Era véspera de Natal. Lá fora, a noite era fria e brilhante. Dentro de casa, tudo era quentinho. A luz da árvore fazia pisca-pisca, pisca-pisca.
Três meninos de dois anos brincavam no tapete: o Léo, o Beni e o Tito. Eles tinham gorros vermelhos e meias fofas. No ar, cheirava a bolo. Hmmm!
O Léo bateu palmas. “Natal! Já!”
O Beni apontou para a árvore. “Bola!”
O Tito riu. “Ho-ho-ho!”
A mamã trouxe uma caixa de enfeites. “Vamos pôr mais?” disse ela. Os três disseram: “Sim! Sim!”
Toc-toc! Caiu uma bolinha no chão. Plim! Ela rolou, rolou, e parou perto do sofá.
O Tito foi rápido. “Hop!” Ele apanhou a bolinha e deu ao Léo. “Aqui”, disse ele.
O Léo sorriu. “Obrigada!” e pendurou. Plic! A bolinha ficou a brilhar.
Depois, o Beni viu uma estrela pequena. “Eu!” disse ele. A mamã levantou o Beni com cuidado. “Um, dois… já!” A estrela fez tic-tic no topo da árvore. Ficou linda.
Na mesa, havia leite e bolacha. “Para o Pai Natal,” disse o papá, com voz doce.
O Tito cheirou a bolacha. “Nham-nham!”
O papá riu. “Uma só.” E deu um pedacinho. Croc-croc!
A campainha fez din-don. Era o avô com um sino. “Trim-trim!” Ele mexeu o sino e disse: “Feliz Natal!”
Os três meninos abraçaram. Abraço quentinho, abraço bom.
A árvore brilhava, e os corações também.
Moral: Quando partilhamos e ajudamos, o Natal fica ainda mais quentinho.