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História de viagem no tempo 9 a 10 anos Leitura 18 min.

A escada secreta do tempo e a ampulheta de areia azul

Rui e Lia descobrem uma escada secreta que os leva a diferentes momentos do tempo e, ao explorar ontem e amanhã, confrontam regras e pequenos desafios que os obrigam a aprender a observar antes de agir.

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Rui, uma pequena raposinha chibi de pelagem ruiva e olhos curiosos, segura delicadamente uma ampulheta de vidro com areia azul que escorre, com expressão maravilhada e um caderninho marrom debaixo do braço; Lia, uma coelhinha chibi branca de orelhas rosadas, está à esquerda, sorrindo maliciosamente com os braços cruzados e um lápis atrás da orelha; o Mestre Mirto, um mocho idoso chibi de plumagem acinzentada e óculos redondos, sentado numa cadeira alta atrás de uma bancada, aponta suavemente para um quadro com as palavras "OBSERVAR / PENSAR / NÃO COMER"; a oficina é pequena e acolhedora, com prateleiras de madeira, frascos e rodas, lâmpadas pendentes, mapas coloridos na parede e luz dourada suave entrando por uma janela redonda — cena de aprendizado calmo e mágico, curiosidade respeitosa, cores pastel e sombras suaves, etiqueta "NÃO VIRAR" presa à ampulheta. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1 — A escada atrás do armário

Rui era uma raposa curiosa. Não era “curiosa tipo espreitar pela fechadura”. Era curiosa tipo contar quantas estrelas apareciam antes do sono e perguntar por que razão as folhas mudam de cor.

Numa manhã de terça-feira, Rui estava a arrumar o seu esconderijo na velha cabana da floresta. Ao puxar um armário torto, ouviu um som estranho: toc… toc… como se a madeira respondesse.

Lia, a sua melhor amiga, uma coelha rápida e bem-humorada, apareceu à porta com um lápis atrás da orelha. “O que estás a fazer? A falar com móveis?”

“Eu? Nunca!”, disse Rui, com a cauda a fazer um oito no ar. “Só… ouvi um eco.”

Atrás do armário, havia uma tábua mais clara do que as outras. Rui empurrou com cuidado. A tábua cedeu e revelou uma abertura estreita. De lá vinha um cheiro fresco, como pão acabado de cozer… e como chuva de ontem.

Lia esticou o pescoço. “Isso é uma passagem secreta. Aposto duas cenouras.”

Rui apanhou um caderno pequeno, porque Rui tinha uma mania: escrever “Notas de Bordo” como se fosse um grande explorador.

Nota de Bordo: Descoberta: abertura atrás do armário. Cheiro: manhã. Som: relógio sem relógio.

A abertura dava para uma escada em espiral, feita de pedra lisa, com degraus que pareciam brilhar só um bocadinho, como se tivessem guardado luz do sol. No primeiro degrau, estava gravado: ONTEM DE MANHÃ.

Rui engoliu em seco. “Isso… é muito específico.”

Lia riu. “Pelo menos não diz ‘ontem à tarde depois do lanche'. Vamos?”

Rui pôs uma pata no degrau. A pedra estava morna, como uma caneca de chá. A escada soltou um sopro suave e, sem empurrar, começou a girar devagar, como um caracol com pressa.

E então, de repente, o ar mudou. Os sons mudaram. Até o silêncio ficou diferente.

Quando Rui e Lia chegaram ao fim, havia uma porta aberta para… a mesma cabana.

Só que a luz da janela vinha de um sol que ainda nem tinha subido bem. E na mesa, havia um prato com migalhas frescas que Rui reconheceu.

“Espera”, sussurrou Rui. “Isto é…”

“O pequeno-almoço de ontem”, completou Lia, com olhos redondos.

