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História sobre a ecologia 7 a 8 anos Leitura 19 min.

A viagem de comboio e o piquenique sem lixo

Tomás, que usa cadeira de rodas, e a amiga Inês organizam um projeto escolar sobre cuidar do ambiente — com reciclagem, piquenique sem lixo e uma viagem de comboio — onde aprendem a colaborar, a liderar e a valorizar pequenas atitudes que fazem diferença.

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Há três crianças de 7 anos: Tomás, cabelo castanho curto, pele clara, sentado numa pequena cadeira de rodas azul com fitas verdes à centro-esquerda, apontando calmamente para três contentores coloridos e sorrindo; Inês, cabelo castanho longo em rabo de cavalo, vestido amarelo, agachada sobre uma manta estampada à direita de Tomás, segurando uma maçã brilhante numa mão e um bloco de desenhos na outra; Gustavo, cabelo preto encaracolado, camiseta vermelha, atrás da manta um pouco à esquerda, com uma caixinha de sumo vazia e a mão levantada como prometendo algo. Cena num parque natural de piquenique com relvado bem cortado, um grande carvalho a lançar sombra, mesa de madeira, passadiço, algumas flores selvagens e um ribeiro ao fundo sob céu azul pálido. Piquenique sem desperdício: manta colorida, marmitas reutilizáveis, garrafas de aço inox, sacos de tecido e luvas de jardinagem ao lado; três contentores separados (azul, amarelo, castanho) em primeiro plano; crianças a separar calmamente o lixo e a apanhar uma pequena palhinha e um papel, ambiente alegre e responsável, luz suave de fim de tarde, estilo acrílico texturado com pinceladas visíveis. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1: A ideia que nasceu no recreio

Na Escola do Bairro do Pinhal, o recreio cheirava a pão com manteiga e a terra molhada, porque tinha chovido de manhã. As poças brilhavam como espelhos pequeninos. O Tomás e a Inês, os dois com sete anos, estavam sentados perto do canteiro das hortênsias, a ver uma formiga a carregar um grão que parecia maior do que ela.

“Ela é superforte!”, disse a Inês, a rir.

“O grão deve ser a mochila dela”, brincou o Tomás. Ele tinha uma cadeira de rodas leve, azul, com umas fitas verdes que a mãe tinha prendido no aro. Dava-lhe vontade de fazer corridas, mas agora estava quieto, a observar.

A Inês apontou para o chão. “Olha… outra coisa.”

Entre as folhas, havia um pacote de bolachas vazio e um guardanapo amassado.

“Quem deixa isto aqui?” perguntou a Inês, com um ar sério, mas sem zangar. Só com aquela curiosidade que dá vontade de entender.

O Tomás encolheu os ombros. “Às vezes as pessoas distraem-se. Ou pensam que não faz mal.”

“Acho que faz”, disse a Inês, baixinho. “Não fica bonito. E a formiga pode ficar presa.”

O Tomás endireitou-se. “Podíamos fazer alguma coisa.”

“Tipo… um projeto?” A Inês arregalou os olhos. “A professora Lúcia gosta quando a gente tem ideias.”

O Tomás sorriu. “Um projeto ecológico. Mas simples, para toda a gente conseguir.”

Nessa altura, passou o Gustavo, da turma ao lado, a correr com uma bola. Tropeçou quase no pacote de bolachas e parou.

“Ei! Quase que escorreguei”, disse ele.

A Inês pegou no pacote com um lenço de papel, como se fosse uma coisa muito importante. “Vês? É por isto. Queremos fazer um projeto para deixar a escola e o bairro mais limpos.”

O Gustavo franziu a testa. “Mas isso dá trabalho.”

O Tomás olhou para ele, calmo. “E jogar à bola também dá. Mas vale a pena, não vale?”

O Gustavo riu-se, meio convencido. “Ok, ponto para ti.”

A campainha tocou, e o som parecia um passarinho de metal. No caminho para a sala, a Inês cochichou: “Vamos contar à professora? Tu explicas. Tu falas tão bem quando estás animado.”

