Na cidade há luz. Há prédios, ruas e um parque. João é um jovem com capa. João é um herói. Ele é calmo. Ele é bom. Ele tem um poder engraçado. Ele faz bolhas que falam.
Uma manhã, o ônibus para. As pessoas olham. João chega devagar. Ele sorri. "Oi", diz ele. Ele sopra uma bolha. A bolha diz "siga". A bolha empurra o ônibus. O ônibus anda de novo. As pessoas riem.
No café, o pão pula. Pão pula! João corre. Ele lança uma bolha. A bolha fala com o pão. O pão para. "Obrigado", diz o pão. O padeiro bate palmas. Todos comem.
No parque, um gato sobe no telhado do balanço. O gato mia alto. Crianças olham. João sobe em uma escada. Ele conta até três. Ele solta uma bolha bem grande. A bolha envolve o gato. O gato boceja e desce. Ele cai macio no joelho de uma criança. A criança sorri. O gato ronrona.
De repente, a chuva começa. Não é chuva ruim. É chuva de meias! Meias caem do céu. Meias de cor. Meias de bolinha. As pessoas pegam meias. "Uau!", dizem elas. João pula. Ele pula alto. Ele segura as meias com sua capa. Ele faz uma dança. A cidade ri. Um cão pega uma meia e corre. O cão para. Ele brinca com a meia. A dona do cão ri.
À tarde, o semáforo pisca. Tem um pombo que escreve bilhetes. O pombo pensa ser poeta. João lê. Ele ri. Ele faz uma bolha que conta piada. O pombo ri e voa para o céu com um chapéu. O chapéu vira um guarda-chuva. Tudo se ajeita.
No fim do dia, a cidade está calma. As luzes brilham. João senta no banco. Ele tira a capa. Ele come um biscoito. Uma bolha vem e diz "boa noite". João sorri e fecha os olhos.
Moral: Um gesto simples e uma risada podem deixar o dia leve e feliz.