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História de viagem espacial 3 a 4 anos Leitura 5 min.

Lina e a luz amiga

Lina, uma exploradora da Nave Clara, investiga uma pequena anomalia luminosa no espaço com seu robô Pipo, e juntas tentam comunicar-se e entender os mistérios das luzes e sons que encontram.

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Lina é uma jovem mulher maravilhada, com um sorriso suave; veste um traje espacial branco acolchoado, viseira semi-transparente com mapas coloridos, cabelos castanhos curtos flutuando, e estende a mão para uma pequena aurora verde brilhante. Pipo, robô companheiro arredondado e amigável, corpo metálico creme com detalhes azuis e um olho luminoso circular, flutua à esquerda testando a proximidade da aurora. A nave Clara aparece atrás, casco nacarado com escotilha aberta, painéis em tons pastel e interior quente e iluminado; uma escada rebatida é visível. O espaço mostra estrelas cintilantes, uma nebulosa rosa-lilás difusa e partículas ao redor da aurora. A cena retrata um contato terno e curioso: Lina toca uma anomalia em forma de pequena aurora que pulsa como uma lâmpada suave; entre Lina e a aurora flutua uma caixa de luz contendo uma flor de papel e um desenho; tudo é calmo, seguro e em cores pastel com texturas suaves. reportar um problema com esta imagem

Lina era uma jovem mulher. Lina gostava de estrelas. Ela trabalhava na Nave Clara. A Nave Clara era suave e brilhante. Dentro, tudo era calmo e seguro.

Um dia, o painel piscou. Uma luz azul mostrou uma coisa estranha no mapa. Era uma anomalia. A anomalia fazia um som como um sussurro de vento. Era pequena. Era curiosa. Lina foi escolhida para ir ver.

Ela vestiu seu traje leve. O traje era branco e macio. Tinha bolsos com velcro. Tinha um visor que mostrava mapas em cores. Lina sorriu. "Vamos devagar", ela disse. O robô amigo, Pipo, acenou com seu braço redondo. Pipo fazia bip e cantava notas suaves. Isso deixava Lina mais calma.

A nave aproximou-se da anomalia. Lá fora, o espaço era escuro e cheio de pontos de luz. A anomalia brilhou em verde. Era como uma pequena aurora. Não parecia perigosa. Parecia... curiosa.

Lina abriu a escotilha. Ela saiu com passos leves. A gravidade era baixa. Ela flutuou. Pipo flutuou ao lado. "Cuidado," disse Lina. "Devagar." Pipo fez bip. Eles se aproximaram.

Ao tocar a anomalia, Lina sentiu uma vibração suave. Era como quando você toca um balão e ele zune. A anomalia não machucou. Ela tocou a mão de Lina como se fosse um amigo.

Lina pegou instrumentos coloridos. Havia um sensor azul. Havia uma caixinha que fazia desenho de luz. Ela encostou o sensor. O visor mostrou formas simples: círculos, ondas, notas. Lina sorriu. Era como ouvir uma canção do espaço.

"É uma mensagem?" perguntou Lina. Pipo fez bip alegre. "Talvez," disse ela. "Vamos traduzir."

De volta à Nave Clara, Lina olhou as linhas de luz no monitor. As linhas se moviam como peixinhos. Lina fez um mapa com giz digital. Ela desenhou círculos e setas. Cada vez que desenhava, o som mudava. Era divertido.

O capitão veio ver. Ele era calmo e tinha voz baixinha. "Como está?" ele perguntou. "Clara," disse Lina. "A anomalia fala em notas. Ela tenta dizer olá."

O capitão sorriu. "Então precisamos responder com calma," disse ele. Eles combinaram de mandar uma mensagem simples. Lina escreveu palavras curtas: "Olá. Somos amigos. Quer brincar?" Ela mandou pelas luzes. A anomalia respondeu com luzes mais rápidas. Agora parecia feliz.

Ao explorar mais, Lina descobriu que a anomalia guardava coisas pequenas. Havia minúsculas pedras que brilhavam. Havia bolinhas de luz que piscavam. Lina pegou uma pedra. Era quente e suave. Ela a colocou num saquinho de tecido. "Para estudar com cuidado," disse ela.

Não houve perigo. Não houve medo. Só curiosidade. Lina e Pipo brincaram de acompanhar as luzes. Às vezes as luzes formavam uma roda. Às vezes faziam um caminho. Lina cantou uma canção simples. Pipo fez sons como bateria. O som ecoou como conchas.

Depois, a anomalia mudou de cor. Ficou mais calma. Parecia descansar. Lina sorriu. Ela sentiu que a anomalia ficava mais amiga. Antes de ir embora, Lina deixou uma pequena caixa de luz. Dentro tinha uma flor de papel e um desenho. No desenho, havia uma nave, um robô e uma pessoa com um sorriso.

"Obrigada por brincar," disse Lina. Ela falou em voz baixa. "Voltaremos para visitar."

De volta à cabine, Lina escreveu um relatório simples. Ela usou palavras claras. Ela desenhou a canção em ondas azuis. Ela escreveu que a anomalia gosta de ouvir e de ver luz. Ela explicou com calma como ela investigou. Ela escreveu que tudo estava bem e que todos estavam seguros.

Ao terminar, Lina pegou uma folha especial. Ela escreveu uma carta de agradecimento. A carta era curta. Dizia assim:

"Querida anomalia,

Obrigada por mostrar suas luzes.

Obrigada por brincar.

Ficamos felizes.

Volte a brilhar.

Com carinho,

Lina e amigos da Nave Clara"

Lina dobrou a carta. Ela colocou a carta na caixa de luz. Pela escotilha, a caixa flutuou até a anomalia. As luzes dela brilharam forte, como se tivesse lido a carta. Pipo fez bip de alegria.

Quando a Nave Clara partiu, Lina olhou pela janela. A anomalia piscou um último adeus em verde suave. Lina acenou. "Até logo," ela disse.

No caminho de volta, todos na nave estavam tranquilos. Eles conversaram baixo. Contaram o que tinham visto. Tudo foi escrito com palavras simples. Tudo ficou claro.

E à noite, quando as estrelas cantaram, Lina guardou a carta em seu bolso. Ela sorriu e adormeceu. Sonhou com luzes que dançavam. Sonhou com amigos novos. Tudo estava bem.

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Anomalia
Algo estranho no espaço que aparece brilhando e diferente.
Painel
A parte com botões e luzes onde se vê o mapa da nave.
Escotilha
A porta redonda da nave por onde se sai para o espaço.
Gravidade
Força que puxa as coisas para baixo ou faz flutuar pouco.
Visor
Vidro ou tela do capacete que mostra mapas e imagens.
Sensor
Aparelho que sente sinais e mostra no computador.
Vibração
Pequeno tremor ou zumbido que se sente ao tocar algo.
Capitão
Pessoa que cuida e manda na nave e no pessoal.
Relatório
Texto curto que conta o que aconteceu e explica os fatos.
Cabine
Lugar dentro da nave onde as pessoas ficam sentadas.

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