O Tomás sentiu o coração bater mais depressa, como quando a cadeira de rodas desce uma rampa suave. Ele gostava de explicar coisas. Dava-lhe uma sensação boa, como se acendesse uma luz.

Na sala, a professora Lúcia estava a escrever no quadro: “Estudo do Meio – A Natureza”. Quando os alunos se sentaram, o Tomás levantou a mão.

“Professora… podemos propor uma ideia?” perguntou ele.

A professora virou-se com um sorriso. “Claro, Tomás. Ideias são sementes. Vamos ver o que cresce.”

O Tomás respirou fundo. “Nós vimos lixo no recreio. Queríamos fazer um projeto ecológico: aprender gestos simples para cuidar da natureza. E… talvez fazer uma saída de comboio, porque o comboio polui menos do que muitos carros.”

A sala fez “ooooh” como quando se vê um truque.

A Inês completou: “E podemos explicar aos colegas como separar o lixo, poupar água, e levar lanches sem tantas embalagens.”

A professora Lúcia juntou as mãos. “Gosto muito. Um projeto com ações pequenas e reais. E com comboio? Que ideia bonita.”

O Gustavo levantou o braço. “Se houver piquenique, eu vou.”

Toda a gente riu, e a professora disse: “Piquenique ecológico, então. Vamos organizar com calma. O Tomás pode ser o coordenador das explicações, com a ajuda da Inês. E todos participam.”

O Tomás engoliu em seco. Coordenador. Parecia uma palavra grande, mas ele sentiu que podia. Não sozinho, claro. Com a turma, com a Inês, com a professora. Como uma equipa de formigas.

Capítulo 2: Preparativos, perguntas e pequenas escolhas

Durante a semana, a turma transformou a sala num laboratório de ideias. Havia cartazes com desenhos de contentores: azul para papel, amarelo para plástico e metal, verde para vidro. A Inês desenhou uma gota de água com olhos e uma boca a dizer: “Fecha a torneira!”

O Tomás treinava o que ia explicar. Em casa, ele praticava com o pai.

“Então, pai, imagina que tens uma garrafa de sumo”, dizia ele, apontando para uma garrafa vazia na bancada. “Onde pões?”

“No amarelo”, respondia o pai.

“E a folha onde escreveste a lista das compras?”

“No azul.”

“Boa!” O Tomás fazia um gesto de vitória.

Na escola, a Inês sentou-se ao lado dele com um bloco de notas. “Temos de pensar nas perguntas que os outros podem fazer. Assim, tu respondes bem.”

O Tomás riu. “Parece um programa de televisão. ‘Perguntas Difíceis com Tomás!'”

A Inês fez voz de apresentadora: “Pergunta número um: por que é melhor ir de comboio?”

O Tomás respondeu: “Porque um comboio leva muitas pessoas de uma vez. É como se fosse um autocarro grande em carris. Assim, em vez de muitos carros a fazer fumo, vai um só veículo. E também é divertido.”

O Gustavo, que estava a ouvir, interrompeu: “Mas o comboio também faz barulho.”

O Tomás não ficou ofendido. Pensou um pouco. “Faz. Mas o barulho não é o mesmo que poluição do ar. E podemos escolher horários com menos gente para ir tranquilos.”

A professora Lúcia bateu palmas devagar. “Isso é espírito crítico, Tomás. Ouvir a pergunta, pensar, responder com calma.”

A Inês sorriu. “A nossa turma vai ficar muito esperta.”

Também decidiram fazer “o piquenique do sem lixo”. Cada criança levaria uma garrafa reutilizável, um guardanapo de pano e uma caixa para o lanche, em vez de sacos descartáveis.

“E se alguém se esquecer?” perguntou uma menina, a Clara.

“Acontece”, disse a professora. “Não vamos ralhar. Vamos ajudar. Podemos ter uma ‘caixa de emergência' com algumas coisas extra.”

O Tomás acrescentou: “E podemos aprender com isso. Da próxima vez, lembramos melhor.”

No dia anterior à saída, a turma fez uma lista de gestos simples, como se fossem estrelas num céu que se pode alcançar:

1) Separar o lixo.

