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História sobre a igualdade de gêneros 11 a 12 anos Leitura 19 min.

Sabores e parafusos: coisa de gente

Lara e Tiago, alunos de uma escola, decidem juntar suas habilidades em consertos e culinária para a Semana das Oficinas, enfrentando comentários preconceituosos e aprendendo a valorizar suas paixões e talentos. Juntos, eles mostram que o aprendizado é para todos, independentemente de estereótipos de gênero.

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Há 2 personagens principais: - Lara: uma menina de 11 anos com cabelos castanhos e cacheados, vestindo uma camiseta azul com estampas de flores e uma calça jeans. Ela está em pé à esquerda, segurando uma chave inglesa em uma mão e um cartão com frases inspiradoras na outra. - Tiago: um menino de 11 anos com cabelos curtos e pretos, vestindo um avental de cozinha colorido e uma camiseta verde. Ele está à direita, sorrindo, segurando uma espátula e um prato de bolo de chocolate. O cenário principal é uma sala de aula iluminada, com paredes decoradas com desenhos de crianças, uma grande mesa de madeira no centro, coberta de utensílios de cozinha e materiais de artesanato. Janelas deixam a luz do sol entrar, iluminando os rostos alegres das crianças. A situação principal da história mostra Lara e Tiago compartilhando suas habilidades: Lara explica como usar ferramentas para consertar uma cadeira, enquanto Tiago mostra como preparar um bolo. As outras crianças os cercam, fascinadas, com expressões de admiração e entusiasmo, ilustrando a ideia de que todos podem aprender, independentemente de seu gênero. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1 — O cartaz da escola

Na segunda-feira de manhã, o corredor da escola cheirava a tinta de cartaz e cola branca. A professora Sônia colou um papel colorido no mural e chamou a turma.

— Pessoal, na próxima sexta teremos a Semana das Oficinas! Cada dupla vai preparar uma atividade para ensinar aos colegas alguma coisa que sabe fazer bem. Pode ser culinária, consertos, hortas, desenho, o que vocês quiserem. O objetivo é aprender uns com os outros.

Lara cutucou o braço de Tiago, que estava ao seu lado, ajustando os óculos.

— A gente podia fazer junto — sussurrou ela. — Eu sei mexer com ferramentas e circuitos simples, você manda muito bem na cozinha.

Tiago sorriu com uma ponta de orgulho.

— Minha avó me ensinou a fazer bolo de cenoura que fica fofinho. E você consertou o ventilador lá de casa no mês passado. Fechado!

Eles bateram as mãos num “toca aqui”. Mas, quando foram até a mesa para escrever a ideia no formulário, ouviram comentários atrás deles.

— Bolo? Ah, isso é coisa de menina — disse Bruno, dando de ombros. — Faz algo mais… sei lá… radical.

Bia, que estava do lado de Bruno, apontou para Lara.

— E ferramenta é coisa de menino, né? Minha mãe sempre fala para eu não mexer, posso me machucar.

Lara sentiu o rosto esquentar. Tiago apertou o lápis mais forte do que devia e a ponta quebrou.

A professora Sônia percebeu o clima e se aproximou.

— O que foi, pessoal?

Bruno deu um meio sorriso.

— É que… sei lá, professora. Cada um tem seu jeito, né? Tipo… cozinhar é mais de menina, conserto é mais de menino.

A professora ergueu as sobrancelhas, sem brigar, mas também sem passar por cima.

— Interessante vocês pensarem assim. Então, hoje a gente vai observar, e na sexta a gente vê quem aprende o quê. Combinado?

Lara e Tiago se olharam. Ele levantou o papel do formulário e, antes de qualquer outra frase, escreveu: “Oficina: Sabores e Parafusos — um pouco de cozinha e um pouco de conserto”.

— Vamos mostrar — disse Lara, baixinho.

— Vamos — respondeu Tiago, sentindo uma coragem quentinha, do tipo que vem junto com o cheiro de bolo no forno.

