A doutora Ana é jovem. Ela é médica. Hoje ela trabalha cedo, mas a noite chega mansinha.
No consultório, a luz é suave. Há um tapete macio e um livro com figuras. Ana lava as mãos com água e sabão. “Mãos limpas”, diz ela. “Assim cuidamos bem.”
Chega o Tomás, bem pequeno, com a mãe. Ele segura um ursinho. “Olá, Tomás”, diz Ana. “Vamos ver como seu corpo está.”
Tomás sobe na balança. Ana olha o número. “Você está a crescer”, diz ela. Depois, ela mede a altura. “Mais alto!”
Ana pega o estetoscópio. Ele é frio um pouquinho. Ana esquenta na mão. “Agora está morno”, diz. Ela encosta no peito de Tomás. “Tum-tum, tum-tum.” “Ouço seu coração”, diz Ana. “Ele trabalha dia e noite.”
Ana olha a boca com uma luz pequena. “Abra, ahhh”, diz. Tomás abre. Ana sorri. “Dentes bons. Escovar ajuda muito.”
Ela vê o nariz. “Assopra de leve.” Tomás assopra. “Muito bem.” Ana explica: “Quando bebemos água e dormimos, o corpo fica forte.”
Tomás mostra o joelho. Tem um risquinho vermelho. Ana limpa com algodão e põe um penso. “Pronto, acabou”, diz. “Foi rápido e suave.” Tomás aperta o ursinho. “Obrigada”, diz a mãe.
Antes de ir, Ana dá um cartão com um sol e uma lua. “Sol para brincar. Lua para dormir”, diz ela. Tomás ri e acena.
Ana fecha a porta devagar. Ela guarda os instrumentos. O consultório fica quieto, como um ninho.
Moral: Cuidar do corpo com carinho, limpeza e ajuda da médica deixa a vida mais leve e saudável.