2) Usar garrafa e caixa reutilizáveis.

3) Apagar as luzes quando não é preciso.

4) Fechar a torneira enquanto se ensaboa as mãos.

5) Levar um saco de pano para as compras.

6) Respeitar as plantas: não arrancar flores, não pisar canteiros.

A Inês leu em voz alta e disse: “São coisas pequenas. Mas juntas… são um monte.”

“Um monte do tamanho do Gustavo”, brincou o Tomás.

“Ei!” protestou o Gustavo, a rir. “Eu não sou um monte. Sou uma pessoa!”

“Uma pessoa muito ecológica”, respondeu a Inês.

À noite, o Tomás quase não conseguia adormecer. Não por medo, mas por entusiasmo. Imaginava o som do comboio, a janela a mostrar árvores a passar como um filme, e ele a explicar aos amigos.

A mãe sentou-se na beira da cama. “Estás nervoso?”

“Um bocadinho”, admitiu ele. “E se eu me enganar?”

A mãe alisou-lhe o cabelo. “Se te enganares, respiras e corriges. A tua voz é uma ponte. E as pontes servem para atravessar com calma.”

O Tomás fechou os olhos. Gostou da imagem. Uma ponte por cima de um rio tranquilo, com folhas a boiar.

Capítulo 3: A viagem de comboio e a janela verde

De manhã, o ar estava fresco e limpo. A turma encontrou-se na estação, todos com mochilas pequenas e chapéus. A professora Lúcia fez a chamada, e o chefe da estação, um senhor com bigode, disse: “Bom dia, exploradores!”

“Bom dia!” responderam em coro.

O Tomás ficou perto da linha amarela, como tinha aprendido. A Inês segurava o bloco de notas. O Gustavo carregava uma bola, mas prometeu que não ia chutar dentro do comboio.

Quando o comboio chegou, fez um sopro comprido, como um bocejo. As portas abriram-se com um “pssshh”. Entraram em fila. O Tomás entrou por uma rampa, sem pressa. Ninguém fez disso um assunto. Era apenas o jeito dele viajar, como cada um tem o seu.

A turma sentou-se em grupos. A janela ao lado do Tomás mostrava casas, depois prédios baixos, depois campos. A paisagem mudava como se a cidade estivesse a dizer “até já” e a natureza “olá”.

A professora Lúcia levantou uma pequena sacola de pano. “Lembram-se do nosso desafio?”

“Sem lixo!” respondeu a Inês.

O Tomás levantou-se um pouco no assento, como se fosse um capitão. “Posso explicar uma coisa rápida?”

“Sim!” disseram alguns.

Ele falou com voz clara, mas suave, para não incomodar os outros passageiros. “Quando a gente viaja, também pode cuidar do planeta. Por exemplo: não precisamos comprar uma garrafa de plástico se trouxermos a nossa. E se comermos uma fruta, a casca vai para a nossa caixa e depois para o lixo certo.”

O Gustavo levantou a mão, a fingir que era um aluno muito sério. “E se eu tiver vontade de deitar o guardanapo pela janela?”

A Inês abriu muito os olhos. “Gustavo!”

Mas o Gustavo piscou. “Estou a brincar.”

O Tomás riu. “Então eu respondo também a brincar: se deitares pela janela, a formiga do recreio vai mandar-te uma carta a dizer ‘Devolve!'”

A turma riu baixinho, e uma senhora do banco da frente virou-se com um sorriso. “Muito bem, crianças. É bom ver miúdos a pensar nessas coisas.”

O Tomás ficou corado, mas feliz. Sentiu-se capaz. Como se a ponte de que a mãe falou estivesse mesmo ali, feita de palavras.

Mais à frente, o comboio passou por um rio. A água brilhava, e o sol fazia pequenos caminhos de luz. A Inês encostou a testa ao vidro.

“Parece que o rio está a contar segredos”, disse ela.

“E nós estamos a ouvir”, respondeu o Tomás.

Chegaram ao destino: uma pequena estação perto de um parque natural com trilhos fáceis e uma zona de piquenique. Um guarda do parque, a senhora Joana, esperava-os.