Capítulo 2 — Ferramentas e farinha

Na tarde seguinte, Lara recebeu Tiago na sua garagem, que era também o pequeno laboratório do pai dela. Caixas transparentes com parafusos, porcas e arruelas estavam alinhadas como soldados. No canto, uma bancada com uma lâmpada articulada, rolos de fita isolante e ferramentas.

— Uau — disse Tiago. — Parece a base secreta de um super-herói.

— Sem capa, por favor — riu Lara. — A gente começa por algo simples. Já abriu uma tomada?

— Só para limpar poeira — disse Tiago, meio hesitante.

— Beleza. Hoje não vamos mexer com eletricidade. Vamos consertar essa cadeira aqui, que vive bamba. — Ela balançou a cadeira, que rangia. — Tarefa: entender por que está solta e como resolver.

Tiago colocou a mão na estrutura e fez uma cara séria que imitava a do pai de Lara.

— Diagnóstico: parafuso cansado.

— Perfeito! — Lara entregou uma chave philips. — Você segura, eu giro, depois trocamos.

Eles se revezaram, ajeitaram a madeira, apertaram os quatro parafusos. No final, Lara se sentou na cadeira e balançou. Nada de ranger.

— Funcionou — disse Tiago, surpreso.

— Ferramenta não morde — disse Lara, piscando. — E agora é minha vez de aprender a sua super-habilidade.

No dia seguinte, foi a vez de Tiago ensinar. A cozinha da avó dele era um lugar mágico: panos de prato pendurados, potes de farinha e açúcar como pequenas montanhas, uma janela que deixava o sol entrar amarelo.

— Vamos fazer bolo de cenoura com calda de chocolate — anunciou Tiago. — Coisa simples, mas tem segredo.

A avó de Tiago apareceu com um avental florido.

— Olá, Lara! Fica à vontade. E aqui a gente não tem “coisa de menina” nem “coisa de menino”, tá? Aqui tem mão lavada e gente com vontade de aprender.

— Sim, dona Zuleide — disse Lara, prendendo o cabelo.

Tiago mostrou como quebrar os ovos com firmeza, sem deixar cair casca, e como medir as xícaras de farinha sem encher demais. Lara provou um pedacinho de cenoura crua e fez uma careta.

— Melhor no bolo — disse, rindo. — Parece doce mas não é tanto.

Quando foram ligar o liquidificador, o botão ficou meio preso. Lara olhou para o aparelho, de um jeito que Tiago reconheceu.

— Posso ver? — perguntou ela.

— Por favor.

Com cuidado, com o aparelho desligado da tomada, Lara desencaixou a tampa do botão, tirou uma poeirinha antiga e recolocou. Voltou a funcionar.

— Time perfeito — disse Tiago, ligando o liquidificador.

Eles trabalharam em silêncio confortável por alguns minutos, apenas o barulho da massa misturando, até que veio a hora da calda. Tiago levantou a panela, meio teatral.

— O segredo é mexer sem parar, até brilhar. Como confiança: mexe, mexe, que ela cresce.

— Poético — riu Lara. — Vai virar frase de pôster.

No fim, comeram as pontinhas do bolo ainda quente, com a calda escorrendo.

— Acho que entendi o seu segredo — disse Lara. — Paciência, jeito e atenção. Parece com conserto.

— E o seu segredo? — perguntou Tiago.

— Curiosidade, deixar o medo do lado de fora e perguntar. As mãos aprendem.

Capítulo 3 — O ensaio que quase desandou

Na quinta, eles combinaram de levar para a escola uma cadeira bamba emprestada da tia de Lara e os ingredientes do bolo. A ideia era mostrar, em turnos, como consertar a cadeira e como preparar a massa, com todo mundo participando. Pediram autorização para usar a cozinha experimental da escola, acompanhados pelo Seu Dário, o funcionário que sabia de tudo.

Antes do sinal, montaram a mesa com os ingredientes. Bruno passou, arrastando a mochila.