Capítulo 2 — O ontem que ainda cheira a pão

Tudo parecia igual e ao mesmo tempo novo. O pó no chão estava arrumado em linhas certinhas, como se ainda não tivesse sido pisado. O relógio de parede fazia tic-tac com mais energia. Lá fora, um pássaro cantava a mesma música… mas um pouco mais alto, como se estivesse a ensaiar.

Rui aproximou-se da mesa. Havia duas canecas. Uma tinha um risco de mel. Era a caneca dele. Ontem, ele tinha deixado cair uma gota e prometera limpar “logo”. Claro que “logo” nunca chega quando se é uma raposa com ideias.

Lia pegou no caderno de Rui e apontou com o lápis. “Regra número um: não mexer em coisas importantes.”

Rui assentiu, muito sério. “Não mexer em… mim.”

Como se o universo tivesse ouvido, ouviram passos do lado de fora. Passos leves e conhecidos. Rui puxou Lia para trás de uma cortina.

A porta abriu-se e entrou… Rui. Um Rui de ontem, com o pelo um pouco mais despenteado e a cara de quem ainda não decidiu se o dia vai ser brilhante ou resmungão.

Atrás dele vinha uma Lia de ontem, a mastigar uma cenourinha, tranquila.

Rui de hoje prendeu a respiração. “Sou eu”, pensou, como se fosse uma frase proibida.

Lia de hoje fez um gesto rápido: dedos nos lábios. “Shhh.”

Rui de ontem disse: “Tenho a sensação de que me esqueci de alguma coisa.”

Lia de ontem respondeu: “Esqueceste-te de limpar a gota de mel. O ‘logo' é uma criatura imaginária, Rui.”

Rui de hoje quase riu alto. Era estranho ouvir a própria voz a levar uma bronca tão bem merecida.

Nota de Bordo: Confirmado: estamos no ontem de manhã. Existem versões de nós. Regra: não sermos vistos.

Do lado de fora, o vento trouxe um som metálico: cling! A tampa da caixa de ferramentas, no alpendre, abriu sozinha e caiu com estrondo.

Rui de ontem foi ver. Rui de hoje e Lia de hoje aproveitaram para sair devagarinho, como sombras com patas.

No alpendre, uma coisa brilhava ao lado da caixa: uma pequena ampulheta de vidro, com areia azul. Não parecia ser de ninguém. Tinha uma etiqueta presa por um fio: “POR FAVOR, NÃO VIRE DUAS VEZES.”

Lia de hoje levantou uma sobrancelha. “Isso é um convite para desastre.”

Rui de hoje aproximou-se e leu em voz baixa. “Ou um aviso muito educado.”

A areia azul descia, muito, muito devagar. Quando caiu um único grão, a luz à volta piscou, como se o dia piscasse o olho.

Rui olhou para Lia. “Se isto tem a ver com tempo… então a escada é só a porta. Isto é a chave.”

Lia encostou as patas atrás das costas, como alguém que tenta não tocar numa tarte quente. “A chave que diz ‘não mexer'.”

Rui respirou fundo. A curiosidade, dentro dele, era um foguete a contar: três… dois… um…

E uma voz, vinda do nada, mas gentil como um professor paciente, sussurrou: “Uma vez para aprender. Duas para confundir.”

Rui e Lia congelaram. Não era assustador. Era… como um lembrete.

Rui pegou na ampulheta com muito cuidado, como se segurasse um raio de luar. A areia azul tremeu, mas não caiu mais depressa.

E a escada secreta, atrás do armário, soltou um brilho fraco, como se dissesse: “Estou a ouvir.”

Capítulo 3 — A visita à oficina do futuro

O alpendre, de repente, ficou pequeno demais para a ideia que Rui tinha na cabeça. Ele olhou para a ampulheta, olhou para a escada e sussurrou: “E se… pudéssemos ver amanhã?”

Lia cruzou os braços. “E se amanhã nos vir primeiro?”

Rui abriu o caderno e escreveu com letra apressada.

