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História de pequenos investigadores 7 a 8 anos Leitura 19 min.

o mistério do tec-tec na parede

Tomás, um jovem detetive, ouve um misterioso barulho na parede que separa sua casa da vizinha, a senhora Rosa, e junto com seus pais, ele decide investigar a origem do som, descobrindo que pode haver um bichinho escondido entre as casas. Através da escuta atenta e da colaboração, eles buscam uma solução que beneficie a todos.

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Um menino de 8 anos, chamado Tomás, com cabelos castanhos despenteados e olhos curiosos, está ajoelhado perto de uma pequena fenda na parede, segurando uma lanterna que ilumina seu rosto concentrado e determinado. Ao seu lado, uma mulher de cerca de 60 anos, a vizinha chamada Dona Rosa, com cabelos grisalhos em coque e usando um avental florido, observa com um sorriso benevolente, segurando uma pequena caixa de biscoitos. Eles estão em uma sala de estar acolhedora, com um tapete colorido no chão e uma estante cheia de livros e bugigangas atrás deles. A situação principal mostra Tomás e Dona Rosa resolvendo o mistério do "tec-tec" na parede, criando uma atmosfera de suspense e descoberta amigável. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1: O tec-tec que ninguém via

Tomás tinha 7 anos e uma coisa muito importante: um caderno de detetive. Não era daqueles com cadeado, mas tinha uma capa azul e uma caneta que brilhava quando apanhava sol. No topo da primeira página, ele tinha escrito: “CASOS SÉRIOS (mas não assustadores)”.

Nessa tarde, ele estava a montar uma pista de comboio no chão da sala. O comboio fazia “chu-tchu”, a estação era uma caixa de sapatos e o túnel era um cobertor. Tudo estava perfeito… até que ouviu.

“Tec-tec… tec-tec… tec-tec.”

Tomás parou o comboio com um dedo, como se fosse um agente do trânsito.

“Pai?” chamou ele. “Estás a bater na parede?”

O pai apareceu à porta com uma meia na mão e uma cara confusa.

“Na parede? Eu só estou a procurar a outra meia. Ela é a criminosa aqui.”

“Então é a mãe!”

A mãe veio da cozinha com uma colher de pau, cheirando a sopa.

“Eu não bati em nada. Se eu bater, é na panela. Porquê?”

Tomás apontou para a parede da sala. Era a parede que separava a casa deles da casa da vizinha, a senhora Rosa.

“Escutem.” Tomás encostou a orelha à parede, muito sério. O pai e a mãe copiaram, os três alinhados, como se fossem um trio de estátuas engraçadas.

E lá estava outra vez:

“Tec-tec… tec-tec… tec-tec.”

A mãe endireitou-se.

“Parece… dentro da parede.”

O pai franziu a testa, mas não de raiva. De pensar.

“Pode ser um cano. Ou… algo a mexer.”

Tomás abriu o caderno de detetive e escreveu com letra grande:

1) BARULHO: tec-tec

2) LUGAR: parede da senhora Rosa

3) HORA: depois do lanche

Ele levantou o queixo, como num filme.

“Temos um mistério.”

A mãe sorriu.

“Um mistério pequenino e simpático, espero eu.”

O pai fez uma voz de narrador.

“Caso número… Hum… Caso número Um-e-Meio, porque ainda não temos provas.”

Tomás gostou desse número. Parecia profissional.

O “tec-tec” voltou, bem certinho, como se alguém estivesse a tocar um instrumento muito pequeno.

Tomás pensou alto:

“Se fosse a senhora Rosa a bater, o barulho seria mais forte, não? E ela é tão calma…”

“E ela usa pantufas fofinhas,” disse a mãe. “Pantufas não fazem tec-tec.”

O pai apontou para o caderno.

“Detetive Tomás, que pistas temos? Vamos fazer perguntas.”

Tomás escreveu outra lista:

A) Escutar mais

B) Procurar onde é mais alto

C) Falar com a senhora Rosa

Ele fechou o caderno com um “ploc”.