— Ainda vão fazer isso? — disse, surpreso. — A Lara na oficina de ferramentas eu até entendo… quer dizer, mais ou menos. Mas o Tiago vai cozinhar na frente de todo mundo? Sei não.

— A gente ensaiou — disse Tiago, tentando não se abalar.

— E se a cadeira quebrar? — provocou Bia.

— A gente descobre outra solução — respondeu Lara, dando de ombros. — Tecnologia é tentativa.

Seu Dário surgiu com o jeito calmo de sempre.

— Boa tarde, jovens. O forno já está pré-aquecendo. E a chave de fenda eu deixei na caixinha azul. Qualquer coisa, me chamem.

Começaram o ensaio. Na primeira tentativa, a massa do bolo ficou um pouco grossa. Tiago cerrou os dentes.

— Puxa, esqueci de peneirar a farinha.

— Sem pânico — disse Lara. — A gente ajusta, põe um pouquinho mais de leite.

Eles corrigiram. Na parte da cadeira, o parafuso mais velho espanou. A chave rodava e não pegava. Algumas risadinhas surgiram ao fundo da sala.

— Pronto, já era — sussurrou Bruno para Bia.

Lara inspirou fundo e colocou a mão na caixa de ferramentas.

— Plano B: buchinha de madeira. A gente coloca para preencher o buraco e o parafuso volta a agarrar.

Tiago observava com atenção, segurando as peças. Quando apertou de novo, o parafuso firmou como se nada tivesse acontecido.

— Ufa — disse ele, com um sorriso. — Desandar faz parte do ensaio, né?

— Faz — disse Lara. — E a gente mexe até brilhar.

— Essa eu falei!

— Agora é nossa.

Eles riram, e, de longe, a professora Sônia assistiu com um brilho satisfeito nos olhos.

Capítulo 4 — A frase na parede

Na volta para casa, passando pela praça do bairro, Tiago viu um muro pichado com letras tortas: “MENINO NÃO CHORA”.

Ele parou e ficou olhando. Lembrou-se de quando, no ano passado, o time dele perdeu a final do campeonato de futsal e ele engoliu o choro para não ser zoado. Lembrou-se do dia em que queimou um bolo e achou que nunca mais ia acertar. No fundo, chorou escondido no banheiro.

— Que bobagem, né? — disse Lara, olhando a frase. — A gente chora porque é gente.

— Eu sei. Mas às vezes parece que se eu choro, eu… — Ele procurou a palavra. — Desaponto alguém.

— Eu já te vi ajudar seu irmão a fazer lição de casa. Já te vi admitir que errou de ingrediente e fazer outro bolo. Isso é coragem. Chorando ou não, você continua sendo você.

Tiago respirou melhor.

— Obrigado. E você? Todo mundo falando que ferramenta é perigoso, “coisa de menino”… não te desanima?

— Às vezes me dá raiva. Mas eu penso que a ferramenta é só um objeto. O que importa é como a gente usa. E eu gosto de aprender a usar. Só isso.

Eles decidiram fazer cartões para a oficina, com frases que conversavam com aquelas do muro. Passaram a noite recortando cartolinas e escrevendo com canetas coloridas:

“Talento não tem rótulo.”

“Aprender é coisa de gente.”

“Errar faz parte do caminho.”

“Ferramenta é só ferramenta; cozinha é só cozinha. Quem dá sentido é você.”

A avó Zuleide leu os cartões e bateu palmas.

— Vai ter oficina e vai ter reflexão. Que dupla.

Capítulo 5 — Sexta de Sabores e Parafusos

Chegou o grande dia. A sala estava animada. As outras duplas também prepararam suas oficinas: hortinha de garrafa pet, origami, desenho de retrato, primeiros socorros com a enfermeira da escola. A mesa de Tiago e Lara tinha um canto de cozinha, com aventais e toucas, e um canto de conserto, com luvas e óculos de proteção. Os cartões com frases estavam colados na parede, cercados de desenhos feitos por Lara: um parafuso sorrindo, um bolo de cenoura com capa de super-herói (sem capa, claro).