Nota de Bordo: Hipótese: a ampulheta controla o destino dos degraus. Objetivo: observar, não alterar.

Decidiram um plano simples: descer a escada, mas manter a ampulheta na posição certa, sem a virar. Só observar. Só aprender. Rui repetiu isso três vezes, como se fossem cordões bem atados.

Desceram. Os degraus mudaram de cor: do cinzento da pedra para um branco suave. No meio da espiral, as letras nos degraus começaram a variar, como páginas de um calendário: AMANHÃ DE MANHÃ, DAQUI A UMA SEMANA, DAQUI A UM ANO. Rui sentiu o coração a fazer cambalhotas felizes.

Lia apertou o braço de Rui. “Escolhe um. Um só.”

Rui parou num degrau que dizia AMANHÃ DE MANHÃ. “É perto. Menos confusão.”

Quando chegaram ao fim, não era a cabana. Era uma oficina cheia de objetos engraçados: rodas que giravam sem tocar no chão, mapas com linhas coloridas, e um quadro com desenhos de escadas e ampulhetas.

No centro, sentado numa cadeira alta, havia um mocho velho com óculos redondos. Tinha penas desalinhadas e um olhar vivo.

Ele levantou a cabeça e disse, como se os estivesse à espera: “Ah! Visitantes pontuais.”

Rui deu um passo atrás. Lia sussurrou: “Ele viu-nos.”

O mocho sorriu. “Não se preocupem. A escada traz quem tem perguntas honestas.”

Rui, sendo uma raposa sincera, endireitou-se. “Nós… viemos pelo ontem. E agora… caímos no amanhã.”

“Cair é uma palavra feia para uma viagem tão elegante”, disse o mocho. Ele apontou para a ampulheta nas patas de Rui. “Vejo que a encontraram. Lembrem-se do bilhete.”

Lia inclinou-se. “Quem é o senhor?”

“Chamam-me Mestre Mirto. Eu tomo conta das regras para que as aventuras não se transformem em sopa de paradoxos.

Rui franziu o focinho. “Sopa?”

“Sim. Quando se mexe demais no tempo, tudo fica misturado: ontem com amanhã, bolo com peixe, meias com chapéus. Uma confusão.”

Lia riu. “Meias com chapéus já acontece na minha gaveta.”

Mestre Mirto abriu uma gaveta e tirou um pequeno quadro, como um semáforo, com três cores e palavras simples.

Verde: OBSERVAR

Amarelo: PENSAR DUAS VEZES

Vermelho: NÃO MEXER

“Regra principal”, disse ele. “Não tentem consertar o passado com pressa. O passado é como vidro: parece forte, mas racha com um dedo.”

Rui olhou à volta e viu, numa prateleira, um frasco com uma etiqueta: “IDEIAS NÃO TESTADAS”. Dentro, havia papéis dobrados a saltitar sozinhos.

Rui perguntou: “E o presente? O que é?”

Mestre Mirto bateu com a asa no chão, com carinho. “O presente é o lugar onde as tuas escolhas vivem. E onde as tuas pequenas lições servem para alguma coisa.”

Lia apontou para um mapa na parede. No mapa havia um pontinho a piscar. “Esse ponto… é a nossa cabana?”

“É. E está ligado ao ontem. Vocês ainda têm um fio preso lá. Se puxarem demais, o nó aperta.”

Rui sentiu um arrepio de atenção. “Então não podemos ficar.”

“Podem observar um instante”, disse Mestre Mirto. “Mas sem tocar em nada que crie encontros com vocês mesmos. E, por favor, não virem a ampulheta duas vezes.”

Rui olhou para a areia azul, que continuava a cair como se contasse segredos.

Nota de Bordo: Encontro: Mestre Mirto. Regras: observar, não mexer; não consertar o passado; não virar duas vezes.

Rui e Lia aproximaram-se de uma janela. Do lado de fora, viram a floresta com um brilho diferente: havia mais flores abertas, como se tivessem aprendido a ser corajosas durante a noite.

