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História de Halloween 7 a 8 anos Leitura 7 min.

O mistério do saco das guloseimas no jardim encantado

Lilo, uma pequena abóbora, reúne os amigos para procurar um saco de guloseimas perdido no jardim e enfrentar pequenas aventuras enquanto tentam etiquetá‑lo antes da festa de Halloween.

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Lilo, uma pequena abóbora antropomórfica sorridente com bochechas laranja, segura um saco amarelo e escreve uma etiqueta com pena, usando um chapéu cônico listrado; à esquerda, Paupinha, um ratinho dançarino fantasiado de pirata com tapa-olho e jaqueta remendada, aponta e ri do saco; à direita, Rita, uma rã verde fantasiada de fantasma com capa branca, agacha-se junto às flores acariciando uma flor; atrás, sobre um toco baixo, Tico, um esquilo castanho de cauda longa em traje de pequeno mago, acena uma varinha da qual caem folhas douradas; o jardim de outono tem flores silvestres, um tronco oco, folhas secas vermelhas e amarelas no chão e lanternas penduradas que emanam luz quente sob um céu crepuscular violeta; cena centrada no grupo que encontrou o saco de doces e decora a etiqueta, clima alegre, íntimo e colorido; estilo: tinta colorida, traços nítidos, texturas aquarela e cores outonais saturadas. reportar um problema com esta imagem

Capítulo 1: O Mistério do Saco Esquecido

No fundo do jardim da Dona Margarida, onde as folhas já estavam douradas e o vento brincava de assobiar, vivia uma pequena abóbora chamada Lilo. Lilo não era uma abóbora comum: tinha olhos brilhantes como estrelas e um sorriso que iluminava até as noites mais escuras. Todos os anos, na noite de Halloween, Lilo adorava vestir o seu chapéu cónico e sair em busca de aventuras com os seus amigos.

Naquela manhã, Lilo acordou com uma missão importante. Dona Coruja, a mais sábia da árvore grande, tinha pedido ajuda: “Lilo, precisamos de etiquetar o saco das guloseimas para a festa de Halloween. Só assim cada um terá os seus doces e as surpresas certas!”

Lilo saltou do seu cantinho, animada. “Que emoção! Vou escolher a etiqueta mais bonita do mundo!” Mas, quando procurou o saco, não o encontrou. Olhou para a esquerda, para a direita, até espreitou debaixo da pedra redonda onde o Grilo dormia. Nada.

O vento trouxe um sussurro: “Talvez o saco esteja escondido para tornar tudo mais divertido.” Lilo riu-se sozinha. “Ora, mistério no Halloween é muito mais engraçado!”

Assim começou a aventura de Lilo para encontrar e etiquetar o saco. Mas, como sempre, nada seria tão simples quanto parecia…

Capítulo 2: Os Disfarces dos Amigos

Lilo decidiu pedir ajuda aos amigos. Primeiro, foi até à casa de Paupinha, o rato dançarino, que naquela noite estava vestido de pirata. Paupinha saltava para cá e para lá, com um tapa-olho feito de folha seca.

“Olá, Lilo! Vieste dançar comigo?” perguntou Paupinha, fazendo uma vénia engraçada.

“Hoje não posso dançar, Paupinha. Preciso de encontrar o saco das guloseimas e pôr-lhe uma etiqueta bonita. Queres ajudar-me?”

“Claro que sim! A aventura é o meu segundo nome!” respondeu Paupinha, rodopiando.

Juntos, foram até ao lago, onde encontraram Rita, a rã, que usava uma capa de fantasma muito engraçada. “Buuh!”, gritou Rita, tentando assustar, mas Lilo e Paupinha desataram a rir.

“Rita, precisamos de ti para procurar o saco perdido e etiquetá-lo para a festa!”

Rita saltou para o grupo, entusiasmada. “Que tal procurarmos junto ao canteiro das flores? Ouvi dizer que ali há muitos segredos…” Assim, os três amigos seguiram saltitando e rindo, cada um com o seu disfarce especial.

Ao passarem pelo velho tronco, encontraram Tico, o esquilo, com uma fantasia de feiticeiro e uma varinha feita de galho. Tico ouviu o plano e quis logo ajudar: “Vou lançar um feitiço para encontrar o saco!”

Tico rodou a varinha, mas só saíram folhas e risos. “Se calhar, a magia precisa de mais amigos”, disse Lilo, piscando o olho.

Agora, a equipa estava completa: abóbora, rato, rã e esquilo. Prontos para desvendar o mistério do saco desaparecido.

Capítulo 3: Aventuras no Jardim Misterioso

O jardim parecia diferente naquela tarde. As sombras dançavam ao som do vento e as folhas secas faziam caminhos secretos. Cada canto parecia esconder uma surpresa.

