Era uma vez uma menina chamada Lila. Lila tinha quatro anos e sonhava em ser uma grande maga. Ela tinha um chapéu de mago que era muito grande e caía sobre seus olhos. “Oh não!” dizia Lila, puxando o chapéu. “Eu sou uma maga!”
Um dia, Lila decidiu fazer um feitiço. Ela queria fazer flores crescerem. “Abracadabra, flores, venham cá!” gritou Lila. Mas, em vez de flores, apareceram sapatos! Sapatos coloridos, sapatos grandes, sapatos pequenos. “Oh, não! Sapatos, não flores!” riu Lila.
Ela começou a dançar com os sapatos. “Olhem, sapatos dançantes!” disse Lila. Os sapatos começaram a pular. “Vamos dançar juntos!” Lila pulava e os sapatos pulavam. Que festa!
Depois, Lila tentou de novo. “Abracadabra, agora quero uma borboleta!” E, puf! Apareceu uma tartaruga. “Oi, tartaruga!” disse Lila, rindo. “Você não é uma borboleta!”
A tartaruga olhou para Lila e disse: “Eu sou lenta, mas muito sábia!” Lila sorriu e decidiu que a tartaruga seria sua amiga. “Vamos juntos, tartaruga!”
Lila e a tartaruga foram para o parque. Lila tentou outro feitiço. “Abracadabra, quero um sorvete!” E, de repente, havia um sorvete gigante! “Uau!” gritou Lila. Mas o sorvete começou a derreter. “Oh não, sorvete derretido!” Lila e a tartaruga correram para pegar o sorvete.
“Rápido, Lila!” disse a tartaruga. “Pegue uma colher!” Lila pegou uma colher e começou a comer o sorvete. A tartaruga também comeu. “Que delícia!” disse Lila.
No final do dia, Lila estava cansada, mas feliz. “Ser maga é divertido!” disse ela. A tartaruga concordou, “Sim, mas com muitas risadas!”
E assim, Lila aprendeu que, mesmo com gaffes, a magia é sempre divertida. Ela sorriu e disse: “Até a próxima aventura!”