A capitã Rita era pirata do bem. Ela tinha um chapéu grande e um lenço azul. No mar calmo, o barco fazia “plim-plim” nas ondas.
“Prontos, tripulação?”, diz Rita.
“Sim!”, respondem o papagaio Pipo e o gato Miau.
No mapa havia um X. O vento fazia “fuuuu”. Rita olha, pensa e sorri. “Vamos lá. Pé firme. Olhos vivos.”
De repente, uma névoa baixinha chega. “Uuuh…”, faz o ar, bem baixinho. Pipo bate as asas: “Flap-flap!”
Miau mia: “Miau!”
Rita pega um sino pequeno. “Tlim-tlim! Assim a gente fica junto.” Ela conta: “Um, dois, três.” Todos perto.
No meio da névoa, um tronco boia. “Ploc!” Ele bate no casco.
Rita diz: “Calma. Eu sei.” Ela vira o leme devagar. “Vira, vira… hop!” O barco passa ao lado. “Ufa!”, diz Pipo.
A névoa vai embora. O sol aparece. “Brilh-brilh!”
Lá está a ilha. Areia macia. “Pof-pof” nos passos.
Eles acham um baú. “Toc-toc”, Rita bate. “Posso abrir?”, diz ela.
“Abre!”, respondem.
“Clic!” Abre. Dentro há conchas, moedas de chocolate e uma carta: “Tesouro é rir com amigos.”
Rita divide tudo. Pipo faz “cócó!”, Miau faz “ron-ron”. No barco, eles cantam baixinho e voltam no mar manso.
Moral: Com coragem e cabeça calma, a aventura fica doce quando a gente cuida do grupo.