A professora Sônia bateu palmas.

— Pessoal, cada um escolhe por onde começar. Lembrem-se: hoje a gente aprende. E quem se arriscar em algo novo ganha ponto extra no coração.

As primeiras a chegar foram a Bia e uma colega, Nanda.

— Posso mexer na furadeira? — perguntou Nanda, tímida.

— Podemos começar com a chave de fenda e depois a gente vai pra furadeira, combinado? — disse Lara. — Segurança primeiro.

No outro lado, Bruno fingia que só passava ali, mas olhava fixo para a tigela de massa com brilho de chocolate. Tiago ergueu um avental.

— Vai um avental aqui?

— Ah, eu… — Bruno coçou a cabeça. — Só pra ver.

— Ver com a mão — disse Tiago, sorrindo. — Lava ali, põe a touca, vem.

Em pouco tempo, a oficina estava cheia. Lara mostrava a cada um como olhar para a cadeira, escutar o som do rangido, identificar de onde vinha o problema. Ela se surpreendeu com Bia: mãos firmes, olho afiado.

— Você tem jeito, sabia? — disse Lara.

Bia abriu um sorriso tímido.

— Nunca me deixaram tentar.

Em frente ao fogão, Tiago ensinava a mexer a calda até brilhar. Bruno mexia com concentração, a língua um pouquinho de fora, como se desenhasse no ar.

— Eu… eu até gosto disso — confessou, baixinho. — Minha mãe faz brigadeiro, mas nunca me chamou pra mexer.

— Agora você sabe — disse Tiago. — Se quiser, leva a receita.

No meio do movimento, houve um minicomeço de caos: a massa de bolo de uma das turmas vizinhas ficou líquida demais e ameaça pingar. Lara correu e colocou uma assadeira por baixo, improvisando um apoio.

— Tudo tem conserto — disse, rindo. — Menos coração dos outros. Esse a gente cuida com jeito.

Outra confusão: um parafuso caiu no chão e rolou para debaixo de um armário. Bruno, sem pensar, se abaixou e pegou com uma régua.

— Reflexos — disse ele, vitorioso. — E um pouco de sorte.

— A gente chama de trabalho em equipe — disse Tiago, dando um toque de mão.

A certa altura, um aluno do oitavo ano passou e soltou:

— Engraçado ver o Tiago de avental. Isso é coisa de menina!

A sala ficou meio em silêncio. Tiago sentiu um nó no estômago, mas antes que o nó apertasse, Lara ergueu um dos cartões e disse, com voz calma:

— Aqui a gente tem uma regra. Quando aparece a frase “isso é coisa de menina” ou “isso é coisa de menino”, a gente troca por “isso é coisa de quem quer aprender”. Serve?

Alguns riram, outros assentiram. O aluno do oitavo riu de nervoso.

— Tá bom, tá bom. Coisa de quem quer aprender. Posso provar esse bolo “de quem quer aprender”?

— Pode — disse Tiago, aliviado. — E pode apertar esse parafuso “de quem quer aprender” depois.

A professora Sônia apareceu, com o olhar atento e orgulhoso.

— Estou vendo coragem, cooperação e bolo bem feito. Parabéns, dupla.

No final da manhã, a sala estava com cheiro de chocolate e madeira polida. A cadeira não rangia mais. O cartaz na parede, antes colorido, agora tinha pequenos bilhetinhos colados pelos colegas:

“Hoje eu mexi em ferramenta pela primeira vez.”

“Meu bolo ficou torto, mas ficou gostoso.”

“Descobri que gosto de aprender com gente diferente de mim.”

“Errar não doeu.”

Capítulo 6 — Coisa de gente

No último tempo, a turma se reuniu na sala, cada dupla contando um pouco sobre o que viveu. Bruno levantou a mão, coisa rara.

