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História encantadora e divertida 5 a 6 anos Leitura 5 min.

A estrela engraçada de Lili e a festa dos amigos mágicos

Lili, uma aprendiz de bruxa, vai à Fêterie dos Familiars e tenta criar uma estrela de papel brilhante; entre trapalhadas e risadas, conta com a ajuda dos seus amigos bichinhos mágicos.

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Lili, aprendiz de bruxa de 6 anos, alegre e um pouco tímida, usa um grande chapéu torcido roxo, vestido laranja de bolinhas, segura uma varinha de madeira e um papel dourado dobrado; sorri ao olhar sua estrelinha de papel que brilha suavemente. Mia, gata mágica caramelo de olhos mel, senta-se ao lado dela, ronrona e oferece um frasco de luz da lua com um laço azul no pescoço; Bilu, sapo verde com um pequeno chapéu vermelho e purpurina no focinho, ri aos pulos atrás de Lili; Pipo, ratinho cinza, em pé sobre a mesa de madeira, segura um fio dourado para ajudar a enfeitar; Dona Coruja, sábia coruja de penas castanhas malhadas, sobrevoa a clareira segurando um pergaminho dourado. Na clareira iluminada da floresta encantada há relva luminosa, balões flutuantes, mesas de tronco com guloseimas e confetes; todos juntos montam uma estrela de papel brilhante que emite luzes coloridas e glitter, em gestos coletivos e clima festivo e acolhedor. reportar um problema com esta imagem

Parte 1: A Fêterie dos Bichinhos Mágicos

Era uma vez uma aprendiz de bruxa chamada Lili, que tinha seis anos e um chapéu engraçado, sempre torto. Lili morava numa pequena vila onde tudo era meio encantado, mas hoje era um dia muito especial: era o Grande Dia da Fêterie dos Familiars! Todos os bichinhos mágicos da vila — gatos falantes, sapos com chapéu, ratinhos de bigode azul — iam se encontrar para uma festa cheia de magia e gargalhadas.

Lili estava animada, mas também um pouco nervosa. Era a primeira vez que ia sozinha à fêterie. “Será que vou conseguir fazer um feitiço especial?” — pensou ela, ajeitando seu chapéu torto.

Quando chegou ao bosque brilhante onde era a festa, viu logo: havia balões voando em círculos, música de grilo, mesas cheias de doces de abóbora e gatos malabaristas com bolas de lã cintilantes.

— Olá, Lili! — miou Mia, a gatinha mágica de olhos cor-de-mel. — Pronta para encantar a festa?

— Acho que sim! — respondeu Lili, sorrindo, mas sentindo um friozinho na barriga.

Parte 2: O Concurso da Estrela de Papel

No meio da clareira, Dona Coruja, a bruxa mais sábia, anunciou:

— Atenção! O concurso deste ano será para ver quem faz a estrela de papel mais brilhante! Quem conseguir, vai abrir o Baú dos Segredos Divertidos!

Todos ficaram excitados. Lili, então, pegou seu papel dourado, suas tesouras de estrela e começou. Recortou, dobrou, colou. Mas sua estrela ficou… meio torta, como seu chapéu.

— Está linda! — disse Mia, esfregando-se nela. — Só precisa brilhar!

Mas como fazer brilhar? Lili lembrou de um feitiço antigo: “Estrelinha, estrelinha, venha brilhar, mas nada de explodir nem de assustar!”

Ela apontou sua varinha, falou as palavras, mas… PUM! A estrela soltou um pouquinho de purpurina no focinho do sapo Bilu, que espirrou purpurina para todo lado.

— Atchim! — riu Bilu. — Agora sou um sapo cintilante!

Todos riram e Lili ficou vermelhinha, mas Mia sorriu: — Não desista!

Parte 3: Um Brilho em Equipe

Lili tentou de novo, mas agora pediu ajuda aos amigos bichinhos. O ratinho Pipo trouxe um fio mágico, Mia trouxe um pouco de luz do luar numa garrafinha, Bilu trouxe um botão brilhante.

— Vamos fazer juntos! — disse Lili, toda contente.

Cada um ajudou um pouco: Pipo enrolou o fio, Mia esguichou luz do luar, Bilu colou o botão. Lili juntou tudo e, com um sorriso, falou o feitiço de novo — baixinho, só para garantir.

A estrela começou a brilhar, não muito forte, mas de um jeitinho alegre e saltitante, piscando de todas as cores. A luz fez cócegas no nariz de todos e até Dona Coruja sorriu.

— Que estrela divertida! — disse ela. — Nunca vi uma estrela que faz cócegas!

Parte 4: O Parcheminho e o Final Brilhante

Dona Coruja levantou voo e trouxe um pergaminho dourado, com um laço azul.

— Lili, por sua estrela, ganhou o direito de abrir o Baú dos Segredos Divertidos! Mas… só pode abrir com todos os amigos que ajudaram.

Todos se juntaram, rodaram a chave mágica e… do baú pularam confetes, risadas engarrafadas, e um monte de chapéus engraçados para todos.

Dentro do baú, também estava um pequeno pergaminho enrolado. Lili abriu com cuidado. No papel estava escrito com letras brilhantes: “A magia mais forte é a amizade e o trabalho em equipe!”

Lili sorriu, Mia ronronou e Bilu pulou de alegria. Todos vestiram os chapéus engraçados, dançaram, comeram doces e a estrela de papel continuou brilhando, bem no alto, para iluminar a alegria de todos.

E assim, Lili aprendeu que, mesmo que sua estrela fosse torta, com amigos por perto, tudo podia brilhar — até mais que mil estrelas de verdade!

E no final da festa, Lili guardou o pergaminho, agora com um laço bem bonito. E todos voltaram para casa, com o coração cheio de alegria e com a certeza de que juntos, tudo fica mais mágico — e muito mais divertido!

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Aprendiz
Pessoa que está a aprender uma profissão ou um ofício, ainda não é especialista.
Bruxa
Pessoa que faz magia nas histórias, usa feitiços e às vezes uma varinha.
Fêterie
Palavra usada na história para dizer uma festa muito especial e mágica.
Familiars
Animais mágicos que ajudam bruxas e magos nas histórias.
Purpurina
Pós brilhante que se cola e faz tudo cintilar com luzes pequenas.
Pergaminho
Papel antigo enrolado, onde se escreve com cuidado mensagens ou segredos.
Clareira
Lugar aberto numa floresta, com sol e espaço para as pessoas se juntar.
Feitiço
Palavra ou ação mágica que faz algo acontecer nas histórias.
Malabaristas
Pessoas (ou animais) que lançam e apanham objetos para divertir os outros.
Confetes
Pequenos pedaços coloridos de papel que se atiram nas festas para celebrar.

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