A Lili, a coelhinha, acorda com o sol quentinho. No ar, cheira a relva molhada. “Bom dia!”, diz ela baixinho. Perto do lago, faz “plim-plim” uma rã a saltar.
Lili vai passear pelo caminho de terra. Ela vê uma folha, uma pinha e… uma casca de banana no chão. “Oh!”, diz Lili. Ela olha em volta. Um esquilo pequeno vem a correr. “Toc-toc, posso ajudar?”, responde ele.
Eles chamam a Tita, a tartaruga, que traz uma caixa de papel. “Aqui é para papel”, diz Tita. O esquilo traz outra caixa. “Aqui é para cascas”, diz ele. Lili pega na casca com cuidado. “Plof!”, ela põe a casca na caixa certa.
Depois, Lili encontra uma garrafa vazia. Ela abana as orelhas. “Vamos pôr no lugar”, diz. Eles levam a garrafa até um cesto azul. “Cli-clac”, a garrafa entra.
O caminho fica limpo. As flores parecem mais brilhantes. O vento faz “fuu-fuu” nas folhas. A rã canta “croac-croac”, feliz.
À tardinha, os três sentam na relva. Lili bebe água e sorri. “A nossa casa é a floresta”, diz ela. “E a floresta gosta de carinho.”
Moral: Um gesto pequeno e gentil, como pôr cada coisa no seu lugar, ajuda a natureza a ficar limpa e feliz.