Ursinho Léo acorda com o sol.
Ele espreguiça as patinhas.
Ele sorri.
"Bom dia, sol", diz Léo.
Léo faz xixi.
Léo escova os dentes.
Léo veste a mochila.
Léo pega o lanchinho.
A casa fica perto da escola.
Léo caminha devagar.
Ele canta uma musiquinha.
Ele olha o relógio da casa.
O ponteiro está perto das flores.
Na escola, a porta está aberta.
A professora é a Coruja Sábia.
A coruja sorri com os olhos grandes.
"Bom dia, turma", ela diz.
"Bom dia, Coruja", todos respondem.
Léo chega justo na hora.
A professora bate palmas.
"Que bom ver você na hora, Léo", ela diz.
Léo sente o peito quente.
Ele fica feliz e calmo.
Na sala há mesas pequenas.
Há desenhos nas paredes.
Há uma caixa com lápis coloridos.
Há um quadro com um relógio.
A Coruja Sábia diz o plano do dia.
"Hoje vamos desenhar e aprender a esperar", ela fala.
"Esperar com calma é respeitar os amigos", ela explica.
Léo ouve com atenção.
A atividade começa.
As amigas de Léo chegam.
A Rena Rita traz uma fita.
O Coelho Nico traz um livro.
A Tartaruga Tita vem devagar.
"Vamos começar agora", diz Coruja.
"Quem está na mesa azul pode começar", ela diz.
Léo está na mesa azul.
Léo pega um lápis.
Ele desenha o céu.
Ele desenha uma escola pequena.
Ele desenha seu relógio feliz.
Nico precisa de ajuda.
Seu lápis quebrou.
Léo olha.
Léo empresta o lápis.
"Obrigadinho", diz Nico.
"De nada", responde Léo.
A professora sorri.
"Ver vocês ajudando é bonito", ela diz.
"Ajuda é respeito", diz a coruja.
Na roda da história, todos se sentam.
A coruja pega um livro.
"Hoje a história fala de pontualidade", ela anuncia.
"Pontualidade é chegar na hora", explica a coruja.
"Chegar na hora é ser gentil com os outros", ela diz.
Léo pensa no relógio de casa.
Ele lembra de escovar os dentes.
Ele lembra de arrumar a mochila.
Ele lembra que chegar na hora é fácil e bom.
Depois da história, é hora do lanche.
Todos lavam as patinhas.
Léo canta uma musiquinha da água.
"Água, limpa, água, bom", ele canta.
Na fila do lanche, a Tita é lenta.
Ela tenta abrir a tampa do iogurte.
Léo espera.
Ele segura a mão da Tita.
"Toma", ele ajuda a abrir.
Tita sorri devagar.
"Obrigada", ela diz.
"De nada", responde Léo.
No recreio, eles brincam de roda.
A Rena pede para começar a cantar.
Todos pegam as mãos.
Eles giram devagar.
Rir é fácil.
A professora chama: "Hora de voltar!"
Léo olha o relógio da parede.
Ele vai com os amigos.
Na sala, começam um jogo de som.
A coruja faz sinais suaves.
"Agora vamos aprender a ouvir", diz ela.
"Ouvir é respeitar", a coruja explica.
Léo fecha os olhos.
Ele escuta o som da flauta.
Ele escuta o vento na janela.
Ele escuta a respiração dos amigos.
A atividade termina com um desenho coletivo.
Cada um desenha um pedaço.
Léo desenha uma árvore.
Rita desenha uma flor.
Nico desenha um sol.
Tita desenha a água do rio.
No fim do dia, a coruja reúne a turma.
"Quem chegou na hora hoje?", ela pergunta.
Muitos levantam a patinha.
A coruja aponta a Léo.
"Você chegou na hora e ajudou a amiga", ela diz.
Léo fica vermelho de alegria.
A professora dá um selo azul a cada um.
"Este selo é por respeito", ela fala.
Léo segura o selo com cuidado.
Ele sente que fez algo bom.
A saída é tranquila.
As famílias estão na porta.
Léo pega a mão de sua amiga Rena.
"Até amanhã", eles dizem.
"Até amanhã", responde Coruja.
No caminho para casa, o sol fica mais baixo.
Léo conta as nuvens.
Ele conta o passo dos pés.
Ele pensa no dia.
Em casa, Léo coloca a mochila no cantinho.
Ele lava as mãozinhas.
Ele mostra o selo azul.
"Mamãe Coruja!" ele diz.
A mamãe sorri e abraça.
"Você chegou na hora hoje?", pergunta a mãe.
"Sim", diz Léo.
"Eu ajudei a Tita e ouvi a história", ele conta.
A mamãe coloca Léo na cama.
Ela coloca o cobertor macio.
"Estou orgulhosa de você", ela sussurra.
Léo fecha os olhos devagar.
Ele pensa no relógio feliz.
Ele pensa nos amigos.
Antes de dormir, Léo repete baixinho:
"Chegar na hora é mostrar amor."
Ele respira.
Ele sorri.
Ele dorme tranquilo.