E viram uma coisa que fez Rui sorrir: na porta da cabana, amanhã, havia um pano pendurado com letras tortas: “LEMBRAR DE LIMPAR A GOTA DE MEL.”

Lia deu-lhe uma cotovelada leve. “Vês? Amanhã lembra-te do ontem.”

Rui riu baixinho. “O tempo é mesmo teimoso.”

Capítulo 4 — O paradoxo da gota de mel

Quando voltaram a subir, o ar ficou mais pesado, como se carregasse mais memórias. A escada trouxe-os de volta ao ONTEM DE MANHÃ. A cabana estava silenciosa.

Mas no chão do alpendre… a ampulheta tinha deixado cair um grão de areia azul fora do vidro. Um único grão, brilhante como uma estrela caída.

Lia arregalou os olhos. “Isso não estava aí!”

Rui sentiu o estômago dar um nó. “Eu não… eu juro que não virei.”

O grão de areia azul começou a rolar sozinho, devagarinho, até à beira da mesa. E parou mesmo ao lado da caneca com a gota de mel.

Rui seguiu com o olhar, como se estivesse a ver um caracol a atravessar uma estrada. “O tempo… está a apontar.”

Lia sussurrou: “Não mexer, Rui.”

Mas naquele instante, Rui de ontem entrou na cabana e viu o grão azul.

Rui de ontem disse: “Uau. Isto parece… açúcar do céu.”

Lia de ontem respondeu: “Não metas isso na boca! Pode ser… sei lá… magia.”

Rui de ontem aproximou-se da caneca e, sem querer, encostou o dedo na gota de mel. A gota caiu no chão. Ploc.

Rui de hoje quase gritou. “A gota!”

A gota de mel no chão começou a brilhar um bocadinho ao tocar no grão azul, como se os dois fossem primos distantes que se reconheceram.

De repente, a escada secreta soltou um som de sino baixo. Dong. E o ar tremeluziu.

Mestre Mirto tinha dito: “Não mexer no passado com pressa.” Mas ninguém mexera! Ou… mexera sem querer.

Lia agarrou a pata de Rui. “Se o mel e a areia se misturam, pode dar… sopa de paradoxos.”

Rui respirou fundo. Ele não queria uma sopa onde ontem e amanhã dançassem dentro da mesma panela.

Ele olhou para o caderno e escreveu com mão trémula.

Nota de Bordo: Problema: grão de areia azul fora do vidro + gota de mel caída = possível confusão temporal. Precisamos de uma solução simples e limpa.

Rui teve uma ideia que não era brilhante, mas era… prática. Em vez de impedir o Rui de ontem, ele podia impedir a mistura de crescer.

Com muito cuidado, sem ser visto, Rui de hoje pegou num pano e puxou-o pelo chão com uma vara comprida, como quem pesca um peixe tímido. O pano deslizou e cobriu a gota de mel antes que ela se espalhasse.

O grão azul ficou preso no pano, sem tocar mais no mel.

Rui de ontem olhou para o chão e franziu o nariz. “Juro que vi algo a mexer!”

Lia de ontem disse: “Deve ser o vento. Ou o teu cérebro a acordar.”

Rui de hoje e Lia de hoje ficaram imóveis, como duas estátuas de floresta. O coração de Rui batia tão alto que ele achou que o relógio de parede ia reclamar.

Quando Rui de ontem foi buscar a vassoura, Rui de hoje aproveitou. Dobrou o pano com o grão azul lá dentro, como um segredo embrulhado, e correu para a abertura atrás do armário.

Lia de hoje seguiu-o, a saltitar sem fazer barulho, o que é muito difícil para uma coelha.

Chegaram à escada e desceram um pouco, até ao degrau onde as letras diziam apenas: ENTRE.

