!"

Os amigos sorriram. Sofia anotou: "Ajudar faz bem, mas temos de ser cuidadosos."

Capítulo 4 – A Confusão do Gato Cinzento

De repente, um miar aflito ecoou na praça. Um gato cinzento estava preso no alto de uma árvore.

"Coitado!" exclamou Rita, correndo para ajudar.

Tomás olhou em volta. "Não podemos chamar os bombeiros... E se usássemos a máquina para o apanhar?"

Lucas abanou a cabeça. "Isso pode ser perigoso. E se a máquina se estragar?"

Sofia sugeriu: "Podemos fazer uma torre humana!"

Com risos e algum esforço, as crianças empilharam-se, uma ajudando a outra. Tomás subiu aos ombros de Lucas, Rita agarrou Tomás e Sofia segurou nas pernas de Rita. Com muito cuidado, Tomás esticou o braço e o gato saltou para o seu colo, ronronando alto.

Ao descerem, a dona do gato agradeceu com um sorriso. "São uns heróis! Obrigada pelo cuidado."

Enquanto o grupo se afastava, Rita sorriu: "Viram? Não precisamos de tecnologia para resolver tudo. Basta trabalhar em equipa."

Sofia escreveu: "A amizade é o nosso melhor truque."

Capítulo 5 – O Paradoxo do Lanche

Já o sol se punha, quando ouviram um som estranho: a máquina do tempo piscava luzes vermelhas.

"Temos de voltar antes que fique sem energia," avisou Tomás.

"Ainda bem, já começo a ter saudades da nossa casa," disse Lucas, esfregando a barriga.

Antes de partirem, as crianças do passado ofereceram-lhes um bolo simples, dizendo: "Para os nossos novos amigos. Voltem sempre!"

Rita hesitou. "E se isto criar um paradoxo? Se levarmos este bolo para o futuro, será que ele existirá?"

Sofia respondeu, divertida: "Se não existisse, então não estaríamos aqui a pensar nisso! Mas talvez seja melhor só levarmos memórias."

Despediram-se com abraços e subiram para a máquina. Tomás puxou a alavanca, o mundo rodou e, num instante, estavam de volta à garagem.

O cheiro a madeira e cola estava igual. Mas, no topo da máquina, havia um post-it amarelo com letra de Sofia: "Bem rentrados! – Não esquecer: respeitar o passado, viver o presente!"

Os amigos olharam uns para os outros e riram. Fora uma aventura inesquecível. E, claro, tudo estava no caderno de bordo de Sofia, para nunca se esquecerem das lições daquele dia.

Sem publicidade 3 € por mês

Deseja uma leitura sem interrupções? Apoie Oh My Tales, remova todos os anúncios e aproveite outras vantagens incluídas a partir de 3€ por mês.

Veja os planos e tarifas
Compartilhar

reportar um problema com esta história

O que você achou desta história?

Dê sua opinião atribuindo uma nota a esta história com base no que você e/ou seu filho acharam. Obrigado antecipadamente!

Obrigado! Sua nota foi levada em conta!

O quiz: você entendeu bem a história?

Aparelho
Um objeto com peças que faz uma função, como uma máquina ou rádio.
Camuflagem
Quando algo se esconde porque parece igual ao redor.
Calçada
Rua feita com pedras ou blocos onde as pessoas andam.
Vassoura de palha
Uma vassoura feita com ramos ou palha para varrer o chão.
Paradoxo
Uma ideia que parece contradizer-se ou difícil de explicar.
Parafusos
Pequenas peças de metal usadas para unir objetos com uma chave.
Esquema
Desenho ou plano simples que mostra como algo funciona.
Ronronando
Som suave que um gato faz quando está feliz ou calmo.
Rabiscava
Desenhar ou escrever rápido, sem se preocupar com perfeição.
Empilharam-se
Colocaram-se uns sobre os outros formando uma pilha humana.

Crie uma história mágica e única para o seu filho!

Crie em poucos minutos uma aventura personalizada onde seu filho se torna o herói. Com nossa ferramenta exclusiva, é fácil, gratuito e divertido!

Criar uma história

Baixe esta história:

Baixar esta história em PDF Baixar o e-book (.epub)

Receba novas histórias todos os domingos à noite!

Receba 7 histórias emocionantes e cativantes, adaptadas à idade e aos gostos do seu filho, todo domingo às 17h*. É grátis e garantido sem spam!
*E-mail enviado às 16h00, hora de Lisboa.
Nós também não gostamos de spam. Assim, nós só lhe enviaremos histórias. Você poderá se descadastrar quando desejar.