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História de super-heróis 11 a 12 anos Leitura 19 min.

O sentinela do meridiano e a maré de luz de Brumamar

O Sentinela do Meridiano enfrenta estranhas esferas de energia que perturbam Brumamar e, com a ajuda de uma unidade guardiã mecânica, tenta proteger a cidade enquanto investiga a origem do fenômeno no farol costeiro.

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Um homem alto e atlético na casa dos 30, rosto bronzeado, barba curta e olhar determinado e benevolente, veste um traje azul-océano com linhas prateadas e capacete aberto; segura na palma da mão uma pequena esfera luminosa e quente e sorri levemente enquanto olha para o horizonte. À esquerda, um menino de cerca de 8 anos, cabelo preto desgrenhado, olhos arregalados de curiosidade, aponta a cena atrás de um quiosque de sorvetes, pronto para correr; veste camiseta amarela e short azul. À direita, uma mulher idosa de cerca de 70 anos, com chapéu florido e casaco creme, sentada num banco com as mãos juntas, observando aliviada e confiante. Ao fundo, a promenade costeira de Brumamar: calçadão de pedra clara, bancos de madeira, postes futuristas, alguns drones de entrega em voo e um antigo farol de pedra branca iluminando o mar. O herói acabou de conter uma grande esfera de energia; agora a esfera é pequena e calma na sua palma, os transeuntes estão tranquilos, é noite com reflexos prateados nas ondas e luzes quentes na cidade. Estilo: cores suaves, contrastes moderados, traços arredondados, texturas levemente granuladas, atmosfera heroica e serena. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1 — O Homem que Ouvia a Cidade

Na cidade costeira de Brumamar, os prédios pareciam velas de pedra, e as ruas corriam como rios entre luzes de néon. Ali, quando o vento vinha do oceano, trazia cheiro de sal, gasolina e pipoca doce.

No topo de um edifício, um homem observava tudo como se a cidade fosse um grande tabuleiro vivo.

Chamava-se Gael Arpão — mas quase ninguém conhecia esse nome. Para Brumamar, ele era o Sentinela do Meridiano.

Alto, de ombros largos, pele morena que brilhava sob as placas luminosas, barba curta e bem aparada, olhos cinzentos como metal polido. Usava um fato de combate azul-escuro com linhas prateadas que corriam pelo peito e braços, como mapas de constelações. No pulso esquerdo, um bracelete com pequenos sensores faiscava discretamente; no direito, uma cápsula retrátil guardava um cabo de fibra luminosa. O detalhe mais marcante era o capacete aberto, com uma viseira transparente que mostrava o rosto — porque, dizia ele, “as pessoas merecem ver que o herói também respira”.

E Gael era rigoroso. Não só com treinos e horários, mas com algo ainda mais sério: responsabilidade.

O bracelete vibrou. Três pulsos curtos. Alerta.

A voz da IA da cidade, suave e objetiva, saiu do comunicador no ombro:

— Sentinela, anomalia energética a aproximar-se do setor Leste. Padrão desconhecido.

Gael inspirou, como se puxasse o ar da própria noite.

— Desconhecido não é impossível — murmurou. — Só é novo.

Ele ativou o cabo de fibra. Uma linha de luz prateada disparou e agarrou-se a uma antena. Num salto, atravessou o vazio com a leveza de quem já contou cada metro de distância. O vento tentou empurrá-lo; ele respondeu com um sorriso curto.

— Brumamar, fica tranquila — disse, como se falasse com a cidade inteira. — Eu estou a ouvir.

Capítulo 2 — A Maré de Luz

No setor Leste, as ruas eram mais estreitas, cheias de cafés e lojas de reparações de drones. O chão tremia com um zumbido baixo, como um enjoo de eletricidade. As lâmpadas piscavam num ritmo estranho, e pequenos drones de entrega giravam no ar, confusos, como mosquitos tontos.

Gael aterrou numa esquina. O bracelete analisou o ambiente. Um holograma de linhas verdes desenhou-se no ar: ondas de energia a crescerem, como maré.