“Bem-vindos!” disse ela. “Hoje vamos ser amigos do parque. Amigos cuidam. E quem cuida, aprende a reparar.”

A senhora Joana entregou a cada criança uma luva de jardinagem e um saco reutilizável para apanhar lixo que encontrassem pelo caminho.

“Mas nós não vamos encontrar muito, pois não?” perguntou a Clara.

“Aqui é bem cuidado”, explicou a senhora Joana. “Mas às vezes o vento traz coisas, ou alguém esquece. Nós vamos ajudar, sem tristeza. Como quem arruma um quarto para ficar aconchegante.”

O Tomás guiou a sua cadeira de rodas pelo trilho de madeira, que era liso e seguro. A Inês ia ao lado, e o Gustavo, atrás, fazia de “vigilante da bola”, para ela não fugir para o mato.

Ao longo do caminho, encontraram só algumas coisas: uma palhinha, um papel de rebuçado, uma tampinha. Pouco, mas suficiente para a aprendizagem.

A Inês pegou na palhinha com cuidado. “Isto é tão leve… e mesmo assim pode fazer confusão.”

O Tomás assentiu. “Pequenas coisas podem fazer grande diferença. Para o bem e para o mal.”

A senhora Joana mostrou-lhes um ninho num arbusto, bem escondido. “Vejam, sem tocar. Só com os olhos. A natureza gosta de tranquilidade.”

Todos ficaram em silêncio por um momento. O vento mexia nas folhas, e havia um cheiro doce de pinheiro e erva.

O Gustavo sussurrou: “É como se o parque estivesse a respirar.”

“Está”, disse a Inês. “E nós também.”

Capítulo 4: O piquenique sem lixo e a conversa que acalma

Na zona de piquenique, a turma espalhou mantas no chão. O sol já estava mais quente, mas uma sombra de carvalho fazia desenhos no relvado.

“Hora do almoço ecológico!” anunciou a professora Lúcia.

As crianças abriram as caixas: sandes embrulhadas em pano, maçãs brilhantes, cenouras cortadas, bolachas caseiras em frascos. O Tomás olhou à volta e sentiu orgulho.

A Inês mordeu uma maçã e disse: “Ouviram? Croc! Parece um aplauso.”

O Gustavo abriu a sua caixa e ficou confuso. “Eu… trouxe um sumo em pacote. A minha mãe esqueceu-se e comprou ontem.”

Ele baixou a cabeça, como se tivesse feito algo enorme de errado.

A professora Lúcia aproximou-se. “Obrigada por dizeres a verdade, Gustavo. Vamos pensar juntos. O que podemos fazer agora?”

O Tomás falou com calma, lembrando-se do espírito crítico. “Podemos beber e depois pôr o pacote no lixo certo. E para a próxima, podemos lembrar em casa para trazer garrafa. Ninguém aprende perfeito no primeiro dia.”

O Gustavo levantou os olhos. “A sério?”

“A sério”, confirmou a Inês. “E eu posso escrever um lembrete bonito para colares no frigorífico: ‘Garrafa e caixa!'”

O Gustavo sorriu, aliviado. “Ok. Eu aceito. Mas escreve com letras grandes.”

Depois de comerem, fizeram uma pequena “inspeção” ao local. Não para acusar ninguém, mas para ver se estava tudo limpo.

“Olhem, não ficou nada no chão!” disse a Clara, orgulhosa.

A senhora Joana apareceu com um contentor dividido em três. “Agora, vamos separar. Quem quer ser o ‘mestre da reciclagem'?”

A turma apontou para o Tomás.

Ele engoliu em seco, mas sorriu. “Eu posso. Com ajuda.”

A Inês levantou a mão. “Eu sou a ajudante oficial.”

O Tomás pegou numa folha de papel e mostrou. “Azul. Fácil. Quem tem plástico?”

O Gustavo levantou o pacote de sumo vazio. “Eu. Amarelo, certo?”

“Certo”, disse o Tomás. “E o resto de maçã… vai para o lixo orgânico aqui, que a senhora Joana vai levar para compostagem.”

