O doutor Pedro trabalha numa clínica. Ele gosta muito de cuidar das pessoas. Todos os dias, o doutor Pedro veste a bata branca. Ele sorri, pega na sua malinha e diz: “Hoje vou ajudar!”.
As crianças chegam, uma a uma. O doutor Pedro olha, ouve, toca com carinho. Ele diz: “Mostra a tua barriguinha. Respira fundo. Muito bem!”. As crianças riem. “O doutor Pedro é amigo”, diz o João. “Ele cuida de mim”, diz a Maria.
Um dia, chega o Tomás. Tomás chora. “Ai, dói a barriga!”, diz o Tomás. O doutor Pedro pensa, pensa. Olha, escuta, faz perguntas: “Onde dói, Tomás?”. Tomás aponta. O doutor Pedro escuta o coração, toca na barriguinha, ouve com atenção. “Já sei!”, diz o doutor Pedro. “É preciso descansar e beber água. Vai ficar tudo bem.”
Tomás sorri. “Obrigado, doutor Pedro!”. O doutor Pedro fica feliz. Ele gosta de ajudar. Ele gosta de ver sorrisos. O doutor Pedro diz: “Ser médico é cuidar. Ser médico é amar.” E todos batem palminhas. O doutor Pedro sorri. O mundo fica melhor.