Era uma vez uma menina chamada Lili. Lili tinha quatro anos. Ela adorava rir. Era hora de dormir, mas Lili não queria fechar os olhos. Ela pulava na cama. “A cama pula também!”, dizia Lili. A cama fazia “plim-plim”. O urso de pelúcia também queria brincar. “Olá, Lili!”, dizia o urso. Lili ria e ria, com a boca cheia de sorrisos.
O travesseiro era macio como bolo. Lili apertava o travesseiro e dizia: “Travesseiro, você é fofinho!”. O travesseiro não respondia, mas fazia “puf!” como bolha de sabão. Lili ria do travesseiro-bolha.
De repente, seus pezinhos queriam dançar. Lili fazia sapateado na cama: “tip-tap, tip-tap!”. O pijama dançava junto, todo torto. “Pijama maluco!”, ria Lili. O pijama dava voltinhas e depois cansava. Lili também.
A mamãe entrou e disse: “Hora de dormir, Lili!”. Lili olhou para o teto e viu uma sombra engraçada. A sombra parecia um pato. “Quá-quá”, disse Lili baixinho. O urso respondeu: “Quá-quá”. Todos riram juntos.
Lili bocejou. O urso bocejou. O travesseiro fez “puf” bem baixinho. A cama sussurrou: “Boa noite, Lili”. Lili fechou os olhos devagar, com um sorriso.
Dormir é gostoso quando a alegria fica pertinho e as risadas viram sonhos suaves.