“Vamos começar pelo A. Escutar mais.”

Os três ficaram quietos. Muito quietos. Até o comboio parecia prender a respiração.

“Tec-tec… tec-tec…”

Tomás aproximou a orelha da parede e deslizou devagar, como um caracol detetive. O pai fez o mesmo, mas quase tropeçou numa peça do comboio.

“Ai! Um carril rebelde!”

“Shhh!” fez Tomás, rindo baixinho. “O mistério vai fugir.”

A mãe apontou um lugar na parede, perto do rodapé.

“Aqui parece mais alto.”

Tomás ajoelhou-se e encostou o ouvido ali.

“Sim! Aqui é o ponto do tec-tec!”

Ele desenhou um X no caderno, como se fosse um mapa do tesouro.

“Agora… o passo C. Falar com a senhora Rosa.”

Tomás respirou fundo. Ele não tinha medo de falar com ela, mas gostava de fazer tudo com jeito.

“Eu vou tocar à campainha. Mas vocês vêm comigo. Detetives trabalham em equipa.”

Capítulo 2: A vizinha e as pistas esquisitas

A senhora Rosa abriu a porta com um avental cheio de pequenas flores. Cheirava a chá e a bolachas. Ela usava óculos na ponta do nariz, como se o nariz fosse uma prateleira.

“Boa tarde, Tomás! Olá, queridos!” disse ela aos pais. “Que visita tão… alinhada.”

Tomás endireitou os ombros.

“Senhora Rosa, temos uma pergunta importante.”

“Ui,” disse ela, fingindo surpresa. “Eu não roubei bolachas de ninguém. Ainda.”

O pai riu.

“Não é isso. Estamos a ouvir um tec-tec na parede. Também ouve?”

A senhora Rosa ficou séria por um segundo… e depois fez que sim com a cabeça.

“Ah, sim. Eu ouvi de manhã. Achei que era o meu relógio a reclamar, mas o relógio está quietinho.”

Tomás abriu o caderno.

“Quando começou?”

“Ontem à noite, acho eu. Eu estava a ler e ouvi ‘tec-tec'. Pensei: ‘Deve ser o vento a brincar'. Mas hoje voltou.”

A mãe perguntou com cuidado:

“Tem alguma coisa encostada a essa parede? Uma prateleira? Um quadro?”

“Tenho um armário pequenino com linhas e botões,” disse a senhora Rosa. “Faço costuras para os meus netos. Querem ver?”

Ela levou-os até à sala dela. A parede era a mesma, só que do lado da senhora Rosa. Havia um tapete macio e uma almofada com um gato desenhado.

E então…

“Tec-tec… tec-tec…”

Tomás arregalou os olhos.

“Está a ouvir? Está aqui também!”

A senhora Rosa encostou a mão na parede, devagar.

“Parece… alguém a pedir licença.”

O pai aproximou-se do rodapé do lado dela.

“Curioso. Também é mais forte aqui em baixo.”

Tomás já estava a escrever:

4) MAIS FORTE: perto do chão

5) DOIS LADOS: ouvem o mesmo

A mãe sussurrou:

“Pode ser um bichinho preso?”

A senhora Rosa levou a mão ao peito.

“Coitadinho! Mas… será que está preso mesmo? Ou só passou por ali?”

Tomás levantou a caneta como se fosse uma lupa.

“Vamos investigar sem assustar ninguém. Bichinhos também merecem calma.”

O pai olhou à volta, com ar prático.

“Precisamos de mais pistas. Que tipo de bichinho faz tec-tec? Vamos pensar.”

Tomás começou a imaginar:

“Um rato? Mas rato faz ‘nhic-nhic'?”

A senhora Rosa riu.

“Eu tive ratinhos no celeiro do meu avô quando era pequena. Eles fazem mais ‘scri-scri'.”

A mãe juntou-se ao jogo.

“E um pica-pau? Faz tec-tec, mas… pica-pau não mora dentro de paredes de casas.”

