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Fantasia urbana 11 a 12 anos Leitura 18 min.

o armário dos segredos e o gato que gostava de pão de leite

Vicente, um garoto curioso da cidade de Arame, se junta a um gato falante chamado Zazu e a uma fada chamada Madalena para resolver o mistério de um Armário dos Segredos que causou uma mágica caótica na cidade. Juntos, eles enfrentam criaturas fantásticas e tentam restaurar a ordem antes que tudo fique fora de controle.

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Um garoto de 12 anos, Vicente, com cabelos castanhos bagunçados e olhos brilhantes de curiosidade, está em pé no telhado de um edifício, o vento batendo em seu rosto com uma expressão de emoção e aventura. Ele usa uma camiseta colorida e um jeans rasgado, enquanto observa ao longe a cidade de Arame se estendendo abaixo dele, com edifícios de formas estranhas e luzes cintilantes. Ao seu lado, Zazu, um gato preto com olhos amarelos brilhantes, está sentado na beirada, com uma expressão travessa, como se estivesse pronto para pular no desconhecido. Mais adiante, Rita, uma garota de 12 anos com cabelos cacheados e um grande sorriso, segura um walkman vintage nas mãos, observando Vicente com admiração e impaciência. O céu é de um azul profundo, salpicado de nuvens fofas, enquanto a cidade abaixo é cheia de cores vibrantes: carros de formas futuristas, árvores com folhas multicoloridas e uma fonte que jorra chocolate. A cena principal mostra Vicente e seus amigos, prontos para mergulhar em uma nova aventura mágica, enquanto contemplam a cidade cheia de mistérios e surpresas, com uma atmosfera de excitação palpável no ar. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1: O Mistério do Gato Falante

Era uma vez em 1986, numa cidade chamada Arame, onde os carros pareciam geladeiras com rodas, as músicas vinham de fitas magnéticas e tudo cheirava a chiclete de morango. Nessa cidade, nada era muito normal, embora os adultos insistissem em dizer o contrário. As ruas de Arame estavam sempre meio nubladas, como se o céu não soubesse se queria chover ou fazer sol. Mas ninguém se importava muito, só colocavam um boné do Michael Jackson e pronto.

No centro dessa confusão toda, morava Vicente, um rapaz de 12 anos com um talento especial para encontrar sarilhos – e nunca os perder. O seu cabelo era castanho espetado, e os seus ténis sempre desamarrados. Vicente vivia com a mãe, Helena, que trabalhava numa loja de discos e adorava ouvir músicas estranhas que só ela conhecia.

Num sábado de manhã, enquanto Vicente tomava o seu pequeno-almoço (cereais coloridos e leite morno), ouviu um miado estranho vindo da janela. Parecia um gato, mas também parecia uma buzina desafinada.

— Mãe, ouviste isto? — perguntou Vicente.

— Ouvi, filho. É só o senhor Alfredo a tentar afinar o saxofone — respondeu a mãe distraída, sem desviar os olhos do jornal.

Vicente espreitou pela janela e, para sua surpresa, viu um gato preto com olhos amarelos sentado no parapeito. Mas o mais estranho foi quando o gato lhe piscou o olho e falou:

— Tens pão de leite aí? Odeio cereais.

Vicente engasgou-se. Gatos falantes não eram tão raros em Arame quanto seria noutras cidades, mas este era particularmente descarado.

— Er… posso arranjar, se prometeres não miar alto outra vez — disse Vicente, tentando parecer calmo.

O gato saltou para dentro da cozinha com uma agilidade impressionante, pousou delicadamente sobre a mesa e enfiou o focinho no pacote de pão. Depois de mastigar como se estivesse num concurso de velocidade, limpou a boca com a pata e olhou para Vicente com ar conspirador.

— Precisamos conversar. A cidade está… diferente.

— Diferente como? — perguntou Vicente, sentindo o coração acelerar.

— As luzes piscam quando ninguém está por perto, a fonte da praça jorrou chocolate ontem à noite e, para cúmulo, há fadas a fazerem greve porque não recebem hora extra. Só tu podes ajudar!

Vicente engoliu em seco. Era cedo demais para aventuras, mas, por outro lado, nunca se pode dizer não a um gato falante.

Capítulo 2: Os Sinais Estranhos

Vicente vestiu o seu casaco de ganga preferido, calçou os ténis (ainda desamarrados) e, com o gato à frente, saiu para a rua. A cidade parecia igual, mas Vicente tinha aprendido que, em Arame, tudo podia mudar em segundos.

No caminho para a praça, encontraram o senhor Alfredo a tocar saxofone para um grupo de pombos que, curiosamente, tinham chapéus coloridos.