Ali havia uma pequena prateleira na parede, como um lugar feito para guardar coisas perigosas e pequenas. Rui colocou o pano com o grão azul lá dentro.

O brilho no ar acalmou. O sino parou.

Lia soltou o ar que estava a prender. “Funcionou!”

Rui encostou a testa à pedra fria. “Acho que… acabámos de aprender a diferença entre curiosidade e pressa.”

Lia sorriu. “Curiosidade faz perguntas. Pressa empurra respostas.”

Rui riu, aliviado. “E às vezes derruba mel.”

Capítulo 5 — O regresso ao agora, com uma lição no bolso

Subiram a escada com passos leves. Rui segurava a ampulheta com as duas patas, como se ela fosse uma bolha de sabão. Não a virou. Nem uma vez.

Quando abriram a porta no topo, a luz da cabana era a luz certa. O cheiro era o de hoje. O relógio batia no ritmo normal, como se nada tivesse acontecido e, ao mesmo tempo, como se tudo tivesse acontecido.

Na mesa, a caneca de Rui tinha uma gota de mel… mas desta vez havia um pano ao lado, prontinho, como se alguém tivesse preparado o “logo” com antecedência.

Rui piscou os olhos. “Estamos de volta.”

Lia correu até à janela. “Sim! Olha, o sol está onde devia estar.”

Rui abriu o caderno e escreveu, com calma.

Nota de Bordo: Regresso: presente confirmado. Resultado: vimos ontem e um pedaço de amanhã. Evitámos a sopa de paradoxos. Lição: observar primeiro, mexer depois (se for preciso).

Nesse instante, ouviram um toc… toc… suave atrás do armário. Rui afastou-o um pouco. A abertura continuava lá, mas agora tinha uma pequena placa de madeira, como um aviso amigável:

“A ESCADA ABRE PARA QUEM RESPEITA O TEMPO.”

Lia apontou para a ampulheta. “E essa?”

Rui olhou para a areia azul. Ela tinha parado, como se estivesse a dormir. Rui colocou a ampulheta numa prateleira alta, fora do alcance de patas nervosas.

“Vamos guardá-la”, disse ele. “Não para mandar no tempo. Para nos lembrar de o ouvir.”

Lia assentiu. “E para te lembrar de limpar mel.”

Rui pegou no pano e limpou a gota, finalmente. Era um gesto simples, mas parecia importante, como apertar bem os atacadores antes de uma corrida.

Lá fora, a floresta brilhava no presente. Um presente cheio de perguntas novas, mas sem pressa de as engolir todas.

Rui olhou para Lia e disse, com um sorriso: “Amanhã… eu vou pendurar um aviso na porta.”

Lia riu. “Já vi esse amanhã.”

Rui piscou-lhe o olho. “Então o tempo não se vai importar se eu fizer uma coisa boa um bocadinho mais cedo.”

E, com o caderno no bolso e a curiosidade bem acordada, Rui sentiu que o melhor tipo de viagem no tempo era esta: voltar ao agora com os olhos mais atentos.

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Notas de Bordo
Pequenas anotações que alguém escreve para lembrar coisas de uma aventura.
Alpendre
Pequeno espaço coberto junto à entrada de uma casa, onde se pode estar ao ar livre.
Ampulheta
Objeto de vidro com areia que mede o tempo enquanto a areia cai.
Escada secreta
Uma escada escondida que leva a um lugar inesperado ou oculto.
Sopa de paradoxos
Imagem que mostra uma grande confusão onde o passado e o futuro se misturam.
Paradoxos
Situações estranhas que parecem contradizer a lógica ou causar confusão.
ENTRE
Palavra em maiúsculas usada como indicação num degrau, significa um lugar de passagem.
OBSERVAR
Olhar com atenção para aprender sem mudar nada.
PENSAR DUAS VEZES
Lembrete para refletir com calma antes de tomar uma decisão.
NÃO MEXER
Aviso claro para não tocar nem mudar alguma coisa.

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