Um dia, Maria e seu irmãozinho João estavam brincando no jardim. Maria encontrou um objeto estranho no chão. Era uma colher brilhante. "João, olha! Encontrei uma colher mágica!", disse Maria com olhos brilhantes.
João ficou curioso e pulou ao lado de Maria. "Mágica?", ele perguntou, piscando os olhos.
"Sim, mágica!", respondeu Maria. "Com esta colher, podemos voar pelo céu!"
João riu e colocou a colher na cabeça. "Estou voando, Maria! Estou voando!"
Maria riu também. "Cuidado, João! Não voe muito alto!"
João saltou pelo jardim, fingindo que estava voando. "Eu sou um pássaro!", ele gritou.
Maria decidiu brincar também. "Agora é minha vez!", disse ela, pegando a colher. "Eu sou uma borboleta!", e começou a correr ao redor do jardim.
João correu atrás dela. "Borboleta, borboleta, vou pegar você!", ele gritou.
Eles correram e riram, riram tanto que caíram na grama. "Maria, a colher é mesmo mágica!", disse João, feliz.
Maria concordou. "Sim, João! A colher nos faz rir e brincar!"
Os dois ficaram ali deitados na grama, olhando para o céu. "Maria, você é a melhor irmã!", disse João.
Maria sorriu. "E você é o melhor irmão, João!"
O sol começou a se pôr, e mamãe chamou. "Hora de entrar, crianças!"
Maria e João se levantaram. "Vamos levar a colher mágica!", disse Maria.
E assim, de mãos dadas, com a colher mágica, eles voltaram para casa, felizes e ainda rindo.