— Bom dia, Vicente! Quem é o teu amigo? — gritou Alfredo, sem largar o saxofone.

— É o… Gato. — Vicente não sabia bem que nome dar à criatura.

O gato murmurou: — Chama-me Zazu. E sim, falo. E não, não faço truques de magia barata.

Vicente e Zazu chegaram à praça. E, tal como o gato dissera, a fonte borbulhava chocolate. As crianças lambiam colheres e os adultos tentavam disfarçar a gula. No entanto, o que chamou mais a atenção de Vicente foram as pequenas fadas sentadas numa faixa que dizia “Greve por Direitos Mágicos”.

— Isto é mesmo a sério? — sussurrou Vicente.

— Muito. Se as fadas não trabalham, metade das coisas mágicas da cidade param. E já andei a farejar: há magia a mais no ar. Demasiada para ser boa — explicou Zazu.

Nesse momento, uma das fadas de greve olhou para Vicente e acenou.

— Eh, menino! Vens ajudar ou vais só ficar aí a olhar feito poste?

Vicente aproximou-se, sentindo as bochechas corarem.

— Eu… posso tentar ajudar. O que está a acontecer?

A fada, com cabelo cor-de-rosa e um megafone minúsculo, respondeu:

— Ontem de noite, alguém abriu o Armário dos Segredos na biblioteca. Agora, tudo o que estava lá está à solta por Arame. E ninguém quer trabalhar até resolverem isto!

Vicente sentiu um frio na barriga. O Armário dos Segredos era uma lenda urbana. Diziam que guardava tudo o que era estranho demais para o mundo real — desde meias que nunca cheiravam mal, até poções que faziam crescer bigode instantâneo.

Zazu suspirou: — Está nas tuas mãos, miúdo. Preparado para encontrar segredos perdidos?

Capítulo 3: Uma Volta pela Biblioteca

Vicente nunca gostou muito de bibliotecas. Achava que cheiravam demasiado a livros antigos e que as estantes tinham olhos. Mas aquela manhã era diferente. A biblioteca de Arame era um edifício de pedra com janelas enormes, e naquela manhã, estava especialmente silenciosa.

Ao entrarem, a bibliotecária, Dona Matilde, olhou-os por cima dos óculos.

— Vieste devolver aquele livro de feitiços para principiantes?

— Ainda não… — disse Vicente, corando.

Zazu saltou para o balcão, ignorando o olhar de censura de Dona Matilde.

— Viemos pelo Armário dos Segredos. Alguém andou a brincar com coisas que não devia.

Dona Matilde suspirou como quem já viu tudo.

— Outra vez? Bem, então vão lá abaixo. Mas cuidado: o armário não gosta de ser aberto. E fechem a porta atrás de vocês. Não quero bruxas a fugirem para a minha secção de culinária outra vez.

Vicente e Zazu desceram as escadas para a cave. No fundo do corredor, uma porta de ferro estava entreaberta. O ar cheirava a pó e a mistério.

Lá dentro, encontraram o Armário dos Segredos: um móvel antigo, cravejado de símbolos estranhos, com a porta escancarada. Espalhados pelo chão estavam objetos bizarros: uma caixa de dicionários que falavam, um chapéu que mudava de forma e uma bola de cristal que contava anedotas.

Zazu bufou: — Isto vai dar trabalho. Temos de descobrir quem abriu o armário e porque é que a magia ficou tão descontrolada.

Vicente pegou na bola de cristal. Ela começou logo: “Sabes porque é que o fantasma não vai à festa? Porque tem medo de ser apanhado!”

Por mais absurda que fosse a situação, Vicente não conseguiu evitar sorrir. Mas percebeu que tinham de agir — e depressa.

— Zazu, podes farejar alguma pista?

O gato aproximou-se do armário, cheirou o ar e apontou com a pata para um monte de pó brilhante no chão.

— Isto não é pó normal. É pó de fada. E não é qualquer fada. É pó da líder da greve. Isto está a ficar complicado.

Vicente sentiu que o mistério estava a crescer. Quem teria aberto o armário? E porquê?

Capítulo 4: As Fadas Revoltadas

Vicente e Zazu regressaram à praça, desta vez com a bola de cristal e o chapéu em forma de banana. A líder das fadas, Madalena, continuava sentada na faixa de greve, agora a tomar chá numa chávena do tamanho de uma azeitona.

— Viemos fazer-te umas perguntas — disse Vicente, tentando soar confiante.

Madalena olhou-o desconfiada.

— Se é para negociar melhores condições de trabalho, esquece. Sem aumento de pó mágico, não saio daqui.

— Não é isso — respondeu Zazu, impaciente. — Encontrámos pó de fada perto do Armário dos Segredos. O que foste lá fazer?