Do outro lado da avenida, um objeto flutuava a meio metro do chão. Parecia uma esfera feita de vidro e sombra, com rachaduras luminosas. Dentro, faíscas dançavam como peixes presos numa rede.

— Ok… isto não veio de nenhuma loja de souvenirs — comentou Gael.

Uma criança apontou, olhos arregalados:

— Senhor Sentinela! Isso vai explodir?

Gael agachou-se para ficar à altura dela. A voz dele foi firme, mas calma:

— Vai acontecer uma coisa melhor: vai ser controlado. Tu e a tua família vão agora para um abrigo, está bem?

Ele levantou-se e acionou o comunicador.

— Central de Brumamar, aqui Sentinela do Meridiano. Sinalizo abrigo no Ginásio Maralto. Repito: Ginásio Maralto como abrigo. Direcionem as pessoas para lá com calma.

— Confirmado, Sentinela — respondeu a IA. — Rotas seguras a serem projetadas nos painéis públicos.

Os painéis nas paredes acenderam-se com setas azuis. Gael apontou.

— Sigam as setas. Sem correrias. Eu fico aqui.

Um homem nervoso tentou discutir:

— Mas e se…

Gael ergueu a mão, e o gesto foi como fechar uma porta ao pânico.

— Eu vou segurar o “e se”. Vocês segurem-se uns aos outros.

A esfera começou a rodar mais depressa. Um feixe de luz disparou, cortando o ar e estourando uma placa publicitária com um “PLOFT” de faíscas e fumaça. Nada de estilhaços perigosos — a energia parecia… inteligente.

— Inteligente ou irritada — disse Gael. — Vamos conversar.

Ele estendeu o cabo de fibra luminosa e tentou laçar a esfera. A luz tocou a superfície… e foi repelida como se tivesse batido numa onda invisível.

— Ah. Então estás com personalidade.

A esfera respondeu com outro feixe, que passou a centímetros do ombro dele e fez os pelos do braço se arrepiarem. Gael girou o corpo, rápido, e saltou para um poste, depois para uma varanda, sempre mantendo o olhar na esfera.

— Brumamar, eu pedi conversa, não fogos de artifício! — gritou, tentando manter o humor no meio do perigo.

O bracelete apitou e projetou uma mensagem curta:

ORIGEM: SUBMARINA. TRAJETO: PROMENADE COSTEIRA.

Gael franziu o cenho.

— Então é lá que tudo começa.

Capítulo 3 — A Promenade e o Oceano que Sussurra

A promenade costeira de Brumamar era um caminho largo de pedra clara, com bancos, ciclovias e postes de luz que pareciam lanternas futuristas. À direita, o mar escuro; à esquerda, o brilho da cidade. O vento ali era diferente: não empurrava, aconselhava. Fazia a gente pensar.

Gael correu pela promenade, as botas a baterem num ritmo forte e certo. À frente, pescadores recolhiam redes, turistas tiravam fotos do mar, e um vendedor de gelados discutia com um drone que insistia em pousar em cima do carrinho.

— Ei! Isso é de limão, não é pista de aterragem! — resmungava o vendedor.

Gael passou e, sem parar, estendeu o cabo e puxou o drone para longe com um movimento leve, como quem arruma uma gravata.

— Hoje não, campeão — disse ao drone, e ele voltou a voar, envergonhado… se drones soubessem sentir vergonha.

Mais adiante, as luzes da promenade começaram a piscar no mesmo ritmo que no setor Leste. O mar também parecia acompanhar, com pequenas ondas a baterem como palmas inquietas.

No meio do caminho, uma tampa metálica no chão — acesso a um túnel de manutenção — tremia.

Gael ajoelhou-se, encostou a mão e deixou o bracelete “ouvir” a vibração. O visor projetou um mapa subterrâneo com um ponto vermelho que crescia.

— Seja o que for, está a subir.

Ele falou ao comunicador:

— Central, afastem as pessoas da promenade. Rotas alternativas. E mantenham o abrigo do Ginásio Maralto ativo.