Tomás fez uma careta.

“E um robô pequenino? Um robô que vive na parede e come parafusos?”

O pai levantou as sobrancelhas.

“Se for, eu quero contratar esse robô para arrumar as meias.”

A senhora Rosa abanou a cabeça, divertida.

“Eu acho que é um inseto. Às vezes, há uns… como se chamam? Grilos? Eles cantam, mas também batem.”

Tomás pensou nisso. Ele já tinha visto grilos no parque, a saltar. E também tinha ouvido um “cri-cri” à noite.

“Mas grilo não fica na parede, fica na relva.”

A mãe falou com voz calma, como quem monta um puzzle.

“Pode ser uma lagartixa? Elas fazem uns sons. Ou um besourinho a roer madeira.”

O pai apontou para uma pequena racha no rodapé, quase escondida.

“Olhem aqui. Esta fenda é nova? Parece uma entrada.”

Tomás ajoelhou-se. A fenda era fina, mas dava para ver escuridão lá dentro. O “tec-tec” veio de lá, como uma batida tímida.

Tomás sentiu uma mistura boa: curiosidade e vontade de ajudar.

“Temos de descobrir sem estragar nada,” disse ele. “E sem magoar o bichinho.”

A senhora Rosa concordou.

“E sem fazer bagunça. A minha sala tem regras: bagunça só em dias de chuva.”

O pai riu.

“Está combinado. Vamos voltar à nossa casa e pensar num plano.”

Tomás olhou para a senhora Rosa e fez a pergunta mais importante:

“Podemos ser parceiros de investigação?”

A senhora Rosa inclinou-se, como se fosse uma rainha a fazer um segredo.

“Com todo o gosto, detetive Tomás. Eu sou a ajudante Rosa, especialista em chá e paciência.”

Tomás escreveu no caderno:

EQUIPA: Tomás + Pai + Mãe + Senhora Rosa

OBJETIVO: descobrir o tec-tec e ajudar quem estiver lá dentro

Quando voltaram para casa, Tomás colocou três objetos em cima da mesa, como se fossem ferramentas de detetive: uma lanterna, um copo de plástico e um rolo de fita adesiva (que ele achava sempre útil, mesmo sem saber porquê).

“Agora,” disse ele, “vamos resolver isto.”

Capítulo 3: O laboratório de escuta e o mapa do tec-tec

O pai trouxe um rolo de papel e um lápis.

“Vamos fazer um mapa da parede. Se descobrirmos onde o som é mais forte, sabemos onde está o visitante.”

A mãe colocou almofadas no chão.

“E vamos fazer isto com conforto. Detetives também precisam de joelhos felizes.”

Tomás ficou contente. Ele odiava joelhos tristes.

Eles desenharam a parede num papel: uma linha grande, a porta, a janela, e o rodapé em baixo. Tomás segurava a lanterna, mesmo sendo de dia, porque isso fazia parte do trabalho.

“Primeiro teste,” disse o pai. “O copo de plástico.”

Ele colocou o copo encostado à parede e aproximou o ouvido do copo. Tomás ficou impressionado.

“Uau! Parece um telefone do espaço!”

A mãe tentou também.

“Eu ouço melhor, sim. Mas ainda é baixinho.”

Tomás quis experimentar. Ele encostou o copo no X que tinha marcado no dia anterior.

“Tec-tec… tec-tec…”

“Eu ouvi!” disse ele, animado. “Está mais forte aqui!”

O pai marcou no mapa uma bolinha.

“Vamos comparar com outros pontos.”

Eles foram descendo e subindo, a marcar bolinhas onde o som era mais alto. Parecia um jogo: “Quente, quente, frio”. E, no meio, o “tec-tec” aparecia e desaparecia, como se estivesse a brincar às escondidas.

Tomás perguntou ao leitor, como se o leitor estivesse mesmo ali com eles:

“Se fosses tu, onde achavas que está o bichinho? No ponto com mais bolinhas ou no ponto com menos?”