Madalena corou, mas endireitou as asas.

— Eu… eh… Talvez tenha ido lá buscar o meu livro de receitas. Mas não fui eu que abri o armário!

Zazu olhou-a nos olhos.

— Então quem foi?

Madalena hesitou, depois sussurrou:

— Eu vi uma sombra estranha. Parecia uma criança, mas movia-se rápido, como um rato assustado. Não consegui ver a cara, mas deixou cair isto.

De dentro do bolso, Madalena tirou um walkman pequenino, com autocolantes dos Rolling Stones.

Vicente sentiu um arrepio. Só conhecia uma pessoa na cidade com um walkman daqueles: Rita, a sua colega da escola, famosa por meter-se onde não era chamada.

— Rita? Mas porque é que ela iria abrir o armário?

— Talvez estivesse à procura de música nova — disse Zazu, sarcástico.

Vicente guardou o walkman e olhou para Madalena.

— Ajudas-nos a encontrar a Rita?

Madalena encolheu os ombros.

— Só se me prometeres um pacote de gomas mágicas. Daquelas que fazem flutuar.

Vicente suspirou. Tudo naquela cidade acabava por envolver comida.

Capítulo 5: O Encontro na Loja de Discos

A loja de discos da mãe de Vicente era o lugar ideal para encontrar Rita. Ela passava lá tardes inteiras a ouvir álbuns e a inventar histórias sobre estrelas de rock.

Quando Vicente entrou, Rita estava sentada no chão, com auscultadores enormes, a dançar de olhos fechados.

— Rita! — chamou Vicente, acenando com o walkman.

Ela tirou os auscultadores, espantada.

— Onde encontraste isso? Perdi-o ontem à noite!

— Encontrámo-lo na biblioteca, perto do Armário dos Segredos. Sabes alguma coisa sobre isso?

Rita mordeu o lábio, hesitante.

— Eu… ouvi vozes vindas do armário. Achei que era alguém preso. Fui lá ver, mas a porta abriu-se sozinha. Um vento forte empurrou-me e, quando dei por mim, estava tudo de pernas para o ar. Depois, fugi. Tive medo.

Zazu revirou os olhos.

— Isso explica muita coisa. Mas não tudo. O armário não se abre sozinho. Alguém ou alguma coisa está a brincar com a magia da cidade.

Rita olhou para o chão.

— Desculpa, Vicente. Não queria causar problemas.

Vicente colocou a mão no ombro dela.

— Não faz mal. Agora precisamos resolver isto juntos.

Rita sorriu, aliviada.

— Conta comigo. Mas só se me deixares experimentar esse chapéu.

Vicente riu-se. O chapéu, assim que Rita o colocou, transformou-se numa peruca de palhaço.

— Muito engraçado — resmungou ela, mas não conseguiu esconder o sorriso.

Capítulo 6: Magia Fora de Controlo

Enquanto caminhavam pela cidade, Vicente, Rita, Zazu e Madalena começaram a notar que a magia estava cada vez mais caótica. Os semáforos piscavam cores desconhecidas, as árvores dançavam ao som do vento e um banco de jardim decidiu transformar-se num crocodilo de peluche.

Vicente parou, nervoso.

— Isto está a piorar. Se não fecharmos o armário depressa, a cidade vai enlouquecer.

Zazu farejou o ar.

— Sinto um cheiro diferente… Não é pó de fada, nem cheiro de criança curiosa. Cheira a… medo.

Madalena engoliu em seco.

— Só há uma criatura que cheira assim: o Espantalho das Sombras.

Vicente nunca tinha ouvido falar do Espantalho das Sombras. Rita parecia saber mais.

— Dizem que aparece quando a magia fica fora de controlo. Alimenta-se do caos e adora brincadeiras de mau gosto.

Zazu franziu o nariz.

— Se o Espantalho estiver à solta, temos de o encontrar antes que ele decida transformar a cidade inteira num circo de horrores.

Vicente tentou pensar. Se o Espantalho gosta de magia caótica, onde estaria agora?

— Vamos à escola. Se há um lugar onde o caos reina, é lá.

Os outros concordaram.

Capítulo 7: O Espantalho das Sombras

À entrada da escola, um grupo de alunos jogava futebol com uma bola que mudava de tamanho a cada pontapé. Professores tentavam, sem sucesso, manter a ordem, enquanto um quadro-negro escrevia sozinho poemas sobre gatos astronautas.

No ginásio, Vicente ouviu um riso estranho ecoar pelas paredes. Era um som frio, como vento a passar por folhas secas.

— Ele está aqui — murmurou Zazu.

De repente, as sombras no chão começaram a mover-se por vontade própria, formando a silhueta de um espantalho alto, com olhos brilhantes e um sorriso costurado.