— Instruções enviadas — respondeu a IA.

Uma senhora idosa, de chapéu com flores, aproximou-se, curiosa:

— Meu filho, isto é perigoso?

Gael sorriu com gentileza.

— Só se a gente esquecer de ser responsável. E eu não esqueço.

Ele girou a tampa com força. Um bafo de ar húmido e frio subiu, cheirando a algas e metal. Lá em baixo, uma luz pulsava, azul e roxa.

Gael desceu, os pés encontrando degraus molhados. O túnel era estreito, com cabos e canos nas paredes. A luz pulsante vinha de uma porta semicircular, como as entradas antigas de submarinos.

No centro, flutuava outra esfera — menor — ligada a fios que pareciam raízes. E junto dela, uma criatura mecânica, do tamanho de um cão grande, feita de placas brancas e pretas, com olhos de lente que mudavam de cor.

A criatura ergueu a cabeça. A voz que saiu dela era metálica, mas… educada:

— Unidade Guardiã 7. Protocolo: recolher energia perdida. Cidade acima: interferência.

Gael levantou as mãos devagar.

— Eu sou o Sentinela do Meridiano. Protocolo: impedir que a cidade vire um pisca-pisca gigante.

A unidade inclinou a cabeça, como quem calcula.

— Energia necessária para retorno. Resistência detectada.

— Resistência? Não. Prevenção — corrigiu Gael. — Se precisa de energia, a gente negocia. Sem assustar pessoas.

A unidade fez um som parecido com um suspiro de motor.

— Fonte alternativa: núcleo da rede luminosa costeira.

Gael arregalou os olhos.

— Ah, então era isso. Queres beber a luz da cidade como quem bebe sumo.

— Analogia: aceitável — respondeu a unidade.

Gael aproximou-se da esfera menor. O bracelete leu sinais e mostrou um símbolo: uma coordenada marítima e uma palavra: FAROL.

Gael endireitou-se.

— O farol antigo de Brumamar… Está a chamar-te, não é?

A unidade ficou imóvel por um segundo, como se tivesse levado um choque de memória.

— Farol… origem de transmissão. Ordem: regressar.

Gael respirou fundo. Era o tipo de situação em que força seria fácil… e errada.

— Então vamos fazer direito — disse ele. — Eu ajudo-te a regressar. Mas tu paras de sugar a rede. E devolves o que já puxaste.

— Condição: possível — disse a unidade. — Risco: instabilidade da esfera maior já ativa no setor Leste.

Gael fechou o punho.

— Então não temos tempo a perder.

Capítulo 4 — O Coração da Rede

De volta à superfície, Gael e a Unidade Guardiã 7 avançaram pela promenade. As pessoas já se afastavam, guiadas por setas azuis e por guardas municipais com coletes reflexivos. O mar, ao lado, parecia observar em silêncio.

— Nunca pensei andar com um cão-robô que fala em “protocolos” — comentou Gael, sem perder o passo.

— Correção: não sou cão — respondeu a unidade.

— Eu sei. Mas tens cara de “não mordo, só faço relatórios”.

Por um instante, as lentes da unidade piscaram amarelo. Quase como… diversão.

A esfera maior, lá longe, continuava a disparar feixes para postes e placas, como uma criança a testar um marcador laser. A cada feixe, a rede elétrica dava um soluço.

Gael falou ao comunicador:

— Central, preciso de um corredor limpo até ao Farol Velho. E mantenham as pessoas no abrigo. Sem pânico.

— Corredor estabelecido — respondeu a IA. — O Ginásio Maralto está a receber famílias. Equipa de apoio presente.

Gael sentiu um alívio rápido, como um gole de água. Responsabilidade não era só lutar. Era organizar.

Eles chegaram ao Farol Velho: uma torre de pedra branca com rachaduras do tempo, mas ainda firme, encarando o oceano como um veterano. À porta, um painel antigo de controle — modernizado com um encaixe brilhante, quase novo.

