Era uma vez um príncipe chamado Léo. Léo mora num reino com luz, flor e riso. O castelo canta “tlim, tlim”. O lago faz “plu, plu”. O vento diz “oi”. Léo acorda, espreguiça, e ri.
“Hoje eu quero rir”, diz Léo.
“Rir, rir, rir!”, responde o eco.
Léo sai com sua capa leve. Na ponte, surge a Fada Lina. Suas asas fazem “plim”. O Duende Pipo pula atrás e faz careta. Que dupla! Magia boa, magia boba, magia de cócega.
“Vamos brincar?”, diz Léo.
“Vamos!”, diz Lina.
“Já!”, diz Pipo.
Lina aponta a varinha: “Plim!”
A pedra vira bolha e sobe. “Uuup!”
Pipo bate palma: “Paf!”
A bolha vira pato e diz “quá, quá”.
Léo ri. “Mais, mais, mais!”
Léo calça a bota. A bota faz “pii!”. Todos riem. A outra bota vê e copia: “pii também!” Riso, riso, riso. O chão parece salto de pipoca: “pop, pop, pop”.
De repente, a coroa dá um “uup” e pula. Léo olha. “Oh!” Lina sorri. “Tudo bem.” Ela sopra “plim, plim”. A coroa para no ar, gira devagar, e volta para a cabeça de Léo, bem certinha. “Obrigada”, diz Léo. Pipo faz um tchau para a coroa. “Alô, rei do riso!”
Eles seguem pelo jardim. Uma flor abre e canta “lá, lá”. Um bolo de morango dança “tum, tum”. Um peixe do lago sopra espuma e faz bigode em Léo. “Olha meu bigode!”, diz Léo. Todos dão risinho curto: “hi, hi, hi”.
O sol está baixando. A luz fica doce. O canto do castelo fica baixinho. “Tlim…” Léo senta na grama. Lina faz um “plim” de abraço. Pipo ajeita a capa. O riso vira suspiro feliz. Tudo fica calmo, calmo, calmo.
Moral: A melhor magia é rir junto, com carinho e sem pressa.