Ele apontou para o mapa. As bolinhas estavam quase todas perto do canto inferior, mesmo junto ao rodapé, do lado da casa da senhora Rosa.

A mãe fez outra ideia.

“Vamos ver se o som muda quando fica tudo em silêncio. Nada de passos, nada de falar.”

Foi um minuto de silêncio. Tomás aguentou bem… até o seu estômago fazer “glup”. Ele tapou a barriga com a mão, envergonhado.

O pai sussurrou:

“Isso foi um tec-tec interno.”

Tomás riu sem barulho.

E então, o som voltou, mais claro:

“Tec-tec… tec-tec… tec-tec…”

Parecia vir de dentro mesmo, como se algo estivesse a tocar com as unhas. Ou com patinhas.

A mãe falou baixinho:

“Eu acho que é um bichinho à procura de saída. Precisamos de uma solução segura.”

O pai concordou.

“Não vamos abrir a parede. Isso é grande demais. Vamos chamar alguém?”

A senhora Rosa, do outro lado (eles tinham trocado mensagens pelo telemóvel do pai), apareceu à porta deles em dois minutos, rápida como uma investigadora.

“Eu trouxe biscoitos,” anunciou. “Detetives pensam melhor com biscoitos.”

Tomás aceitou um e disse com a boca meio cheia:

“Obrigad… (mastiga) …o. Agora, plano!”

O pai explicou o mapa. A senhora Rosa olhou com atenção.

“Então o som está perto do rodapé, do meu lado e do vosso lado. Pode ser o espaço entre as casas, um cantinho.”

A mãe lembrou-se de algo.

“No quintal, bem na junção das duas casas, há uma grelha pequena de ventilação. Lembram-se?”

Tomás saltou.

“Sim! Onde eu já perdi uma bola… e o pai resgatou com uma vassoura!”

O pai tossiu.

“Não vamos falar dessa bola. Ela foi teimosa.”

Tomás abriu o caderno e escreveu em letras grandes:

PISTA NOVA: grelha de ventilação no quintal

Eles foram ao quintal. A grelha estava perto do chão, com buraquinhos. O “tec-tec” parecia mais perto dali, como um tambor minúsculo.

Tomás ajoelhou-se.

“Olá?” disse ele, muito educado, para a grelha. “Está alguém aí?”

Nada.

Ele tentou outra vez.

“Se estiveres aí, não te preocupes. Nós somos amigos.”

E então ouviram um som diferente, bem fraquinho:

“Cri… cri…”

Tomás abriu os olhos.

“Isso é som de grilo!”

A senhora Rosa bateu palminhas baixinho.

“Eu disse! Eu disse! O meu nariz-prateleira ainda funciona.”

O pai sorriu.

“Então o ‘tec-tec' pode ser o grilo a bater ou a mexer-se num espaço apertado.”

A mãe olhou para a grelha com cuidado.

“Se for um grilo, ele precisa de uma saída para a relva. Talvez esteja preso atrás da grelha.”

Tomás olhou para o leitor outra vez, como quem pede ajuda.

“O que tu farias? Abrir a grelha de qualquer jeito? Ou pensar num jeito calmo, sem assustar o grilo?”

Tomás sabia a resposta.

“Jeito calmo!”

Capítulo 4: A saída perfeita e o fim do tec-tec

O pai foi buscar uma chave de fendas pequena. A mãe trouxe uma caixa de sapatos vazia e um pano macio. A senhora Rosa trouxe… um pedaço de cenoura.

“Para chamar o grilo,” explicou ela, muito séria. “Eu não sei se grilos gostam, mas a cenoura é simpática.”

Tomás riu.

“Se ele não gostar, nós comemos.”

O pai ajoelhou-se e disse:

“Vou soltar os parafusos devagar. Sem puxões.”

Tomás segurava a lanterna apontada para a grelha. A mãe segurava a caixa de sapatos aberta, como se fosse uma casinha.

