Na floresta mágica, vivia um dragãozinho chamado Tico. Tico era muito curioso e adorava inventar coisas. Um dia, ele decidiu criar uma máquina estranha. "Vou fazer uma máquina que sopra bolhas!", disse Tico animado.
Tico trabalhou o dia todo. Quando terminou, apertou um botão. Puff! Bolhas gigantes começaram a sair, mas eram bolhas especiais. Cada bolha fazia algo engraçado acontecer. Uma bolha fez um sapo começar a dançar. Outra bolha fez um coelhinho começar a cantar. Tico riu tanto que quase caiu.
"Olha só, Tico!", gritou o esquilo Pico. "Minha cauda ficou toda enrolada!" Tico achou aquilo muito engraçado e apertou o botão de novo. Puff! Mais bolhas! Um passarinho começou a fazer piruetas no ar. As árvores começaram a balançar como se dançassem. Tudo estava uma bagunça divertida.
De repente, uma bolha gigante engoliu Tico! "Oh não!", exclamou Tico lá de dentro, sua voz saindo abafada. Mas ao invés de se preocupar, Tico começou a fazer caretas. "Olha para mim!", ele ria, enquanto a bolha flutuava suavemente pelo ar.
Os amigos de Tico riam tanto que choravam. "Tico, você é o dragão mais engraçado que conhecemos!", disse Pico. Tico finalmente conseguiu sair da bolha, ainda sorrindo.
"Essa máquina é muito divertida!", disse Tico. "Mas acho que é hora de dormir." Todos concordaram, bocejando. Tico desligou a máquina, e juntos, eles se aninharam sob a luz suave da lua, prontos para sonhar com mais aventuras engraçadas.
E assim, naquela noite tranquila, todos dormiram felizes, com um sorriso no rosto e o coração cheio de alegria.