Num cantinho do bosque, bem pertinho do riacho, vivia uma mulher chamada Lila. Lila tinha cabelos dourados como o sol e um sorriso doce como o mel. Todas as manhãs, Lila caminhava devagarinho, pé ante pé, escutando o “chuá-chuá” das folhas e o “piu-piu” dos passarinhos.
Certo dia, Lila encontrou uma flor brilhante no caminho. “Oh!”, disse ela, “que linda!”. A flor piscou “tilintim” e abriu uma pétala mágica. De dentro saiu uma borboleta azul. “Olá!”, disse a borboleta. “Queres voar comigo?”. Lila sorriu e respondeu: “Sim!”.
Com um “hop!”, Lila subiu nas costas da borboleta. Voaram bem alto, passando por nuvens fofinhas e árvores cheias de folhas verdes. O vento fazia “fiu-fiu” e Lila ria: “Que gostoso!”. Lá de cima, viu o lago brilhar como um espelho de luz. “Plim-plim”, peixinhos saltavam na água.
A borboleta levou Lila até uma árvore grande. Nela, morava um duende pequenino de chapéu vermelho. O duende acenou: “Bem-vinda, Lila! Queres um pouco de mel dourado?”. Lila aceitou e provou o mel: “Hmmm! Que doce!”.
De repente, ouviram um “toc-toc-toc”. Era um coelhinho branco. “Perdi minha cenoura!”, disse o coelho. Lila olhou ao redor, viu algo laranja atrás de um arbusto. “Aqui está!”, disse ela, entregando a cenoura ao coelhinho. O coelhinho pulou: “Pompom! Obrigado!”.
Lila riu feliz. “Vamos brincar juntos?”. Todos dançaram, rodopiando no gramado. O sol brilhou, e tudo ficou dourado. Lila sentiu o coração quentinho. A borboleta sussurrou: “A magia mora no sorriso e na bondade”.
No fim do dia, Lila voltou para casa, ouvindo o “chuá-chuá” das folhas. O bosque parecia cantar para ela.
Sorrir e ajudar faz o mundo brilhar com magia.