Parte 1: Tap, Tap, Tap!
Era uma manhã alegre na floresta. O Sol brilhava, mas de repente, nuvens fofas começaram a correr pelo céu. O pequeno raposo Leo olhou para cima e ouviu: tap, tap, tap! Era a chuva a brincar nas folhas.
Leo era um raposinho muito curioso e adorava brincar. Ele sorriu e pensou: “Eu vou imitar a chuva!” Assim, Leo levantou a patinha e fez: TAP TAP TAP no chão de terra. Depois, foi até uma poça de lama e: TAP TAP TAP, pulou bem forte. Gotinhas voaram por todo lado!
Passou a coelhinha Mila, com as orelhas bem empinadas. Mila olhou para Leo todo molhado e perguntou: “O que você está fazendo, Leo?”
Leo respondeu rápido: “Eu sou a chuva! Tap, tap, tap! Quer brincar comigo?”
Mila deu um pulo animado. “Quero sim!” E logo os dois estavam pulando juntos: TAP TAP TAP, um raposo e uma coelha a imitar a chuva.
Parte 2: Tap, Tap, Tap... e SPLASH!
Quem apareceu agora foi o pato Zeca. Ele caminhava todo elegante, mas escorregou na lama: SPLASH! Leo e Mila ficaram espantados. Mas logo Zeca abriu as asas e riu: “Eu também quero brincar de chuva!”
O pato Zeca batia as patinhas no chão: TAP TAP TAP! E, de vez em quando, SPLASH na poça! Os três riam tanto que quase não conseguiam pular.
Então apareceu a tartaruga Rita, bem devagar, mas com um sorriso no rosto. “O que vocês estão aprontando?” perguntou Rita.
Leo respondeu: “Estamos a fazer de conta que somos a chuva! Tap, tap, tap!”
Rita piscou devagar. “Será que eu consigo ser chuva também?” Leo, Mila e Zeca olharam para Rita.
“Claro, Rita! Toda gente pode brincar!” disse Leo.
Rita ergueu a patinha e fez um tap... tap... tap... bem devagarinho. Os amigos bateram palmas e deram risadinhas. “Muito bem, Rita!” gritaram todos juntos.
Parte 3: Tap, Tap, Tap de Amizade
Agora estavam todos juntos: o raposinho Leo, a coelhinha Mila, o pato Zeca e a tartaruga Rita. Cada um fazia o seu tap, tap, tap de um jeito diferente. Leo fazia rápido, Mila pulava alto, Zeca batia as asas, e Rita fazia bem devagar.
De repente, Leo teve uma ideia engraçada. “Vamos imitar a chuva em todos os lugares!” Ele correu para debaixo de uma árvore e fez tap, tap, tap nas folhas. Mila pulou sobre um tronco e fez tap, tap, tap com as patinhas. Zeca dançou em círculos, batendo as asas e gritando “Tap, tap, tap!” E Rita, toda contente, fez tap, tap, tap numa pedrinha.
As risadas ecoavam pela floresta. Os passarinhos olharam e quiseram brincar também. Logo, havia um coro de tap, tap, tap por todo o lado!
No meio da brincadeira, Leo parou e olhou para seus amigos. Sentiu-se feliz. Era tão bom brincar junto! Ele partilhou sua ideia e todos entraram na dança da chuva. Cada um fazia seu tapinho especial. E ninguém ficou de fora.
O Sol voltou a brilhar e um arco-íris apareceu no céu. Os amigos sentaram-se na relva, ofegantes e felizes. Mila olhou para Leo e disse: “Gostei muito de brincar de chuva com vocês!”
Leo sorriu e respondeu: “Quando estamos juntos, até a chuva é divertida!”
Zeca abanou as asas, Rita bateu devagar as patinhas, e todos fizeram tap, tap, tap em ritmo alegre.
Assim, a floresta ficou cheia de sorrisos, tapinhas e muita amizade. E se escutarem com atenção, talvez ainda consigam ouvir o tap, tap, tap dos amigos a brincar… bem devagarinho, bem juntinhos, sempre partilhando alegria.