Era uma vez, numa noite de Natal. A casa era quentinha. O ar cheirava a bolo. A sala tinha luz suave. Tudo era calmo e bom.
A neve cai, cai, cai.
Os sinos fazem dim-dom, dim-dom.
O pinheiro pisca, pisca.
As velas brilham baixinho.
Havia um menino de 1 ano. O nome dele era Nuno. Nuno tinha olhos curiosos. Nuno tinha um sorriso doce. Ele estava no colo da mamã. O papá estava ao lado. Era hora de veia de Natal.
A neve cai, cai, cai.
Os sinos fazem dim-dom, dim-dom.
No canto, havia um pinheiro verde. Tinha bolas, laços e luz. No topo, faltava a estrela. A estrela não estava lá. O pinheiro esperava calmo.
Nuno olhou. Nuno apontou. “Mamã, olha.” A mamã sorriu. “Sim, meu amor.” O papá disse: “Vamos ver.”
A neve cai, cai, cai.
Os sinos fazem dim-dom, dim-dom.
O pinheiro pisca, pisca.
No tapete, algo brilhou. Era a estrela. Estava juntinha ao sofá. Tudo bem. Estava segura. O papá apanhou. A mamã disse: “Que bom!” Nuno bateu palminhas. “Tá aqui!”
As velas brilham baixinho.
Os sinos fazem dim-dom, dim-dom.
O papá ergueu Nuno com cuidado. Nuno segurou a estrela com a mãozinha. A mamã ajudou. “Assim está bem”, disse a mamã. “Devagar”, disse o papá. Nuno riu. A estrela subiu, subiu. Chegou ao topo. Ficou lá, firme. Luz clara. Luz quente.
A neve cai, cai, cai.
Os sinos fazem dim-dom, dim-dom.
O pinheiro pisca, pisca.
As velas brilham baixinho.
Nuno ganhou leite morno. A mamã deu um beijo. O papá abraçou. A lareira estalou baixinho. A sala tinha paz. O pinheiro fazia luz. A estrela fazia luz. O quarto ficou manso. “Boa noite, meu amor”, disse a mamã. “Boa noite”, disse o papá. Nuno encostou a carinha. Os olhos fecharam devagar. O coração ficou feliz.
A neve cai, cai, cai.
Os sinos fazem dim-dom, dim-dom.
O pinheiro pisca, pisca.
As velas brilham baixinho.
Tudo estava bem. A casa estava feliz. A noite era doce. O Natal estava aqui.
Ajudar com carinho é bom e faz todos sorrir.