“Compostagem?” perguntou a Clara.

A senhora Joana explicou com palavras simples: “É como fazer comida para a terra. Restos de frutas e folhas viram adubo, e o adubo ajuda as plantas a crescer.”

A Inês fechou os olhos por um segundo. “Então a casca da maçã volta para o mundo.”

“Volta”, disse o Tomás. “Nada se perde, se cuidarmos bem.”

Antes de irem embora, sentaram-se num círculo e conversaram.

A professora Lúcia perguntou: “O que aprenderam hoje?”

A Inês disse: “Que o comboio é uma viagem mais amiga do ar. E que o parque é como uma casa de muitos animais.”

O Gustavo disse: “Que brincar e cuidar podem andar juntos. E que errar não é o fim.”

A Clara disse: “Que as coisas pequenas, tipo uma tampinha, não são pequenas para os bichinhos.”

O Tomás pensou um pouco e falou: “Eu aprendi… que consigo liderar um projeto sem mandar em ninguém. Só a explicar e a ouvir. E que quando alguém faz uma pergunta difícil, eu posso pensar com calma.”

A professora Lúcia assentiu. “Isso é muito importante. O planeta precisa de mãos, mas também precisa de cabeças e corações.”

No regresso, o comboio parecia mais silencioso, ou talvez fossem eles que estavam mais tranquilos. Alguns alunos encostaram-se às mochilas, com sono. A luz da tarde entrava pela janela como mel.

A Inês bocejou. “Sinto-me… leve.”

“Eu também”, disse o Tomás. “Como se a gente tivesse arrumado por dentro.”

O Gustavo sussurrou: “E eu prometo: da próxima vez, trago garrafa. E sem reclamar.”

A Inês riu, bem baixinho. “Vou cobrar essa promessa.”

Quando chegaram à estação do bairro, o céu já estava cor de pêssego. A turma despediu-se com abraços e “até amanhã”.

Em casa, o Tomás tomou banho e vestiu o pijama. A mãe perguntou: “Como correu?”

Ele sentou-se na cama e contou tudo: o rio, o ninho, a palhinha, o piquenique, o pacote de sumo, as respostas, as risadas.

A mãe ouviu como quem guarda um tesouro. “Fico tão feliz. E como te sentes agora?”

O Tomás olhou pela janela. As árvores balançavam devagar, como se dissessem boa noite. “Sinto esperança. E acho que a esperança é uma coisa que a gente também recicla: usa, partilha, e ela volta maior.”

A mãe beijou-lhe a testa. “Boa noite, meu coordenador.”

O Tomás fechou os olhos. No silêncio do quarto, imaginou a formiga do recreio a caminhar num caminho limpo, com o seu grão-mochila, sem obstáculos. E, com esse pensamento simples e bom, adormeceu com um sorriso, num descanso comum com o mundo lá fora.

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Recreio
Lugar da escola onde as crianças brincam e descansam no intervalo.
Canteiro
Pequeno espaço de terra onde se plantam flores ou plantas.
Hortênsias
Tipo de flor que faz grandes cachos redondos e coloridos.
Cadeira de rodas
Cadeira com rodas que ajuda pessoas a mover-se sem andar.
Comboio
Veículo que anda sobre carris e leva muitas pessoas juntas.
Poluição
Suja o ar, a água ou o solo, deixando-os menos limpos.
Contentores:
Caixas grandes para pôr tipos diferentes de lixo (papel, plástico).
Reutilizável
Que se pode usar muitas vezes, sem deitar fora depois de um uso.
Torneira
Peça onde sai água na pia ou na lavatório quando se vira.
Piquenique
Refeição leve feita no campo ou no parque, todos juntos.
Coordenador
Pessoa que organiza e ajuda um grupo a fazer tarefas.
Trilhos
Caminhos ou pistas por onde se anda, às vezes para passear.
Jardinagem
Trabalho de cuidar das plantas, regar e arrumar o jardim.
Sacola de pano
Saco feito de tecido, para levar coisas sem usar plástico.

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