Quando o pai tirou a grelha, apareceu um espacinho escuro. E lá dentro, encolhido, estava um grilo castanho, com antenas compridas. Ele mexeu-se e fez:

“Cri… cri…”

Tomás sentiu um alívio quente no peito.

“Olá, senhor Grilo. Estás bem?”

O grilo não respondeu com palavras, claro. Mas mexeu as patas, como se dissesse: “Estou a tentar!”

O pai falou em voz baixa.

“Ele deve ter entrado por uma fenda e depois não encontrou saída.”

A mãe aproximou o pano macio.

“Vamos guiá-lo para a caixa, com cuidado.”

Tomás foi o mais delicado que conseguiu. Ele colocou a cenoura perto da entrada, como um convite.

“Vês? É a saída com snack.”

O grilo avançou um bocadinho. Parou. Avançou mais. As antenas tremiam, curiosas.

A senhora Rosa sussurrou, como se fosse uma treinadora:

“Boa, grilinho. Tu consegues.”

O grilo entrou na caixa de sapatos, devagarinho. Tomás fechou a tampa, mas deixou uma fresta para o ar.

“Missão cumprida!” disse ele, bem baixinho, para não assustar o passageiro.

Eles levaram a caixa até à relva, junto a um arbusto. Tomás abriu a tampa e afastou-se um pouco.

O grilo saltou uma vez. Depois outra. E desapareceu na relva, livre e feliz.

E… silêncio.

Nada de “tec-tec”. Nada de batidas. Só os sons normais do quintal: um pássaro, folhas ao vento e o pai a respirar aliviado.

A mãe sorriu.

“Viram? Resolver um mistério pode ser ajudar alguém pequenino.”

A senhora Rosa limpou as mãos no avental.

“E sem estragar nada. É assim que eu gosto.”

O pai colocou a grelha de volta no lugar, apertou os parafusos e disse:

“Agora vamos tapar a fenda com um pouco de massa própria, para não acontecer outra vez. Sem prender ninguém, só para orientar os grilos para fora.”

Tomás escreveu no caderno, com letras bem caprichadas:

SOLUÇÃO: abrir a grelha com cuidado + libertar o grilo + fechar entrada

Depois desenhou um grilo com um chapéu de detetive. Ficou meio torto, mas muito engraçado.

De volta à sala, a senhora Rosa serviu chá para os adultos e um copo de leite para Tomás.

“Detetive Tomás,” disse ela, “como vais chamar este caso?”

Tomás pensou. Coçou a cabeça. Olhou para a parede, agora quieta e inocente.

“Eu sei,” disse ele. “Caso do Tec-Tec na Parede. Com final feliz.”

O pai levantou o copo.

“Ao final feliz!”

A mãe completou:

“E à equipa de investigação.”

Tomás olhou para o leitor, como se partilhasse um segredo importante:

“Se um dia ouvires um barulho estranho, lembra-te: primeiro escuta, depois pensa, e pede ajuda. Muitas vezes, o mistério só quer uma porta de saída.”

Nessa noite, na cama, Tomás escreveu a última frase no caderno:

“Detetive não é quem prende. Detetive é quem entende.”

E adormeceu com um sorriso, porque a parede estava calada… e a relva, lá fora, devia estar a ouvir um “cri-cri” bem contente.

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Detetive
Pessoa que procura pistas para descobrir um mistério ou problema.
Cadeado
Pequeno objeto que fecha e trava uma coisa para não abrir.
Rodapé
Parte de baixo da parede, onde o chão encontra a parede.
Fenda
Rachadura estreita numa superfície, por onde algo pode entrar.
Avental
Peça de tecido que se usa na frente do corpo para proteger a roupa.
Especialista
Pessoa que sabe muito sobre um assunto ou faz algo muito bem.
Lanterna
Objeto que dá luz quando está escuro, funciona com pilhas.
Investigar
Procurar informações com cuidado para entender um problema.
EQUIPA:
Grupo de pessoas que trabalham juntas numa tarefa ou missão.
OBJETIVO:
O que se quer conseguir ou resolver com uma ação.
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