Num aeroporto muito calmo, o piloto João acordou cedo, com um grande sorriso no rosto. Ele adorava voar. João vestiu o seu uniforme azul, colocou o chapéu e olhou-se no espelho. “Hoje será um dia bonito”, disse ele baixinho.
No pequeno aeroporto, os aviões dormiam tranquilos. João caminhou devagar até o seu avião. Ele fez festinha no nariz do avião e falou: “Bom dia, amigo. Pronto para voar?”. O avião parecia sorrir.
João tirou do bolso um papel dobrado. Era o plano de voo. Ele abriu bem devagar, como se fosse um mapa do tesouro. “Vamos seguir este caminho”, explicou, apontando as linhas coloridas do papel. “Primeiro, subimos devagar. Depois, voamos alto, lá em cima, acima das nuvens branquinhas. Depois, descemos devagar para pousar em segurança. Tudo com muito cuidado.”
Os ajudantes do aeroporto chegaram. Eles usavam coletes amarelos. João acenou e disse: “Vamos trabalhar juntos. Todos têm uma tarefa.” O ajudante Pedro verificou as rodas. A ajudante Sofia olhou as asas. João conferiu o combustível. Eles riram e trabalharam juntos.
João subiu na escada e entrou na cabine do avião. Lá dentro, tudo brilhava. Havia muitos botões coloridos e luzinhas piscando. João sentou-se e disse: “Antes de voar, precisamos esperar o sinal verde.” Ele olhou para o rádio. Uma voz amiga falou: “João, está tudo pronto. Pode começar.”
Com muita calma, João colocou o cinto de segurança. Ele falou: “Segurança sempre vem primeiro.” Ele apertou um botão e as luzes acenderam. O avião fez um barulhinho feliz. “Estamos prontos para rodar até a pista”, disse João.
O avião andou devagar, como um grande passarinho. João olhou para fora e viu crianças acenando atrás da cerca. Ele sorriu e acenou com a mão.
Quando o avião chegou à pista, João olhou de novo para o plano de voo. “Tudo certo. Agora vamos voar.” Ele puxou a alavanca devagar e o avião começou a correr, correr, correr... E, de repente, subiu no céu azul!
Lá em cima, João viu nuvens fofinhas como algodão. O sol brilhava. Ele falou para o avião: “Que bonito, não é? Voar é seguro quando seguimos as regras.” Ele apontou para o cinto. “Cinto apertado, tudo tranquilo.”
O rádio fez “cric-cric”. Era outro piloto: “Oi, João! O céu está calmo?” João respondeu: “Tudo está bem. Voar é ainda melhor com amigos por perto.” Eles riram juntos.
João olhou de novo para o plano de voo. “Estamos no caminho certo. Logo vamos pousar.” Ele girou o volante devagar, guiando o avião com muito cuidado.
Lá embaixo, as casinhas pareciam brinquedos. Os campos eram tapetes verdes. João ficou maravilhado. “O mundo é lindo visto daqui de cima.”
O avião começou a descer, devagarinho. João avisou: “Vamos pousar. Devagar e com muita atenção.” Ele lembrou-se das palavras do seu professor: “Piloto sempre respeita as regras e cuida de todos.”
As rodas tocaram o chão bem suavemente. João sorriu. “Pousamos! Tudo correu bem porque trabalhamos juntos.”
O avião parou. João desligou os botões, tirou o cinto e agradeceu ao avião: “Muito obrigado, amigo. Voamos com cuidado, como sempre.”
Lá fora, as pessoas esperavam. João abriu a porta e desceu a escada. Ele olhou para o céu e pensou nos meninos e meninas que sonham em voar. Fechou os olhos e fez um desejo silencioso: “Que todas as crianças que sonham em ser pilotos possam voar alto, sempre com alegria e segurança.”
João sorriu para o avião, para os ajudantes e para as crianças. Sentiu-se feliz, com o coração tranquilo. O dia de voo terminou com calma e esperança.
E assim, João e o seu avião descansaram, prontos para mais um dia cheio de sonhos e aventuras no céu.