“Vamos dividir-nos para procurar melhor”, sugeriu Rita. “Eu fico junto ao lago, Paupinha procura perto das pedras, Tico sobe à árvore e Lilo vai até ao canteiro das abelhas.

Todos concordaram. Enquanto procuravam, contavam pequenas histórias assustadoras, mas sempre acabavam a rir.

Paupinha encontrou um caracol a dormir dentro de uma meia velha. “Olha, Lilo! Será que o saco se escondeu aqui?” Mas não, era só o senhor Caracol a descansar.

Tico, lá de cima, avistou algo brilhante perto do canteiro das abelhas. “Lilo, vejo qualquer coisa a brilhar! Vem cá depressa!”

Lilo correu, saltando folhas e galhos, e Rita veio logo atrás. Quando chegaram, viram algo amarelo a espreitar entre as flores. Era o saco! Mas havia mais: no saco estava presa uma etiqueta branca, sem nada escrito.

“Conseguimos!” gritou Lilo, feliz. Todos bateram palmas e fizeram uma pequena dança no meio das flores, enquanto as abelhas curiosas rodopiavam ao redor, rindo do entusiasmo.

Capítulo 4: Etiquetas e Guloseimas

Agora que tinham o saco, só faltava escrever a etiqueta. “Mas o que devemos escrever?” perguntou Paupinha, coçando a cabeça.

“Que tal ‘Para os Melhores Amigos do Jardim'?” sugeriu Rita, orgulhosa.

“Ótima ideia!”, exclamou Lilo, já a preparar uma caneta feita de pena. Cada um ajudou a decorar a etiqueta: Paupinha desenhou uma caveira sorridente, Rita pintou um fantasma muito simpático e Tico fez pequenas estrelas.

Lilo escreveu com letra caprichada: “Saco das Guloseimas — Para os Melhores Amigos do Jardim”.

Quando terminaram, deram as mãos (ou patas, ou folhas) e ficaram a admirar o trabalho. O saco parecia mágico, com todas as cores da amizade.

De repente, ouviram passos leves. Era Dona Coruja, que vinha ver como iam os preparativos.

“Que bela etiqueta! Estou muito orgulhosa de vocês”, disse Dona Coruja. “Agora, podem distribuir as guloseimas e as surpresas pela festa. Mas lembrem-se: o mais importante é partilhar e divertir-se juntos!”

Os amigos sorriram, felizes. Cada um pegou numa guloseima e deixaram as outras para partilhar com quem não pôde vir. Era uma festa de Halloween cheia de alegria, gargalhadas e doces para todos.

Capítulo 5: O Chapeleiro Misterioso

Quando a noite caiu e o céu ficou cheio de estrelas, Lilo sentou-se debaixo da árvore grande com os amigos à volta. Todos tinham máscaras, capas, chapéus e sorrisos.

Rita lançou um desafio: “Vamos ver quem consegue equilibrar o chapéu mais tempo na cabeça!” Paupinha pôs o seu tapa-olho em cima do nariz, Tico fez malabarismos com a varinha e Lilo, claro, colocou o seu chapéu cónico brilhante.

O vento soprou suave, fazendo cócegas nas folhas. Lilo sentiu-se feliz e orgulhosa. Tinha cumprido a missão: o saco estava etiquetado e todos estavam juntos, a celebrar a amizade.

Antes de ir dormir, Lilo tirou o chapéu cónico com cuidado e arrumou-o no seu cantinho especial, ao lado das folhas douradas. “Até para o ano, chapéu mágico”, sussurrou.

Os amigos despediram-se com abraços e promessas de novas aventuras. O jardim adormeceu cheio de histórias doces, com risos a ecoar debaixo da lua prateada.

E assim, a noite de Halloween terminou com corações quentes, guloseimas partilhadas e um chapéu cónico guardado à espera da próxima festa.

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Abóbora
Fruta redonda e alaranjada que às vezes é usada em festas e decorações.
Cónico
Que tem forma de cone, como um chapéu que fica estreito no topo.
Guloseimas
Doces e pequenos petiscos que se comem como recompensa ou festa.
Etiquetar
Colocar uma etiqueta com nome ou informação num objeto para saber quem é.
Mistério
Algo desconhecido que causa curiosidade e pede para ser descoberto.
Tronco
A parte grossa e dura de uma árvore onde os ramos crescem.
Canteiro
Lugar no jardim onde se plantam flores ou legumes.
Abelhas
Insetos que fazem mel e vivem em colmeias, voando de flor em flor.
Varinha
Um pequeno pedaço de madeira usado em histórias para fazer magias.
Feitiço
Uma ação ou palavra mágica nas histórias que muda algo com encantamento.

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