A unidade aproximou-se do painel e abriu uma pequena cavidade no peito. Lá dentro, uma cápsula de cristal pulsava.

— Chave de retorno — explicou. — Necessita de sincronização com a esfera maior.

Gael apontou para o céu, onde drones de vigilância circulavam.

— Eu consigo trazer a esfera maior até aqui. Mas ela não gosta de ser contrariada.

— Sugestão: condução por ressonância — disse a unidade. — O seu bracelete emite frequência compatível.

Gael ergueu o pulso.

— Então o meu bracelete é uma flauta para… bolas de energia teimosas. Maravilha.

Ele correu de volta em direção à cidade, parando num ponto alto da promenade onde dava para ver a esfera maior a flutuar entre prédios.

Gael ajustou o bracelete. Um som quase inaudível — como um assobio de vento dentro de uma garrafa — espalhou-se no ar.

A esfera maior hesitou. Depois, girou na direção dele.

— Isso, vem cá — disse Gael. — Sem birras.

A esfera avançou, disparando um feixe que bateu no chão e desenhou um círculo de luz. Gael saltou por cima, e o cabo de fibra prateada brilhou quando ele se lançou para o lado.

— Ok, um bocadinho de birra — admitiu.

Ele continuou a emitir a frequência, recuando em direção ao farol, como quem atrai um gato com um brinquedo. A esfera seguia, às vezes acelerando, às vezes parando para “provar” a energia ao redor.

Uma criança, escondida atrás de um quiosque, espreitou e gritou:

— Senhor Sentinela! Cuidado!

Gael olhou rápido. A esfera estava prestes a disparar contra um poste perto da criança. Gael mudou o ângulo do corpo e aumentou a frequência no bracelete. O feixe desviou-se, acertando num ponto vazio do chão, longe de todos.

Ele acenou para a criança, sério:

— Para o abrigo, campeão. Agora!

A criança correu. Gael voltou a focar-se.

— É isto — murmurou. — Poder sem responsabilidade é só caos com brilho.

Capítulo 5 — A Conexão no Farol

Quando Gael chegou ao Farol Velho, a unidade já estava posicionada junto ao painel. A esfera maior pairava atrás de Gael, como um cometa doméstico e mal-educado.

— Agora! — disse Gael.

A unidade encaixou a cápsula de cristal no painel. Um feixe fino, azul, saiu do farol e tocou a esfera menor que ainda vibrava dentro do túnel… e, como se o farol fosse um maestro, outro feixe chamou a esfera maior.

A esfera maior tremeu, como se estivesse a ser puxada por uma corda invisível. Os feixes que ela disparava ficaram mais fracos.

Gael manteve o bracelete estável, a testa suada.

— Vai… vai… só mais um pouco…

A esfera aproximou-se do farol, e por um segundo o ar inteiro pareceu prender a respiração. O mar, lá em baixo, bateu numa rocha com um “PÁ” solene.

A unidade falou, voz firme:

— Sincronização em curso. Não interromper.

— Não me digas isso agora — resmungou Gael. — Eu estava a pensar interromper só para variar.

As linhas prateadas do fato de Gael acenderam-se, reagindo ao campo. Ele sentiu um formigamento nos braços, como se segurasse uma tempestade dentro de luvas.

A esfera maior soltou uma última descarga, mas não foi um ataque: foi como um soluço final. A luz espalhou-se em ondas suaves, iluminando a promenade e o farol como aurora.

Então, de repente, a esfera encolheu, compactando-se até virar uma pequena esfera do tamanho de uma maçã, que caiu na palma da mão de Gael — quente, mas segura.

Silêncio.

As luzes da cidade pararam de piscar. Os drones voltaram a voar com trajetos normais. E o mar… voltou a ser só mar, com o seu respirar eterno.

A unidade inclinou-se.

— Energia devolvida à rede. Protocolo cumprido. Pedido: desculpas à população.

Gael soltou o ar e sorriu.

— Eu também faço isso. E já agora… obrigado por não me morderes com relatórios.

