Era uma vez uma menina chamada Ana. Ana tinha um ano. Uma noite, Ana ouviu risadinhas perto da árvore de Natal. "Quem ri assim?", pensou Ana.
Ana foi até a árvore. Lá, viu um Lutin Farceiro! O lutin piscou e riu: "Vamos brincar!"
Ana sorriu. O lutin deixou pistas. "Siga-me!", disse ele. Ana seguiu. Primeiro, uma pista na cozinha. "Onde está o leite?", perguntou o lutin. Ana apontou para a geladeira. "Isso mesmo!", disse o lutin.
Depois, o lutin foi para a sala. "Onde está o sofá?", perguntou ele. Ana apontou. "Muito bem!", disse o lutin, rindo.
As pistas continuavam. No quarto, o lutin perguntou: "Onde está o ursinho?" Ana pegou o ursinho. "Ursinho!", disse Ana. O lutin aplaudiu. "Você é esperta!", disse ele.
Por fim, o lutin foi até a árvore. "Olhe!", disse ele. A árvore brilhava, cheia de luzes. "Surpresa!", disse o lutin. Ana bateu palmas, feliz.
O lutin disse: "Eu faço travessuras, mas também ajudo. Quero que o Natal seja mágico!"
Ana sorriu. O lutin piscou e desapareceu. Ana ficou olhando a árvore, encantada.
Naquela noite, Ana dormiu feliz. O lutin farceiro tornou o Natal especial. E Ana sabia: o Natal era cheio de magia e risos.
Fim.