— Eu falei besteira no começo. Disse que culinária era coisa de menina. Mas hoje eu descobri que é coisa de gente que tem paciência e gosto. E… eu gostei.

Bia completou:

— E eu mexi em ferramenta sem destruir nada. Minha mãe vai ficar surpresa. Acho que dá para aprender um monte de coisa que eu nem tentei ainda.

A professora Sônia sorriu.

— É isso que a gente queria ver. Não é sobre rótulos, é sobre talentos. E talento é como massa no forno e parafuso no lugar: precisa de cuidado, precisa de tempo. Parabéns a todos.

Quando o sinal final tocou, Tiago e Lara guardaram as coisas. No corredor, o papel do mural com as atividades da semana tinha um espaço vazio. Tiago puxou da mochila um marcador e escreveu uma frase grande, conversando com todas as outras:

“Coisa de menino? Coisa de menina? Coisa de gente.”

Lara desenhou do lado um coração com duas chaves cruzadas feito símbolo de time.

— Sabe — disse Tiago, olhando o mural —, dá um medo ser o primeiro a dizer que gosta de algo que todo mundo acha que não é “da sua turma”.

— Eu também sinto — respondeu Lara. — Mas hoje eu ouvi seu “vai dar certo” e a voz ficou mais forte do que o medo.

Eles andaram até o portão. O sol da tarde desenhava sombras longas na calçada, como se as pessoas virassem gigantes de passagem. No muro da praça, alguém tinha colado um novo cartaz por cima da frase antiga. Em letras coloridas, estava escrito: “Chorar é normal. Sentir é coisa de gente”.

Tiago sorriu de lado.

— Acho que a cidade está aprendendo com a nossa escola.

— E a gente está aprendendo com ela — disse Lara. — Vamos levar um pedaço de bolo para a zeladora?

— Vamos. E para o Seu Dário. E para a minha avó. E… para o Bruno, vai que ele precisa praticar a calda.

— E para a Bia, que aparafusou como ninguém.

Saíram dividindo o bolo, rindo dos erros do ensaio que viraram histórias boas. O vento morno bagunçava o cabelo de Lara e Tiago ajeitava o avental dentro da mochila.

Na esquina, a avó Zuleide os esperava, apoiada no portão, com olhos orgulhosos.

— E então?

— Deu certo — disse Tiago.

— E a cadeira não rangeu — completou Lara.

— Sabem o que eu vi? — disse a avó. — Vi gente. Gente que tenta, que erra, que acerta. Gente que aprende.

Tiago e Lara se entreolharam, cúmplices. Não era preciso dizer muito mais. Eles tinham aprendido uma coisa simples, que cabia no bolso junto com um parafuso sobressalente ou uma receita anotada num guardanapo: o mundo fica mais justo quando cada um pode gostar do que gosta e fazer o que faz com gosto. E fica mais leve quando a gente apoia o outro para tentar.

Naquela noite, antes de dormir, Tiago colou um bilhete no espelho do quarto: “Confiança cresce quando a gente mexe nela”. Lara, no caderno de projetos, escreveu em letras firmes: “Curiosidade é chave”.

E, enquanto a cidade quieta respirava, dois pré-adolescentes descansavam com a certeza de que, no dia seguinte, haveria mais coisas “de gente” para descobrir.

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Aventais
Roupas que se usam por cima de outras para proteger durante o trabalho na cozinha ou em atividades que podem sujar.
Ferramentas
Objetos que usamos para consertar ou criar coisas, como chaves, martelos, e serrotes.
Parafuso
Pequena peça metálica que serve para unir ou fixar duas partes, usando uma chave.
Experiência
Conhecimento adquirido por meio de prática ou vivências.
Cobertura
Camada que se coloca por cima de um alimento, como o chocolate que vai por cima do bolo.
Confeccionar
Fazer ou produzir algo, especialmente em relação a roupas ou alimentos.
Desapontar
Causar tristeza ou decepção em alguém, quando as expectativas não são atendidas.

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