A unidade piscou as lentes.

— Humor detectado. Registro: útil para cooperação.

Gael levantou o comunicador:

— Central, anomalia contida. Rede estabilizada. Podem manter o abrigo por mais vinte minutos e depois liberar com calma. Repetindo: liberar com calma.

— Confirmado, Sentinela — respondeu a IA. — Excelente trabalho.

Gael olhou para a pequena esfera na mão.

— Ainda não acabou. Agora temos de garantir que isto não se repete.

Capítulo 6 — Calma Restabelecida

O Ginásio Maralto estava cheio, mas organizado. Pessoas sentadas em colchonetes, a beber água, a conversar em voz baixa. Voluntários distribuíam bolachas e cobertores leves. O medo tinha sido substituído por uma espécie de cansaço unido — como depois de uma tempestade.

Gael entrou sem fazer alarde, com o capacete na mão. Alguns reconheceram-no e acenaram. Ele respondeu com um aceno sério, quase militar, e depois um sorriso rápido para não parecer uma estátua.

Uma menina aproximou-se com um olhar desconfiado:

— O senhor é mesmo rigoroso, não é?

Gael arqueou a sobrancelha.

— Depende. Estás a falar do treino ou do jeito como eu dobro toalhas?

Ela riu.

— Do jeito como fala com a gente. Tipo… “sem correrias”.

Gael ajoelhou-se.

— Sabe por quê? Porque quando a gente corre sem pensar, o pânico corre mais rápido. E o pânico tropeça em todo mundo. Ser responsável é… escolher o passo certo.

A menina olhou para as pessoas à volta, para as setas azuis nos painéis, para os voluntários.

— Então ser herói não é só lutar?

— Lutar é só uma parte — disse Gael. — A outra parte é cuidar. Avisar. Organizar. E ouvir quando alguém tem medo.

Do lado de fora, a noite de Brumamar parecia mais limpa. A promenade costeira, agora calma, recebia o brilho tranquilo dos postes. O Farol Velho, ao longe, mantinha a sua luz, firme, como um olho a velar o oceano.

A Unidade Guardiã 7 esperava junto à porta do ginásio, discreta. Gael aproximou-se.

— Vais mesmo regressar?

— Sim. Para evitar novas interferências. E para corrigir falhas de protocolo — respondeu a unidade. — Aprendizado: cidades são… frágeis.

Gael olhou para Brumamar, depois para a esfera pequena guardada numa cápsula de contenção no seu cinto.

— E também são fortes. Principalmente quando as pessoas ajudam umas às outras.

A unidade inclinou a cabeça, como se guardasse aquela frase num lugar especial da memória.

Gael caminhou até à promenade mais uma vez. O vento trouxe o cheiro de sal e pipoca doce, como no início. Ele parou, mãos na cintura, e deixou o silêncio pousar.

O comunicador não vibrou. O bracelete não apitou. Só o mar, a luz do farol e a cidade a descansar.

— Calma recuperada — murmurou Gael. — E amanhã… amanhã eu volto a ouvir. Porque responsabilidade não tira folga.

E Brumamar, sob o céu estrelado, parecia concordar.

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Costeira
Que fica perto do mar, junto à costa.
Néon
Luz brilhante usada em placas e sinais coloridos.
Viseira
Peça transparente que protege e mostra o rosto.
Cápsula retrátil
Pequena caixa que se fecha e se esconde dentro de algo.
Fibra luminosa
Cabo fino que transporta luz para transmitir sinais.
Anomalia energética
Algo estranho na energia que não é normal.
Holograma
Imagem em luz que parece ter profundidade no ar.
Maré
Movimento da água do mar que sobe e desce.
Promenade
Caminho largo junto ao mar onde as pessoas passeiam.
Interferência
Problema que atrapalha sinais ou aparelhos eletrônicos.
Protocolo
Conjunto de regras ou passos a seguir numa situação.
Sincronização
Ato de fazer coisas acontecerem ao mesmo tempo.
Instabilidade
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