— Ora, ora… — disse a criatura, a voz soando como se viesse de todos os cantos ao mesmo tempo. — Vieram brincar comigo?

Vicente sentiu o medo apertar-lhe o peito, mas não recuou.

— Tu é que abriste o Armário dos Segredos?

O Espantalho inclinou a cabeça.

— Eu só dei um empurrãozinho. A magia estava presa há demasiado tempo. Agora posso brincar à vontade!

Rita agarrou o chapéu de palhaço, pronta para o atirar, mas o Espantalho riu-se.

— Acham que podem parar-me com objetos mágicos baratos? Por favor!

Madalena abriu as asas e lançou pó mágico, mas o Espantalho desviou-se com facilidade.

— Magia só me torna mais forte!

Vicente fechou os olhos e tentou pensar. O que poderia deter uma criatura que se alimenta de magia caótica?

De repente, lembrou-se do walkman de Rita.

— Espera! — gritou Vicente. — E se usarmos música?

Zazu arregalou os olhos.

— Música? Só se for para dançar até ele cair!

Vicente ligou o walkman, escolheu a música mais aborrecida possível — uma gravação de matemática para dormir — e pôs os auscultadores no Espantalho. Quando a voz monótona começou a tocar, o Espantalho fez uma careta.

— Não! Tédio! O meu maior inimigo!

As sombras começaram a desaparecer, e o Espantalho encolheu até se transformar numa pequena boneca de pano.

Madalena apanhou-a com cuidado.

— Bem feito. Agora podemos fechar o armário.

Vicente sentiu o alívio correr-lhe pelo corpo. Tinham conseguido, mas sabia que ainda havia trabalho a fazer.

Capítulo 8: O Retorno ao Armário

De volta à biblioteca, Vicente, Rita, Zazu e Madalena desceram à cave. O Armário dos Segredos continuava aberto, sussurrando promessas de aventuras e perigos.

Madalena segurava a boneca do Espantalho. Rita carregava os objetos mágicos. Vicente levava a bola de cristal, que continuava a contar piadas sem graça.

Dona Matilde esperava-os à porta.

— Conseguiram resolver a confusão?

Vicente assentiu.

— Penso que sim. Temos de devolver tudo ao sítio certo.

Dona Matilde abriu caminho.

— Façam-no rápido. Tenho uma reunião de bruxas às três.

Um a um, devolveram os objetos ao armário. Quando Madalena colocou a boneca do Espantalho lá dentro, o armário fechou-se sozinho com um estalido.

Zazu suspirou de alívio.

— Pronto, acabou-se a folia. Pelo menos até à próxima vez.

Vicente olhou para Madalena.

— Vais acabar com a greve?

A fada sorriu.

— Talvez. Mas só depois de comer umas gomas mágicas.

Dona Matilde riu-se.

— Prometo trazer-te um saco inteiro. Agora vão brincar. E, por favor, não abram mais armários misteriosos.

Capítulo 9: Reflexão no Telhado

Naquela noite, Vicente subiu ao telhado do prédio, acompanhado por Zazu e Rita. A cidade estava calma outra vez, as luzes brilhavam suavemente e, por um momento, tudo parecia simples.

— Acham que a magia vai voltar a pregar partidas? — perguntou Rita.

Zazu bocejou.

— Em Arame, a magia nunca dorme. Mas desde que haja miúdos corajosos (e gatos com fome), tudo se resolve.

Vicente riu-se.

— Gostava que fosse sempre assim. Mistério, aventura… e um pouco de chocolate quente na fonte.

Rita sorriu.

— Amanhã é outro dia. E nunca se sabe o que pode acontecer nesta cidade.

Vicente olhou para as estrelas, sentiu o vento nos cabelos despenteados e pensou que, mesmo num mundo cheio de magia, a amizade era o segredo mais poderoso de todos.

E, enquanto Zazu adormecia ao seu lado, Vicente soube que estava pronto para qualquer mistério que viesse a seguir. Mesmo que envolvesse fadas em greve, gatos falantes ou espantalhos das sombras.

Afinal, em Arame, o impossível era só o começo de mais uma grande aventura.

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Armário dos Segredos
Um móvel antigo que guarda coisas estranhas e mágicas.
Espantalho das Sombras
Uma criatura mágica que se alimenta do caos e gosta de causar confusão.
Pó mágico
Um pó especial que contém magia e pode fazer coisas extraordinárias.
Dicionários que falavam
Livros que têm palavras que podem ser ouvidas em voz alta.
Gomas mágicas
Doces que têm poderes especiais e podem fazer as pessoas flutuar.
Fadas
Seres mágicos que têm asas e podem fazer magia, muitas vezes associadas à natureza.

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