Capítulo 1: O Super-Homem-Miojo em Ação
No bairro mais colorido da cidade, morava um super-herói muito especial. Ele não usava capa vermelha nem voava. O nome dele era Super-Homem-Miojo, porque seu cabelo era igualzinho a um monte de miojo amarelo! Ele era engraçado, muito brincalhão e adorava ajudar todo mundo.
Certa manhã, Super-Homem-Miojo escutou um barulho esquisito vindo da praça. “Blim, blom, blim, blom!” Parecia uma orquestra de panelas! Ele saiu correndo, com seu cabelo balançando, e gritou:
— Quem está fazendo esse barulho todo?
Quando chegou lá, viu o vilão mais desastrado do mundo: Doutor Desastrildo. Ele usava uma capa azul cheia de manchas de molho de tomate e estava tentando construir uma máquina de fazer gelatina gigante.
Doutor Desastrildo não conseguia apertar o botão certo. A máquina tremia, pulava e jogava gelatina para todos os lados. “Blim, blom, brrrruuum!” Uma gelatina verde grudou no nariz do Super-Homem-Miojo.
— Ai, que meleca! — riu o super-herói, limpando o nariz. — Doutor Desastrildo, o que você está tentando fazer?
— Eu... eu quero cobrir a cidade inteira de gelatina! Mas minha máquina só faz bagunça! — choramingou o vilão, escorregando num pedaço de gelatina.
Super-Homem-Miojo não conseguiu parar de rir. Era impossível ficar bravo com Doutor Desastrildo.
Capítulo 2: Os Super-Heróis Malucos Aparecem
Enquanto Super-Homem-Miojo tentava ajudar o vilão a se levantar, outros super-heróis apareceram. Primeiro veio Dona Fofinha, a heroína que tinha travesseiros mágicos. Ela pulava de travesseiro em travesseiro e caía sempre de bunda no chão.
— Precisa de ajuda, Super-Miojo? — perguntou Dona Fofinha, rindo.
— Sim! O Doutor Desastrildo está tentando cobrir a praça de gelatina, mas tudo o que ele faz é cair e escorregar!
Logo depois, chegou o Capitão Pum, o super-herói mais cheiroso do bairro. Ele soltava pum de glitter, que brilhava no ar.
— O que está acontecendo aqui? — perguntou ele, voando devagar e deixando um rastro brilhante.
Doutor Desastrildo olhou para eles e balançou os braços:
— Ninguém vai impedir meu plano! — gritou ele, mas escorregou de novo e caiu de bunda na gelatina.
Todos começaram a rir. Até o vilão não aguentou e deu uma gargalhada.
— Acho que preciso de uma super ajudinha para fazer minha máquina funcionar! — disse ele, coçando a cabeça.
— Podemos ajudar, mas só se você prometer não cobrir ninguém com gelatina, combinado? — falou Super-Homem-Miojo.
Doutor Desastrildo pensou, pensou e, por fim, aceitou. Ele queria mesmo era brincar com a máquina, não fazer mal.
Capítulo 3: A Máquina da Gelatina Maluca
Com todos juntos, começaram a consertar a máquina. Dona Fofinha usou seus travesseiros para amaciar as engrenagens. Capitão Pum soprou glitter nos botões para não emperrar. Super-Homem-Miojo leu o manual de cabeça para baixo, só para ser engraçado.
— Agora vai! — gritou Doutor Desastrildo, apertando o botão vermelho.
A máquina fez “PLOFT!” e saiu gelatina azul em forma de estrelas! Todos gritaram “Uauuu!” e dançaram no chão escorregadio.
De repente, um pato apareceu, escorregando e gritando “Quá, quá, quá!” O pato caiu de barriga na gelatina e ficou com uma estrela colada no bico. Todo mundo riu ainda mais.
— Atenção! — disse Super-Homem-Miojo. — Vamos transformar esse monte de gelatina numa festa!
Ele colocou gelatina nas mãos e fez bolas coloridas. Dona Fofinha jogou travesseiros para o alto, e Capitão Pum soltou puns de glitter que deixaram tudo brilhando.
Doutor Desastrildo, agora feliz, pulava na gelatina, batendo palmas.
— Essa é uma festa de super-heróis, super besta e super divertida! — gritou ele.
— Eu adoro festas pegajosas! — respondeu Dona Fofinha.
Capítulo 4: Uma Solução Criativa e Muito Riso
No meio da alegria, a máquina começou a fazer “Plic, ploc, ploc”, e gelatina caía do céu como chuva. Todos pegaram guarda-chuvas coloridos e brincaram de pular nas poças de gelatina.
Super-Homem-Miojo teve uma ideia genial:
— Vamos construir um castelo de gelatina para todos os amigos?
— Sim! — gritaram todos juntos.
Cada um ajudou de um jeito engraçado. Dona Fofinha fazia torres macias com seus travesseiros. Capitão Pum soprava glitter nas paredes, deixando tudo reluzente. Super-Homem-Miojo usava seu cabelo de miojo para fazer decorações engraçadas.
Doutor Desastrildo tentava ajudar, mas sempre caía sentado. Mesmo assim, ele ria, e todo mundo ria junto.
Quando o castelo ficou pronto, todos entraram para comer gelatina e brincar de esconde-esconde. O pato também entrou e se escondeu dentro de uma gelatina roxa!
No final do dia, Super-Homem-Miojo olhou para seus amigos e disse:
— Foi o dia mais engraçado de todos! Vocês são os melhores super-heróis do mundo!
— E você é o super-herói mais miojo e divertido de todos! — respondeu Dona Fofinha.
A festa terminou com todos pulando, rindo e brincando, cobertos de gelatina colorida e glitter.
E ali, no meio daquela bagunça deliciosa, ninguém queria ser vilão. Todo mundo só queria continuar rindo junto, pulando, escorregando e sonhando com mais aventuras maluquinhas.
Fim.