Era uma vez um príncipe pequeno, o Príncipe Pipo, no Reino do Brilho-Brilho. Ele usava uma capa azul e ria: “Hi-hi!”
No castelo, a fada Fifi voava em roda, em roda, em roda. “Pipo, quer uma aventura?” diz a fada. “Quero, quero!” responde Pipo.
Eles vão ao jardim encantado. As flores fazem “plim, plim”. Um sapo com coroa pula: “Croac! Sou o Rei Sapo.” Pipo dá um tchau: “Olá, Rei!”
De repente, o chapéu do Pipo faz “puf!” e cresce uma orelha de coelho. Depois, outra! Pipo olha, olha, e cai na risada. “Minhas orelhas! Boing, boing!” A fada Fifi ri também: “Ops… magia com cócegas!”
O Rei Sapo diz: “Eu tenho uma ideia!” Ele chama uma nuvem bem fofinha. A nuvem sopra: “Fuuu…” e faz espuma de sabão no ar. Bolas, bolas, bolas! Pipo tenta pegar uma. “Ploc!” A bola estoura no nariz dele. “Atchim!” e depois “Hi-hi-hi!”
A fada canta baixinho: “Lili-lá, lili-ló…” As orelhas encolhem, encolhem, e viram só um chapéu normal. Pipo dá um abraço na fada e no sapo. “Amei!”
Eles voltam devagar ao castelo. O sol sorri, o vento faz “xiii”, e tudo fica calmo e doce.
Moral: Quando a magia apronta, rir e pedir ajuda faz tudo ficar bem.